domingo, 29 de maio de 2022

A Propósito do PAN, de animais de estimação, e dos animais que desprezam os bichos

Nada tenho contra os animais de estimação.
Aliás, o meu primeiro "neto" foi o Brutus, tinha 4 patitas, nasceu a 5 de Dezembro de 2000, era um animal imponente, lindo. Um animal que a minha filha mais velha arranjou, casada havia pouco menos de 2 anos.
Faleceu, infelizmente, poucos dias depois de completar 9 anos de idade, durante a operação que, desejavelmente, extirparia um tumor. Foi um trauma terrível para a minha filha, genro e os dois netos mais velhos.
O meu primeiro verdadeiro neto veio pouco depois do Brutinhos, como lhe chamávamos.

Na fotografia supra observa-se um homem dedicadamente a dar comida a vários gatos, na aldeia. Esse homem, tinha um cão, que faleceu. Esse homem limpa periodicamente as vasilhas de plástico onde diariamente deixa a comida e água para os inúmeros gatos sem dono que pela aldeia vagueiam.

Mas há quem se dedique à qualidade das alpistas, ou ás trelas mais apropriadas para cães, e outros temas certamente muito importantes. Isto chegou a um ponto em que, forçosamente, há já quem goze com baixas médicas para galinhas e outros animais!

Mas que eu repare, e eu sei que sou distraído, o PAN e pessoas muito defensoras dos animais, não BERRAM como deviam contra a porcaria dos cães nos passeios, 

e sobretudo contra os donos e donas que mandam para a rua os animais fazer as necessidades, ou aqueles que trazem pomposamente amarrados à trelas sacos de plástico mas que servem apenas de adorno.

Como já vi em jardins aqui à minha volta, certas criaturas assobiam para o lado depois do cão fazer o seu serviço e piram-se deixando o presente do animal no chão ou na relva perto da entrada do parque infantil.
Já quase houve batatada, por mais de uma vez. Perceberam que não iam ganhar. Não explico porquê.
Mas a isto, o PAN diz...o quê?
AC

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