Mostrar mensagens com a etiqueta associação de malfeitores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta associação de malfeitores. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de janeiro de 2020

ASSIM  VAMOS  NO  PORTUGALINHO....
Aparentemente, neste fim de semana, num bairro de Loures, houve uma cena que, a ter acontecido como a vi descrita, é no mínimo caricata, e elucidativo do estado deplorável de degradação a que já se chegou, elucidativo do deplorável aumento de insegurança em várias zonas do Portugal Continental.
Aparentemente, um cidadão foi espoliado do seu carro, foi roubado por canalhas, e pedida a intervenção da PSP. Parece que os agentes foram impotentes (?!?!?!?) para tratar do assunto, foram aparentemente apedrejados por civilizadas criaturas encapuçadas e, parece, o carro roubado acabou por ser incendiado.
Estou certo que o Presidente da República, que fala sobre tudo, está à espera de saber mais detalhes da coisa para publicamente falar sobre isto e, porventura, deslocar-se ao tal bairro. Se não mesmo receber e confortar o desgraçado que ficou sem o carro.
Estou igualmente certo que o edil de Loures atitude semelhante terá logo que mais inteirado dos detalhes desta cena.
Estou ainda certo que quer o PM quer o ministro MAI a curto prazo se pronunciarão sobre isto.  Se calhar o IGAI até vai investigar.
Tenho ainda mais certezas: no Parlamento nacional, Joacine, Catarina, Jerónimo, um dos melancias, Ventura, André, Ferro, Meireles, Ana Catarina, o homem liberal, e Rio, falarão deste assunto se não convocarem mesmo e com urgência o sr Eduardo Cabrita para explicar porque os agentes da PSP não conseguiram recuperar o carro roubado.
Qualquer semelhança deste tipo de casos com o quinto mundo é pura coincidência, ou não estivéssemos no País mais seguro do mundo.
Seguro? 
AC

sábado, 25 de janeiro de 2020

C L U S T E R
CLUSTER designa normalmente uma rede (empresas, ou organismos muitas vezes públicos, instituições, etc) interdependentes, geradores de conhecimento e ligadas entre si por uma cadeia de valor acrescentado, num determinado campo de actividade.

Será nisto que vários pantomineiros e pantomineiras se inspiraram para as suas redes de malfeitorias?
AC  

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Associação de malfeitores, associação de criminosos.
A criminalidade tem manifestações e graus variados. Vai da insidiosa à violenta, desgraçadamente incluindo o assassinato de seres humanos.
Nos tempos contemporâneos, e concretamente no nosso tão maltratado País, estão na ordem do dia os crimes do colarinho branco, e o sistema de justiça em Portugal vê-se em palpos de aranha para lhe fazer frente.
Na presente República são inúmeros os casos que vão desgraçando o País, colarinho branco e moralistas da treta, corroendo-o em gabinetes, e com afirmações públicas soezes, como por exemplo, contra titulares de órgãos de soberania.
É próprio das sociedades contemporâneas as “coisas" concretas andarem a uma velocidade superior aquela com que periodicamente se conseguem tipificá-las nos códigos. Uma das razões, creio, porque anda tanta malandragem no País sem pagar o que devia à sociedade. 
Mas os legisladores, neles incluindo e sobressaindo os escritórios “aconselhadores”, é que têm esmagadoramente a culpa deste estado de coisas, pois a legislação que vai sendo promulgada tem mais buracos que a manta da minha falecida avó.
Mas se é dificil comprovar que um grupo de “malta pesporrente” é uma associação de malfeitores, uma coisa não me pode ser negado. Mesmo correndo o risco de estar parcialmente errado no que penso, andam por aí uns senhores que continuam exactamente a comportar-se como associação de malfeitores. E não é de agora.
Uma associação destas não precisa de ter sede. Como qualquer associação do género, porque persistem por aí vários tipos de malfeitores, tem organização, tem estabilidade associativa e têm uma finalidade muito objectiva, que é fazer mal a quem for preciso se com isso defender os seus amigos malfeitores e os seus obscuros interesses de grupo.
A associação de malfeitores a que me refiro é bem conhecida dos portugueses, e está cada vez mais assanhada, já ameaça publica e despudoradamente, dando portanto ânimo a que energúmenos venham a agredir pessoas.
Existe entre eles, entre os velhos e conhecidissimos chefões e os seus adjuntos e os celerados e sicários operacionais, um acordo de vontades muito claro, e publicamente por diversas vezes expresso. Só não vê quem for, infelizmente, cego.
Da frase - “estou no terreno” - devo concluir o quê? E existem muito mais frases, bem piores.

Não me dêem mais desgostos
porque sei raciocinar
só os burros estão dispostos
a sofrer sem protestar

AC