Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 1 de maio de 2023
quarta-feira, 14 de setembro de 2022
Sr PM ANTÓNIO COSTA
Sendo VExa um exímio manipulador, um dos mais brilhantes aldrabões políticos de toda a nossa história, sempre seguro de que a esmagadora maioria dos portugueses não tem memória (uma infeliz realidade), e portanto um dos mais tristemente hábeis jogadores dos joguinhos que levam Portugal por cada vez mais péssimos caminhos, apesar do contentamento de Medina porque agora somos considerados (salvo erro) BBB+, proponho-lhe jogar este jogo.
É assim:
- quantos jovens querem ser professores primários?
- quantos jovens querem ser professores do ensino secundário?
- quantos jovens querem ser agentes da PSP?
- quantos jovens querem ser serralheiros?
- quantos jovens querem ser afinadores de pianos?
- quantos jovens querem ser enfermeiros?
- quantos jovens querem ser estafetas?
- quantos jovens querem ser desenhadores de construção civil?
- quantos jovens querem ser fruticultores?
- quantos jovens querem ser marceneiros?
- quantos jovens querem concorrer às academias militares?
Sr Costa, gostava de saber o seu palpite. Quer saber o meu?
Poucochinhos.
E quanto a médicos?
- quantos cardiologistas tem o hospital de Beja?
- quantos dos jovens licenciados em medicina querem escolher as especialidades de ginecologia, obstetrícia, medicina interna, anestesiologista, ortopedia, cirurgia geral, pediatria?
Dou-lhe a resposta: poucochinhos.
Porquê? Designadamente porque querem fugir como o diabo da cruz de terem de fazer urgências em hospitais do SNS.
A escolha de especialidades é cada vez mais ponderada em função de certos serviços como as urgências. É ponderada em função do local para futuramente trabalhar.
Admira-se sr Costa?
Mas sobre os médicos e SNS vou escrever depois coisa mais detalhada.
António Cabral (AC)
sexta-feira, 18 de março de 2022
A PROPÓSITO DA AGRESSÃO MILITAR
Na sequência da ilegítima e a todos os títulos condenável agressão militar da Rússia à Ucrânia, observei certas criaturas nacionais com responsabilidades políticas no passado e ainda hoje, a tecer profundas elucubrações sobre nomeadamente os recursos humanos das Forças Armadas (FA), com afirmações "interessantes (!!!) como - olhar com outros olhos para o recrutamento e para as condições de atração da carreira militar - repensar um novo modelo de recrutamento.
Como já estou nos "setentas" e já vi muita coisa na vida, andei na guerra em África ainda certos malandrecos andavam de bibe a pensar como se iriam dar nas federações partidárias como por exemplo em Lisboa, acho sempre engraçado este tipo de afirmações solenes, engraçado porque me recorda sempre uma palavra: COERÊNCIA.
No que respeita à carreira militar, que agora excelsas criaturas mostram tanta preocupação (???), mesmo sendo eu um ignorante destas coisas sei que o estudo da "motivação" é coisa muito complexa. Saber o que move os indivíduos para escolher esta ou aquela profissão. Saber o que move os indivíduos para determinados objectivos.
Hoje, é a minha percepção, em média o relacionamento entre pais e filhos está diferente do que era quando eu andava pelos 15/ 17 anos. Nessa altura havia guerra em África, Angola, Moçambique e na Guiné considerada a pior zona de todas, ainda que o Leste de Angola e o Norte de Moçambique fosse áreas muito amargas.
E o drama das famílias de ver um filho lá ir parar era tremendo. Hoje o mundo está muito diferente e porventura mais complexo e recheado de crescentes incertezas.
Conheço mal o assunto na vertente - atração da carreira militar, condições de atractividade. Mas, conhecendo mal o assunto e confessada a ignorância sobre as complexas questões relativas aos estudos e metodologias acerca das escolhas de profissões, sei de experiência vivida algumas coisas óbvias.
Por exemplo, creio que um jovem na fase final do ensino secundário ou mesmo ligeiramente antes, pondera pelo menos o seguinte:
> realização pessoal;
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
O estado deste "SÍTIO" (Eça dixit)
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
Não, não vou falar das nomeações para os Óscares.
Das coisas interessantes na sociedade, para mim naturalmente, é observar trajectos de carreira, interligações políticas e familiares e de conveniência, não apenas mas especialmente, as nomeações para cargos lá fora (Bruxelas, Embaixadas, Agências, Frankfurt, ONU, Banca internacional, cargos militares, etc), observando quer as nomeações civis quer as militares.
MUITO INTERESSANTE.
Dá trabalho, é preciso vasculhar, e o maçudo DR 2ª série ajuda.
Muitas nomeações diria que seguem o trilho da normalidade administrativa dentro de cada profissão, diplomata, militar, jurista, economista, etc.
Outras, hoje como ontem, seguem o trilho da conveniência de quem manda em determinado momento.
Por vezes, cogitação legítima, quem manda nomeia quem conhece, ou quem lhe é aconselhado, podendo haver clubites corporativas ou políticas. E com mais do que uma se bate anos do peito - olha o meu currículo!!!!
Outras vezes, cogitação igualmente legítima, quem manda acaba por nomear alguém que possa ter mais ou menos perfil para um dado cargo, mas alguém que eventualmente não seria nomeado se um ou dois do seu tempo e da mesma profissão estivessem à mão e não em cargos ainda por terminar.
Uma coisa é certa, parece-me, quer para civis quer militares, as nomeações serão em média pacíficas, não provocando nenhum esgar de surpresa ou sentimento de revolta interior.
Outras houve, há e haverá, que ficam sempre com certos contornos que, para a maioria dos profissionais da carreira em causa e para os observadores, escapará a justeza de tais nomeações.
Uma coisa é certa, e a história passada e recente tem disso algumas ilustrações, ás vezes quem manda quer cinzentões e não um especial mérito, quer sobretudo quem não venha maçar um dia com questões de honestidade intelectual.
Não sei se isso se deve a influências e costumes do passado, por exemplo, do século XIX, em que certas nomeações foram determinadas muito pela ausência de cor política definida, ou ausência de especial mérito, ou que à maioria dos observadores não provocasse especial repugnância, como em tempos Vasco Pulido Valente explicou por exemplo relativamente a partes da nossa movimentada história desse século.
AC
sábado, 9 de novembro de 2019
terça-feira, 12 de março de 2019
Mas são só os enfermeiros?
São um pilar na nossa sociedade, mas não constituem "o pilar".
Não existem outras traves mestras?
E os professores, e particularmente os do ensino básico?
Porque é aí que começa a formação das meninas e dos meninos, e se constroem ou não cidadãos com conhecimento, com boas bases, e com coluna vertebral.
E os guardas prisionais?
E os funcionários dos lares?
E os funcionários dos serviços de limpeza das cidades, vilas e aldeias?
E........
E...............
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E...............................
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AC
segunda-feira, 11 de março de 2019
domingo, 16 de dezembro de 2018
Antigamente (1970 para trás), em todo o lado havia quem consertasse as tesouras e as facas, os guarda-chuvas, os sapatos; havia costureiras e alfaiates, funileiros, barbeiros, etc.
Actualmente, por exemplo quanto a canalizadores, conheço um a quem se envia por telemóvel a fotografia do problema/cano a pingar e a descrição geral da aflição, e ele aparece pouco depois já preparado com todo o material necessário, ferramentas e outros apetrechos para proceder à reparação.
Vem isto a propósito dos tempos contemporâneos e do despovoamento do interior do País.
O despovoamento no interior muito contribuiu para o desaparecimento de muitas destas profissões, destas facilidades/ necessidades na vida de então. Facilidades por se dispor delas, necessidades para socorrer a lufa-lufa da vida do antigamente.
Em alguns sítios, alguns deram a volta, como se costuma dizer.
É por exemplo o caso de um barbeiro.
Um reformado, tem uma carrinha comercial que adaptou a barbearia, barbearia de uma só cadeira, mas onde não faltam todos os apetrechos de uma moderna barbearia/ de um bom barbeiro actual. Anda por várias aldeias do concelho, a pedido, sob marcação.
O telefone/ contacto está por todo o lado, no concelho respectivo, na área que cobre. Em todos os lugarejos o conhecem. E trabalha.
Eficaz, e o pessoal anda satisfeito e apresentável.
AC
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