REPETINDO - ME
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
sábado, 2 de agosto de 2025
SE o RIDÍCULO e a DEMAGOGIA MATASSEM . . . .
Há muito tempo que tínhamos uma sociedade mais limpa!quarta-feira, 20 de novembro de 2024
Do DESCALABRO ao ESTADO FALHADO
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
EMAGRECIMENTO - acto ou efeito de emagrecer
sexta-feira, 4 de novembro de 2022
PAÍS DIFÍCIL de ENTENDER
O administrador executivo da Fundação Calouste Gulbenkian, em 16 de Agosto do corrente ano, escreveu no DN o seguinte texto, de que sublinho algumas partes:Portugal é um país difícil de entender. O cadinho de várias influências apresenta-nos elementos contraditórios. Mas há fatores que são permanentes e definem uma identidade que começa no querer, continua na omnipresença do mar e pressupõe uma luta constante. Lembremo-nos da saga dos poveiros, com o negro do luto das viúvas e dos órfãos nas praias atlânticas ou do combate contra a adversidade do meio em Trás-os-Montes, no Douro ou no Alentejo. Eduardo Lourenço e José Mattoso lembram que "uma das descobertas mais simples e irrecusáveis do após 25 de Abril é que Portugal é um país como os outros. Sem missão providencial, sem Quinto Império, sem realizações espetaculares, sem lugar especial no mundo, apesar dos Descobrimentos".
Desejamos coisas contraditórias. E assim, se temos vícios devemos combatê-los, em vez de cultivar utopias enganadoras e esperanças vãs. Considerando-nos ou os melhores ou os piores, não nos safamos. Relendo o Portugal de Miguel Torga, surpreendemo-nos quando nos fala do Algarve, onde o conheci e cuja memória guardo num lugar especial. Disse ele, depois de nos descrever quem somos e onde estamos, sem ilusões: "O Algarve, para mim, é sempre um dia de férias na pátria. Dentro dele nunca me considero obrigado a nenhum civismo, a nenhuma congeminação telúrica nem humana. Debruço-me a uma varanda de Alportel e apetece-me tudo menos ser responsável e ético. As coisas de Trás-os-Montes tocam-me muito no cerne para eu poder esquecer a solidariedade que devo a quem sofre e a quem sua. E isto repete-se com maior ou menor força no resto de Portugal. Mas, passado o Caldeirão, é como se me tirassem uma carga dos ombros. Sinto-me livre, aliviado e contente, eu que sou a tristeza em pessoa! A brancura dos corpos e das almas, a limpeza das casas e das ruas, e a harmonia dos seres e da paisagem lavam-me da fuligem que se me agarrou aos ossos e clarificam as courelas encardidas que trago no coração. No fundo, e à semelhança dos nossos primeiros reis, que se intitulavam senhores de Portugal e dos Algarves, separando sabiamente nos seus títulos o que era centrípeto do que era centrífugo no todo da Nação, não me vejo verdadeiramente dentro da pátria. Também me não vejo fora dela. Julgo-me numa espécie de limbo da imaginação, onde tudo é fácil, belo e primaveril".
Não, não há contradição nesta bela página, que temos de ler em estreita ligação a tudo o resto. O que Torga nos diz, é exatamente que temos de ser quem somos. E no caso algarvio, compreender que não é de sol e praia que se trata, mas de entender a cultura como capacidade de construir e usufruir, de amar a liberdade e de ligá-la à entreajuda, à compreensão da diversidade das raízes e ao desenvolvimento humano. E José Mattoso definiu o ponto que permite entender a paradoxal visão de Torga: "O fundamento da esperança no futuro é o reconhecimento dos "justos" que nos rodeiam, seja qual for o meio em que vivem, e o apoio que somos capazes de lhes dar na sua luta pela "justiça"".
O país é difícil de entender?
segunda-feira, 5 de setembro de 2022
FALAM-ME .........
Falam-me da guerra na Ucrânia, da guerra desencadeada pela Rússia.
Falam-me do brutal aumento dos preços de tudo e mais alguma coisa, tudo culpa do execrável Putin.
Mas não me falam dos políticos que não prepararam as suas sociedades ou seja, eles, que materializam os Estados, apontam o dedo ao Putin (e com razão) mas seguem sempre o "Phil Collins" - "do what I say, not what I do".
E, no caso que mais directamente me interessa, a "tugolândia", começo a estar quase completamente convencido que este Costa, Marcelo e companhia ILIMITADA, são a prova provada de que estão presos no presente, ignoram completamente o passado, e o futuro para eles....!!!
Desgraçados de nós cidadãos comuns.
AC
quarta-feira, 29 de junho de 2022
É ESTRUTURAL….
"o problema do SNS é antigo e estrutural", diz quem reina em Belém.
Mas,………...Majestade e…….. haverá também questões antigas e estruturais no que abaixo se indica,
> sistema de justiça ?
> economia ?
> agricultura ?
> educação ?
> Forças Armadas ?
> indústria ?
> desordenamento territorial ?
> cadastro do país ?
> forças de segurança ?
> SIRESP ?
> descentralização ?
> desertificação do interior ?
> as centenas de, institutos, fundações, "task force", comissões, grupos de trabalho ?
> preço dos combustíveis ?
> ferrovia ?
AC