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terça-feira, 28 de abril de 2020

TEJO, ......e a GUERRA da AMÊIJOA
Grávida pontapeada na ‘guerra da amêijoa’ em Alcochete. Grupo ataca com ferros e facadas pessoas que tinham deixado de trabalhar para eles (lê-se nos media).
A "saga" continua, e continuará, sem margem para dúvidas.
Este assunto tem vertentes várias: de saúde e salubridade,  alimentar, ambiental, alojamento, legalidade, fraude, fuga ao fisco, imigração ilegal, política de imigração, forças de segurança, autarquias, ministério do ambiente, ministério da administração interna, autoridade marítima, capitania do porto de Lisboa, Administração do Porto de Lisboa, governo.
É uma das maiores pouca vergonhas aqui no Tejo e cidades e vilas que o rodeiam.
É um escândalo, à vista de toda a gente, dezenas e dezenas de ilegais, incompetência governamental e ministerial, como se não se soubesse onde esta gente dorme em cima uns dos outros, como se não se soubesse que existe um fluxo de encaminhamento de quase todas as amêijoas para Espanha, como se não se soubesse que as autoridades várias/ forças de segurança sabem disto e que provavelmente estão um bocado manietadas na acção, para lá da patética e trágica invasão de esferas de competência e jurisdição, e para lá da falta de meios.  Mas sobretudo falta de vontade.
Uma vergonha, mais uma, um dos verdadeiros Portugais.
Estes e estas também não ficaram para trás, estão encafuados em quartinhos imundos.
Cantem loas.
AC

quinta-feira, 26 de julho de 2018

TEJO.  APANHA ILEGAL de BIVALVES
Quem tem que olhar para a pouca vergonha que há anos se pratica à vista de todos, e que alastra com a maior descontração?
Naturalmente o governo, em primeiro lugar. 
E, no mínimo, entidades como, o ministério do ambiente, ASAE, GNR, Capitania do Porto de Lisboa, SEF, Polícia Marítima, Autoridade Marítima Nacional, câmaras municipais do arco ribeirinho Sul.
Designadamente o jornal Expresso fez há tempos uma longa reportagem sobre o assunto. Em jornais da região, na margem Sul do Tejo,  o tema é periodicamente abordado.
O que está em causa?
Questões de saúde pública, imigração ilegal, actividade comercial ilegal, criminalidade, exploração/ tráfico de pessoas, completo descontrolo de entradas de cidadãos estrangeiros.
Diz-se que a maior parte dos bivalves diariamente apanhados e pesados nas barbas de toda a gente que passa nas zonas ribeirinhas em causa vai directamente para Espanha. 
Já terá sido visto, por exemplo, um saco de rede encarnado cheio de bivalves ser pesado e poucos segundo depois uma nota de dez euros ser entregue ao desgraçado dentro do fato de mergulhador meio roto.
Porque não estancam isto?
Para não aumentar a criminalidade em, Alcochete, Barreiro, Montijo, Samouco, Rosário, Moita, Alhos Vedros, Seixal?
Não sabem onde eles moram/ dormem?
Desconhecem o que se passa nos "cascos velhos" de certas localidades do arco ribeirinho Sul?
Em que sociedade nos estamos a transformar?
Que poucas vergonhas das mais variadas espécies vamos engolindo?
AC