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que se vêem e desejam para se libertar da pobreza, pastoreados por um Estado que não lhes garante nem educação, nem saúde, nem transporte que assegurem as condições de trabalho e, muito menos, segurança, quer física, quer jurídica.
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Se o Estado resolvesse deixar-se de parvoíces e passar a tratar o direito de propriedade como um bem público, em vez de o diabolizar
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Se o Estado resolvesse deixar-se de parvoíces e passar a tratar o direito de propriedade como um bem público, em vez de o diabolizar
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Quando olho para o interior Transmontano, Alentejano, Beirão, Algarvio, o situado da fronteira com Espanha até uma linha imaginária a 90 Km da fronteira, quase tudo o que está no pedaço de texto em cima "cola" com a realidade observada?
AC
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