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sábado, 1 de novembro de 2025

LI . . . . ISTO . . . . . no JORNAL  ECONÓMICO
“Portugal tem hoje um capital de confiança e imagem que inspira todos aqueles que querem investir”
As declarações do secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, que se fez acompanhar de um conjunto de dados sobre o crescimento do país, foram feitas durante o evento anual Investment by Global Citizens, do Bison Bank, que tem o “Negócios” como media partner
.

Em que parte da zona Lisboa - Cascais este senhor viverá ? 
Conjunto de dados. . . . . . . pois.

Lá fora devem ser todos burros. E não têm informação sobre ISTO.

O senhor terá ouvido falar. . . . . por exemplo da Bosch? 

O senhor terá ouvido falar do congestionamento nos tribunais administrativos?

Ou está a presumir que uns quantos estrangeiros chegarão cá sobretudo para acorrer às compras vergonhosas como as que se diz terem ocorrido no Novo Banco, e por acaso a serem investigadas?

Ou tenciona chamar estrangeiros para uns dias de descanso na maravilhosa quinta de repouso do BdPortugal e aí os convencer a investir cá?

Ah, espera, já percebi, está convencido que o discurso da patética criatura há tempos na ONU convenceu os estrangeiros, e eles vão começar a chegar, "paletes" deles como dizia o outro, e com os bolsos cheios de dinheiro.

Haja democrática paciência para aturar esta gente.

Bom dia de Sábado.
Saúde e boa sorte.
Cuidem-se.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ZARA
A Zara, é um conhecido potentado espanhol particularmente na área do vestuário, têxtil, adereços, etc.
Vem isto a propósito de uma conversa deste fim de tarde com uma grande amiga que, para lá de falarmos das nossas famílias e particularmente netos dos dois lados, se conversou um pouco sobre a nossa envolvente e sobre a sociedade portuguesa do presente.
Porque nortenha, falou-me das fábricas que vão sendo encerradas.
Disse-me ela, que não tem sido surpresa alguma certos encerramentos. 
E mais, que a Zara, que teve contractos com diversas PME nacionais, terá já acabado com tudo. Tudo, no que respeita a por cá laborarem para a grande Zara. 
Devo estar cego, mas creio não me ter apercebido de nada nos media nacionais nem restolhada por parte de arménio Carlos ou o colega da UGT. Uma coisa é certa, esta minha amiga, ao longo dos anos nunca me deu informações erradas.
Como por exemplo, o engraçado que é verificar  que em certas auto-estradas sobretudo lá para cima, alguma saídas irem dar tão pertinho de residências de certas elites. Na A23 também há disso.
AC


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

AUTOEUROPA
Assisti ao programa que está a passar na RTP1 apenas até ao final da intervenção do jurista sobre a legislação aplicável.
Do que ouvi, e começando por este aspecto jurídico - legal, fiquei ainda mais esclarecido sobre o que por lá vai naquela fábrica/ empresa. O que diz a lei e o que anda por aí.
Um segundo comentário sobre a intervenção do sr economista de Coimbra.
Falou sobre as vantagens da fábrica estar cá sediada e, quanto à hipotética "cena" de daqui a poucos anos Palmela estoirar porque a VW a deslocalizaria, disse inverosímil e que os factores descritos não desaparecem.
Mas depois interrogou-se porque é que a VW nunca montou uma segunda linha de montagem.
Mas será que a sra D. Fátima não tem cabecinha para agarrar este ponto? 
Ou seja, se a VW nunca instalou 2ª linha de montagem será só por acaso? Santa paciência.
Só gostava de estar cá em 2023 para conferir a realidade de então.
AC

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

AUTOEUROPA
Nota prévia: não sei o suficiente sobre este assunto, para formular uma opinião segura.
Tenho várias sensações e muitas dúvidas, e como conheço "alguém" conhecedor dentro da fábrica vou arriscar partilhar umas quantas dúvidas.
> Como foi o processo para vir para cá a Autoeuropa? 
Terá sido muito difícil convencer a Alemanha a encorajar o grupo VW (e na altura, mais a Seat e Ford) a implantar a fábrica em Palmela?
Terá sido porque passada mais ou menos uma década sobre uma certa estabilização da sociedade portuguesa? Reconheceram lá fora que se podia confiar em Portugal?
> Entretanto saíram a Seat e a Ford. Só por razões técnicas?
> Entretanto, entre alguns modelos novos (ex:VW EOS), outros a serem terminados, com mais ou menos percalços, a fábrica foi avançando.
> Entretanto, durante uns anos, assistiu-se a uma certa estabilidade/ paz social, trabalhadores /administração, com um nome a ser sempre associado ao BE.
> Entretanto, países como República Checa, e outros na zona da antiga esfera soviética, para não falar de Marrocos, México, os próprios EUA, nunca terão deixado de batalhar para cativar fábricas quer de produtores alemães como de França, ou reino Unido, ou Suécia.
> Entretanto, em Portugal, a justa luta do PCP em guerra aberta com o BE e o aparente e patético imobilismo do PS, estão a mostrar que o desfecho a médio prazo para a fábrica em Palmela pode vir a ser exactamente como muitos outros - encerramento a prazo.
> Entretanto, Arménio Carlos recomenda juízo à administração da fábrica, e recomenda ao governo que determine o início da produção de carros eléctricos.
> Entretanto, aposto, na VW há semanas que devem andar uns tipos a viajar pela Ásia, pelo Leste, a preparar o futuro em 2022/ 2024, altura em que o T Roc terá porventura uma lavagem de cara (perspectiva optimista), ou cessará a produção em Portugal.
 Se assim vier a acontecer, oxalá que não, a justa luta do PCP e do BE terá resultado em cheio. 
Quanto as trabalhadores, certamente poderão nessa altura estar ufanos da defesa dos seus direitos, só que os direitos não vão conseguir colocar o pão na mesa em casa de cada um.
Como última nota e apesar de, como refiro no início, quase nada conhecer de certos meandros, não tenho grandes dúvidas de que a actual tabela salarial e o horário de trabalho possam estar longe daquilo que seria desejável.
O meu ponto é que me parece que a luta sindical, a luta entre os partidos esquerdistas, está completamente afastada da real defesa de trabalhadores, sobretudo se considerarmos as várias empresas que, se Palmela estoirar, estoiram igualmente.
Se a administração da fábrica, e sobretudo a casa mãe, deviam porventura ponderar de forma diferente o assunto, também não tenho dúvidas que da parte dos sindicados a mesma postura é exigível. 
Mas temo que só estejam a olhar para o curso prazo, e para a sua lutazinha.
Talvez se venham a dar mal.
AC