quarta-feira, 4 de junho de 2025

 E Ç A

Nasceu na Póvoa do Varzim a 25 de Novembro de 1845 e faleceu em Paris a 16 de Agosto de 1900.

Homem grande da cultura nacional, com mordacidade, andou por exemplo por Havana, Bristol, Newcastle, Paris. Visitou o Suez.

Li quase tudo dele, Primo Basílio, A Tragédia da Rua das Flores, O Mandarim, A Cidade e as Serras, O Crime do Padre Amaro, A Capital, Os Maias, vários contos e cartas.

Estou no início de reler este livro de contos. 

Para lá de tudo o mais que é importante em Eça de Queirós, tenho-me interrogado quantos frascos de benzina quereria ele para limpar certas nódoas que por aí andam. 

Lembrei-me da benzina por causa do Eça, por causa das nódoas que por aí andam mas particularmente de uma, insuportável, a que a comunicação social dá guarida quase diariamente. Como casualmente acabei de verificar há pouco ao estar na sala onde o televisor estava ligado. Inacreditável.

Depois queixam-se.

AC

Sem comentários:

Enviar um comentário