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terça-feira, 27 de agosto de 2024

Mário Amorim Lopes e Rodrigo Falcão Moreira
Professor universitário e deputado pela Iniciativa Liberal; Professor no ISEP e especialista em estruturas e segurança sísmica.
Não, não estamos preparados
O país não está preparado e sobretudo a área metropolitana de Lisboa não está preparada para reagir a um sismo de elevada magnitude
.

Obviamente que os Srs. Mário Amorim Lopes e Rodrigo Falcão Moreira não percebem nada do assunto e só estão a dizer asneiras.

Não ouviram os ares professorais com que vários se pronunciaram ontem e onde sobressaíram alguns do costume, como o comentador mor do reino, contente e orgulhoso porque funcionou o que tinha de funcionar e a começar por ele, que nos deu uma palestra ilustrativa do estado deplorável a que chegámos (opinião pessoal, naturalmente).

Não ouviram Moedas que garante a pés juntos que não há problema para 90 % do imobiliário de Lisboa. Fiquei aliás na expectativa de eventualmente ouvir declarações equivalentes dos edis de Cascais, Oeiras, Sintra, Loures, Amadora e Almada, e então teríamos um quadro ainda mais reconfortante. Mas acobardaram-se, não nos deram as palavras de tranquilidade como Moedas, Marcelo, Rangel e outras peças.

E se tivessem ouvido o jornalista Carlos Enes ontem e já conhecessem as suas investigações de há vários anos não se atreveriam a dizer o que agora li.

O professor Marcelo já explicou tudo. Podemos estar descansados!

Falando agora a sério, tenham um bom dia, sossegado, arranjem muita paciência para aturar esta gente, desde o insuportável Ventura aos inarráveis Pedro Nuno, Hugo Soares, Marcelo, Raimundo, a casada Mortágua, o Rocha, a Inês e os seus sequazes. Ah, e os comentadores!

Precisamos que a saúde não nos falte, e que tenhamos muita sorte, individualmente e como sociedade.
Nomeadamente para que sismo só daqui a mais 200 anos, porque, infelizmente, um dia acontecerá.
Saúde.
António Cabral

segunda-feira, 26 de agosto de 2024

DEMOCRACIA
Em Democracia é importante, senão mesmo decisivo, aceitar,
- o valor inultrapassável que é a liberdade,
- as não unanimidades,
- pluralidade de ideias,
- divergência de pontos de vista,
- o imprescindível que é, ter respeito pelos outros.

Em Democracia, todos os titulares de órgãos de soberania devem ter bem interiorizado que o são temporariamente e, assim, devem cumprir escrupulosamente a Constituição da República Portuguesa, e ter sempre presente os seus valores e, assim, SERVIR a sociedade e os seus concidadãos que os elegeram e não, SERVIR-SE dos cargos.

Alguém que lhes explique.

E hoje, do Palácio de Belém ao inarrável PM em exercício, passando por responsáveis diversos e sobressaindo Carlos Moedas e a sua fantástica (????) afirmação de que apenas 10 % do imobiliário Lisboeta inspira preocupações quanto a sismos, tivemos tristes e eloquentes exemplos que ajudam a explicar o porquê do estado em que estamos.

Saúde.

António Cabral (AC)