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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

terça-feira, 12 de agosto de 2025

ESPÉCIES  EM  VIAS  DE  EXTINÇÃO

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, existirão no presente aproximadamente 46 mil espécies em vias de extinção das cerca de 148 mil e catalogadas.

Concretamente, e desde o início da chamada era moderna, terão desaparecido quase 800 espécies.

Mas olhando para quer a vertente interna quer a vertente externa, o que verificamos ?

Verificamos, e creio não estar enganado, que estão muito longe de estar ligeiramente em perigo quanto mais extintos, a crescente horda de imbecis, idiotas, arrogantes, mentirosos, corruptos, incompetentes.

E por isso constantemente me lembro disto - "pelo voo se conhece a ave" - como me lembro de António Aleixo -"há tanto burro mandando em gente de inteligência, que ás vezes fico pensando que a burrice é uma ciência"

AC

terça-feira, 5 de agosto de 2025

COMO  FALAR  PARA  OS  OUTROS ?

Falar para ou outros em mandarim é a pior das soluções.

Admito estar enganado, mas a sensação que tenho é de que, por parte do inquilino em Belém, dos inquilinos dos dois poisos em S.Bento, e mais uma série de artistas civis e militares que por aí vegetam, nos olham como bons entendedores de mandarim.

AC

terça-feira, 29 de julho de 2025

sábado, 19 de julho de 2025

REPETINDO - ME
. . . . (parte do que venho escrevendo há anos)

Estou cansado e farto, dos inchados, de pesporrência, presunção, ignorância, vaidade, ganância, dos da memória selectiva, dos que martelam números até que eles sigam no sentido que lhes convém, dos de superioridade moral, e dos ungidos e SÓ ELES de, democracia, decência, humanidade, dignidade, ética, responsabilidade, dos que se servem dos cargos para que foram eleitos e nomeados em vez de servirem a sociedade sejam eles, titulares de órgãos de soberania, autarcas, chefias civis e militares, jornalistas, sindicalistas, membros de ordens profissionais, funcionários públicos, servidores do Estado, dirigentes e responsáveis os mais diversos.

 E acrescento, estou farto de uns quantos que, com escritos, com entrevistas, com conferências, etc., continuam a querer que eu veja o mundo como eles acham que eu o devo ver. 
E quererem que eu me esqueça do que podiam ter feito e não fizeram.

Estou saturado desta gente TODA e dos seus actos, com a infeliz consequência de assim continuarem a engordar gente execrável.
António Cabral (AC)

sexta-feira, 18 de julho de 2025

MILITARES e CIVIS

Às voltas com os meus arquivos, encontro sempre preciosidades guardadas. Considero ser o caso que aqui exponho.

Há 28 anos, um dos meus melhores amigos, professor catedrático, proferiu uma alocução subordinada a este tema, Militares e Civis.

Salvo melhor opinião, um texto de lúcida análise da nossa sociedade e de permanente actualidade.
Aqui deixo alguns excertos dessa alocução em cerimónia pública.

"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comummente disciplinada e previsível. 

Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.

Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade, e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.

Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. 

É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina. E esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender.
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Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades"sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
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Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
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Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.
....................... 

Salvo melhor opinião, lúcido, clarinho, límpido, directo.

Mas quer em relação às classes civis da sociedade portuguesa, quer em relação aos militares das Forças Armadas, um dos nossos mais graves problemas é exactamente ISTO, as CORJAS de todas as cores e ideologias que gostam mais de ouvir do que compreender.

Há que não perder a esperança.

António Cabral

terça-feira, 8 de julho de 2025

segunda-feira, 7 de julho de 2025

De  FACTO . . . . . .

De facto, o "pissoal" de Cascais, Quinta da Marinha, Nafarros, etc. é outra coisa, muito mais fina. 

Não tenho nada contra os meus concidadãos que aí residem ou aí têm o seu modo de vida. 

Aliás vou muito frequentemente a Cascais, Guincho etc. Nada contra, e não é por uma prima minha, em 2º grau, e viúva de embaixador, residir num condomínio catita em Cascais.

É que um concidadão daquela zona é com a maior das facilidades que congrega apoios para se candidatar seja a que cargo importante for.

Um concidadão daquela zona facilmente é apoiado por batalhões de pessoas dessas zonas, como é óbvio, como também por muitos outros fervorosos concidadãos pelo país fora, por exemplo, das avenidas novas em Lisboa, ou do distrito de Setúbal, ou de Coimbra, ou até de gente de escritórios os mais diversos.

Aquilo ali é outra coisa; ali, para um dado fim, facilmente se congregam pessoas até de ideologias quase opostas. É outra coisa, outro mundo, diferente do de cidadãos comuns, como eu.

AC

segunda-feira, 30 de junho de 2025

HABITAÇÃOZINHA!  ORABAMOSLÁAVER

PS acusa direita de "desviar as atenções" e propõe "avançar com construção de 50 mil casas ao ano até 2035"
Uma das áreas que, na opinião de José Luís Carneiro, não tem tido resposta por parte da coligação PSD/CDS-PP é a da habitação, que, referiu, é uma das “primeiras prioridades” da nova liderança socialista.

Sublinho neste discurso coisas que me parecem interessantes. 

No plano das realidades, mas admito estar completamente enganado, considero que PSD/ CDS e PS não terão feito grande coisa ao longo dos anos no que se refere a habitação social nas cidades e vilas.

Mas considero sobretudo que quer PSD, quer CDS, quer PS, quer PCP isto é, qualquer que tenha sido a cor das governações autárquicas nos últimos 40 anos, a realidade que se constata nos nossos aglomerados urbanos é de prevalência de muitas casas abandonadas, a cair aos bocados, sem que as câmaras ajam contra isso, contra os donos desleixados ou, em alguns casos, contra os donos com dificuldades económicas e financeiras.

O descaramento, a descarada ausência de vergonha na cara, a ocultação da realidade e das responsabilidades por dado fracasso. é típico na esmagadora maioria dos políticos, na esmagadora maioria dos dirigentes partidários. Os últimos 30 anos creio que PS é campeão, mas posso estar enganado.

Uma das mais descaradas e exemplares é a dos "sucialistas" e sequazes a instilar no povão que quem chamou a Troika foi o PSD!

Os "tipos" mais os jornalistas avençados andam há décadas a dizer-nos que é importante dar esperança às pessoas!
E continuam a não querer perceber que, com o tipo de esperança que têm anunciado nós últimos anos, LAMENTAVELMENTE, ENGORDAM ANOS após ANO, o EXECRÁVEL (opinião pessoal naturalmente).

Outra das várias pouca vergonhas é a habitação.

Este novo dirigente do PS se calhar está convencido que, por não ser ordinário nem mal educado como os dois anteriores antecessores, as pessoas ficam convencidas.
E mais, que com a sua normalmente educada postura todos nós perdemos memória, nos esquecemos que foi um dos delfins de Costa, de cognome o "supremo aldrabão político"!

Mas não, não será assim.

Portanto, Carneiro enunciou uma das suas primeira prioridades. Toca de construir habitação pois só o PS assim vem fazendo há muito, desde pelo menos Guterres mas, sobretudo, desde Janeiro de 2016!

E como dizia Guterres  . . . é fazer as contas.
Bom para fazer as contas está a coisa complicada pois Carneiro não indicou quando começará esta afanosa construção.
Carneiro até se esqueceu de dizer - Abril sempre - que é logo decisivo para assentamento dos primeiros tijolos!

Ora vamos a contas . . . .  vou presumir que Carneiro conta ganhar as próximas legislativas ou seja, no plano teórico, se a Spinunviva se aguentar 4 anos, Carneiro começa em 2029 e irá por aí adiante, ano que é também aquele em que Trump já não estará na Casa Branca, e o ano de rever as contas na NATO.

Portanto, teremos Carneiro a construir pelo menos em 29 e até pelo menos 2035 se não for mais tempo que se manterá à frente dos destinos de Portugal ou seja, 7 anos de construção, 50 000,00 ao ano. 

TEMOS HOMEM!
Ou seja, 7 x 50 000 = 350 000,00 CASINHAS! 

Estou convicto de que Carneiro se inspirou no seu anterior mestre que, apenas por pura distração, não evocou como grande exemplo.
Sim sim, pois estou convicto de que Carneiro se inspirou nele!

Em 2015 prometeu 7500
Em 2018 . . . tudo Ok em 2024; viu-se
AC

sexta-feira, 13 de junho de 2025

NARRATIVA
Narrativa - o mesmo que narração; conto, história.
Narração - acto ou efeito de narrar; exposição verbal ou escrita um opúsculo mais factos; conto; história; descrição.
 
Estou a recordar isto pois não cessam as criaturas a falar de narrativas várias, moldando a história, deturpando factos, a inventar as suas e convenientes narrativas.

Os com décadas de corredores de poder adoram falar nas narrativas de sucesso. 
Sim, como escrevi antes, VÁRIAS VEZES, a sociedade onde me insiro mudou muito, mas para bem melhor.
VIVO FELIZMENTE EM LIBERDADE, EM DEMOCRACIA.
Mas persistem os problemas, e surgiram outros.
Não é Camões, nem os árabes, nem os romanos nem os fenícios etc nem os descobrimentos que nos resolvem os problemas do presente.

Ao ouvir certos discursos, ao ver certas posturas, vem-me à cabeça a cena daquele general iraquiano a falar para repórteres de TV e lá atrás. a aparecerem tanques americanos. Um pobre diabo, acabou mal.

Quanto a nós, querem-me convencer que é tudo fortuito, casual, fugaz, há-de passar. 
Nada do que está a acontecer tem responsáveis.
Tudo o que está a acontecer não tem nada a ver, nem com a mentira anos seguidos, nem com a inação, nem com a pouca vergonha.

Pois, já dizia a irmã do Solnado.
AC

segunda-feira, 9 de junho de 2025

O  RENAULT  CLIO  e  as  CRÍTICAS
Em 1980, por razões várias familiares, acabei por comprar um carro novo, um Renault.
Era o carro novo da Renault, o Clio, pequenino, verde, um simpático "brinquedo" pago com ajuda familiar e onde cabia a família pois o rebento mais velho tinha 9 anos.
Carro engraçado, para a época, nada tendo a ver com os Clio actuais, mas foi um sucesso. Foi o nosso carro até finais de 1992.

Recordo-me como se fosse hoje. Nas revistas da especialidade, lá apareceram elogios vários e quase sem defeitos ou melhor, coisas que, do ponto de vista dos "espertos", eram um pouco criticáveis.

Uma das críticas tinha a ver com os espelhos retrovisores: MUITO PEQUENOS!

Lembrei-me disto face ao que por aí vai, sobretudo quanto a presidenciais e nova legislatura. 

Lembrei-me disto face ao teor e tipo de críticas que vão por aí, relativamente às posições do novo governo e a políticos de todas as cores em geral. 
Há os que se vangloriam de compromissos fortes. 
Agora é que vai ser. Finalmente.
Reformas, defesa, crescimento, Portugal na vanguarda.

Na oposição o que se ouve? É tudo tão mau.

Começam pela cultura, que está dentro de um superministério.
A direita troglodita, aquela direita que não é ungida de superioridade moral e de toneladas de ética republicana, aquela direita boçal que não conhece os restaurantes de categoria, que não tem cabimento na mesa 2, não sabe o que é cultura. Uns broncos.

E broncos que são a começar no PM, aí está, manteve a ministra da saúde. Uma vergonha. E a da justiça. Uns broncos.

Pelo PS veio palrar um conhecido político sempre mais preocupado com os carros do Estado e os condutores de serviço. Declaração? Não há novidades. E ainda por cima há poucas mulheres.

Os do costume avançaram com a cassete editada em 1974/75.

Do almirante candidato tivemos comentários e esclarecimentos muito profundos! Ficámos contentes!

Às oposições cabe naturalmente combater politicamente os governos que estiverem em funções. 
Ao Parlamento cabe Constitucionalmente verificar e escrutinar o trabalho dos governos.

Coisa diferente é criticar de qualquer maneira, dizer só porque tem que se dizer algo, nunca cuidado de haver alguma coerência alguma dignidade, algum sentido de rigor.

Não importa a cor de quem vai governar. Agora está lá o PSD, esteve o PS e vice versa. Estamos sempre nisto. Não passamos disto.

Voltando ao Clio, podiam dizer - é um carro pequeno, tem os atributos para andar nas ruas, nas estradas municipais, nas nacionais, nas auto-estradas. Naturalmente que o motor é fiável, é a gasolina, e compete apenas na sua classe, etc. Mas a ênfase é - ESPELHOS PEQUENOS!

Claro que Portugal está como está apenas por acaso.

Enfim, mas admito que esteja a ver mal as coisas.
AC

quinta-feira, 5 de junho de 2025

A  PROPÓSITO do que vai por aí . . . . 

LEMBREI-ME,  DE  NOVO,  

QUE  HÁ  GENTE TOTALMENTE  INCAPAZ,  

E  HÁ  GENTE  CAPAZ  DE TUDO.

Boa 5ª Feira, saúde e boa sorte, e . . . . muita paciência.

AC

quarta-feira, 4 de junho de 2025

 E Ç A

Nasceu na Póvoa do Varzim a 25 de Novembro de 1845 e faleceu em Paris a 16 de Agosto de 1900.

Homem grande da cultura nacional, com mordacidade, andou por exemplo por Havana, Bristol, Newcastle, Paris. Visitou o Suez.

Li quase tudo dele, Primo Basílio, A Tragédia da Rua das Flores, O Mandarim, A Cidade e as Serras, O Crime do Padre Amaro, A Capital, Os Maias, vários contos e cartas.

Estou no início de reler este livro de contos. 

Para lá de tudo o mais que é importante em Eça de Queirós, tenho-me interrogado quantos frascos de benzina quereria ele para limpar certas nódoas que por aí andam. 

Lembrei-me da benzina por causa do Eça, por causa das nódoas que por aí andam mas particularmente de uma, insuportável, a que a comunicação social dá guarida quase diariamente. Como casualmente acabei de verificar há pouco ao estar na sala onde o televisor estava ligado. Inacreditável.

Depois queixam-se.

AC

NOVA  LEGISLATURA

Começou hoje. E logo com alguma palhaçada, e com Ventura a parecer o dono do "sítio".

Não tenho "bola de cristal", se a tivesse o Euromilhões cá cantaria há muito.

Não sei o que aí vem, nestes primeiros meses de legislatura, depois OE 2'026, depois eleições autárquicas, e depois eleições presidenciais.

Uma coisa sei, e não preciso de bola de cristal para ter a certeza: 

É melhor um fim com horror do que um horror sem fim. Que é como andamos há muito tempo.

Como SEMPRE, admito poder estar a ver mal as coisas.

Ah, já agora, quanto à questão da votação insuficiente que impediu o homem do Chega de chegar a vice-presidente da AR.

Quem me garante que a maioria dos do Chega não votaram, para assim se conseguir mais um "número", mais uma vitimização?

É só um "suponhamos"!

AC

segunda-feira, 2 de junho de 2025

Cabrita sobre atropelamento mortal na A6: "É inusitado ver uma pessoa a meio da estrada"

Mas não é inusitado observar os carros do Estado circularem dentro ou fora das localidades em infracção grave face ao código da estrada.

Entre os muitos exemplos estou a lembrar-me de um acidente brutal há anos, na Av da Liberdade, num cruzamento, envolvendo criaturas que tinham responsabilidades governamentais e já tinham tido responsabilidades em importante instituição do Estado.

Não é inusitada a observação da arrogância  do costume.
AC 

OS  SONSOS

SONSO - que faz as coisas pela calada; velhaco; dissimulado; que finge ingenuidade.


É só para recordar.
AC

sexta-feira, 30 de maio de 2025

DESFAÇATEZ

Desfaçatez - falta de vergonha; descaramento; cinismo; impudência; atrevimento.


Bom dia.
É só para recordar.

Tenham uma boa 6ª Feira. Bom início de fim de semana.
Saúde e boa sorte.
António Cabral (AC)