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terça-feira, 16 de março de 2021

16 MARÇO 2021

Uff..........acaba hoje ao final da tarde esta odisseia capilar. Está marcado para as 1830h.

AC

domingo, 16 de dezembro de 2018

A  EVOLUÇÃO,  e  o  PASSAR  do  TEMPO
Antigamente (1970 para trás), em todo o lado havia quem consertasse as tesouras e as facas, os guarda-chuvas, os sapatos; havia costureiras e alfaiates, funileiros, barbeiros, etc.
Actualmente, por exemplo quanto a canalizadores, conheço um a quem se envia por telemóvel a fotografia do problema/cano a pingar e a descrição geral da aflição, e ele aparece pouco depois já preparado com todo o material necessário, ferramentas e outros apetrechos para proceder à reparação. 
Vem isto a propósito dos tempos contemporâneos e do despovoamento do interior do País.
O despovoamento no interior muito contribuiu para o desaparecimento de muitas destas profissões, destas facilidades/ necessidades na vida de então. Facilidades por se dispor delas, necessidades para socorrer a lufa-lufa da vida do antigamente.
Em alguns sítios, alguns deram a volta, como se costuma dizer.
É por exemplo o caso de um barbeiro.
Um reformado, tem uma carrinha comercial que adaptou a barbearia, barbearia de uma só cadeira, mas onde não faltam todos os apetrechos de uma moderna barbearia/ de um bom barbeiro actual. Anda por várias aldeias do concelho, a pedido, sob marcação. 
O telefone/ contacto está por todo o lado, no concelho respectivo, na área que cobre. Em todos os lugarejos o conhecem. E trabalha.
Eficaz, e o pessoal anda satisfeito e apresentável.
AC

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Num País com muitas imparidades.
Em Portugal, designadamente em algumas aldeias quase sem pessoas, como naquela que é um dos meus refúgios, ainda existe quem faça peças em latas. Lanternas, galheteiros, lamparinas, etc.
Mas deve ser por haver cada vez menos destes artesãos que, cada vez mais, se assiste a tiradas públicas de enorme lata.
Como diz o povão, que grande lata.
A foto acima mostra uma montra, não do meu barbeiro onde fui ontem mas, de outra "oficina".
Barbeiro dos que eu gosto, pouca conversa, e nada intrusivo. Ainda assim pediu-me que lhe explicasse o que eram imparidades e haircuts!!
Lá expliquei o melhor que sei, não sendo especialista na matéria. Creio que percebeu.
Depois, mal comparado, disse-lhe que, a meu ver, Portugal era um País cada vez com mais imparidades, desde logo os políticos que palram, mas depois..........
Uma desvalorização acelerada, uma perda de valor (que de facto não têm), não pagam o que devem!
Riu a bom rir.
AC (António Cabral)