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sábado, 11 de janeiro de 2025

HOMENAGEM
Homenagem - preito; prova de veneração ou admiração;

E lá foi Eça de Queirós para o Panteão.
Uma honraria que, pelo que dizem os OCS, ao longo dos últimos anos vários dos seus descendentes não estariam (não sei se já estão) de acordo.

Como já bem dito, para lá da irrelevância das várias "personalidades"
que se pavonearam no Panteão, desde os que por protocolo de Estado iriam dar testemunho o seu habitual testemunho de vacuidades e vaidades, aos que por protocolo de Estado lá estariam sentados nas diversas filas para assistir à cerimónia, até aos que foram lá mostrar-se e depois escrever nas redes sociais demonstrando que lá tinham ido espreitar, a única coisa que é importante é que Eça seja lido.

De uma coisa estou quase certo: a geração a mais bem preparada de sempre e muitos dos que nos últimos 30 a 40 anos por aí nos têm azucrinado, não devem ter lido muito, nem Eça nem outros. Naturalmente que, como sempre, admito poder estar enganado.

Mas estou seguro de que Eça foi e continuará figura marcante da nossa cultura e da nossa história.

Creio que a Eça a língua portuguesa muito deve. Não só a ele, mas muito a ele.

Contrariamente a outros Eça é, indubitavelmente, uma referência prestigiada, um marco.

AC

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

HOMENAGENS

Sempre se homenagearam, pessoas ilustres, instituições, etc.

Nos últimos anos, as homenagens aumentaram, é a minha opinião, e não pretendo dizer que algumas são descabidas. Não tenho que me pronunciar sobre isso. Como cidadão observo e registo. 

Na nossa história recente, desde Mário Soares, que os presidentes da República são das pessoas mais prolixas a distribuir medalhas e outras coisas a torto e direito. Como digo acima, não quero nem vou comentar.

Vem isto a propósito de se fazerem homenagens as mais variadas e, naturalmente, cada um é livre de homenagear em actos e palavras quem ou o que lhe  apetece. 

Presidentes da República, ministros, autarcas, instituições as mais variadas, premeiam e homenageiam em vida ou postumamente quem bem entendem. Não discuto.

Nas minhas andanças, há dias passeei-me numa zona larga, entre o Atlântico Norte e as serras de Aire e Candeeiro. A dada altura estive numa terra curiosa, Porto de Mós, dona de um dos castelos mais curiosos que temos e está bem conservado (última intervenção 1999).

Natural desta terra um homem com categoria, o Almirante Trigueiros Crespo, que conheci em vida, e recordo com gratidão.

Deram o seu nome a um dos parques da terra.


AC

sábado, 26 de setembro de 2020

 HOMENAGENS

Sempre se homenagearam, pessoas ilustres, instituições, etc.

Nos últimos anos, as homenagens aumentaram, é a minha opinião, e não pretendo dizer que algumas são descabidas. Não tenho que me pronunciar sobre isso. Como cidadão observo e registo. 

Na nossa história recente, desde Mário Soares, que os presidentes da República são das pessoas mais prolixas a distribuir medalhas e outras coisas a torto e direito. Como digo acima, não quero nem vou comentar.

Vem isto a propósito de se fazerem homenagens as mais variadas e, naturalmente, cada um é livre de homenagear em actos e palavras quem ou o que lhe  apetece.

É o caso de “Burmester” que, com um seu vinho, decidiu homenagear dois dos vários afluentes do Douro a saber, o "Távora" e o “Tedo”. Juntou TAV (Távora) com EDO (Tedo)

Não discuto a homenagem. 

Quanto ao vinho, um tinto muito satisfatório, arrisco mesmo, acima da média.


AC

domingo, 16 de agosto de 2020

Nas Minhas Andanças pelo País
Dei com estas homenagens envolvendo a Marinha (Marinha de Guerra Nacional) e os "Benqueridos" (cidadãos da aldeia de Benquerença, concelho de Penamacor), homenagens prestadas em 2012 e 2013.
António Cabral

quarta-feira, 4 de abril de 2018

HOMENAGENS
É frequente ouvir-se a expressão - as coisas são como são.
E assim se verifica, diariamente, cá e lá por fora. Muitas vezes, no meu entendimento, lamentavelmente.
Isto a propósito de quem se homenageia, ou nunca publicamente se homenageia, ou demasiado tarde se faz. 
Fico-me, por agora e por exemplo, pela TOPONÍMIA.
Concretamente, há dias, 31 de Março, foi homenageada na "minha aldeia" uma grande Senhora, faleceu estava eu em comissão de serviço nos EUA.
Dir-se-á, mais vale tarde que nunca, o que não é mentira.
No caso concreto, uma notável Senhora, que se dedicou "à vasta floresta da nossa História Literária".
Mas faz-me muita pena ver como certas coisas acontecem.
Estou a recordar-me do médico que serviu 40 anos a sua comunidade, em terra pequena, e arranjaram uma ruela periférica para lhe consagrar o nome.
Voltando ao caso concreto, o largo em causa, agora designado com o nome da ilustre Professora, fica em frente à casa de seus pais, que bem conheço, largo que mostro na fotografia e onde se pode ver uma das fontes da aldeia e um tanque de lavagem, antigo.
António Cabral

domingo, 3 de dezembro de 2017

À ATENÇÃO do PRESIDENTE da REPÚBLICA
Oxalá se mantenham por muitos anos entre nós, mas convinha ir pensando na coisa. 
Entre muitos outros, e para não tornar o post demasiado longo, sr Presidente da República, indico apenas 20 que sem a menor dúvida merecem uma homenagem enorme, pública, quiçá condecoração póstuma:
Simone de Oliveira, Marco Paulo, Adelaide Ferreira, António Zambujo, Tatanka, Carlos do Carmo, Tony Carreira, Dulce Pontes, Fernando Girão, Fernando Mendes, Paulo de Carvalho, Jorge Palma, José Cid, Luís Represas, Quim Barreiros, Paco Bandeira, Rui Veloso o pai do rock português, Sérgio Godinho, Rão Kyao, Eugénia Melo e Castro.
AC