Mostrar mensagens com a etiqueta eucaliptos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eucaliptos. Mostrar todas as mensagens

domingo, 24 de março de 2024

De COERÊNCIA em COERÊNCIA . . . . 

Vem isto a propósito de coerência, de energia limpa, de negócios, de Ministério Público, de ambientalistas, de verdes e de outras cores, etc.

Lê-se por aí que a dita maior central solar da Europa foi travada pela Justiça. O sempre omnipotente e poderoso Ministério Público impugnou em tribunal a licença dada pela Agência Portuguesa do Ambiente para o projeto da Iberdrola em parceria com a Prosolia.


Lê-se, também, que o Ministério Público acredita que este projecto passou por cima de "regimes jurídicos de proteção de recursos naturais", pelo que impugnou o aval que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) tinha dado ao projeto.

Parece que foram "feridos" instrumentos de gestão territorial e de regimes jurídicos de protecção de recursos naturais.

Parece que antes disto houve pareceres negativos de várias entidades, como o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia etc.

Parece haver também a suspeita que o projecto seria para alimentar o famoso centro da investigação em Sines que levou à demissão do primeiro-ministro António Costa.

Admito que tenha havido alguma marosca aqui e ali. 

Mas o que acho delicioso neste processo e impugnação é, pareceu-me, haver sobretudo oposição ao abate de milhares de eucaliptos.
Mas, o eucalipto não é para abater o mais possível, sempre que se possa?

Pois, independentemente de maroscas, sobressai a coerência de certos meninos.
Ou estou enganado?
Se estou, darei a mão à palmatória, não temo errar pois, como Bento de Jesus Caraça, estou sempre pronto a corrigir-me.

E assim continuamos neste canteiro à beira mar plantado, com eucaliptos que devem ser abatidos já pois secam tudo, e com milhares e milhares de eucaliptos que devem sr preservados, salvados do serrote!
AC

sábado, 15 de maio de 2021

SÁBADO. ESTÁ SOL.

Aqui na aldeia há um silêncio enorme. Escutei atentamente, nem moscas se ouviam quando abri a janela.

Esperemos que seja um dia bom. Caminhada planeada com a Nikon D90 por companhia e não só.

Quanto a livros estou a olhar para o monte que ali está a um canto.

A caminhada vai fazer-me bem, espero, pois no meu país a cada passo a cada esquina podemos ter surpresas desagradáveis. Teoricamente, e estou a olhar ali parado volume da CRP que sempre me acompanha, vivemos em democracia sem censura, sem exame prévio, com liberdade de expressão, com tolerância, com direito à indignação.

Mas, começa a parecer-me, que não se pode beliscar suas excelências. Refiro-me concretamente a autoridades aqui na zona da aldeia, até porque vejo circunstâncias de terrenos em condições bem diferentes/ piores daquilo que nós tratámos até ontem no nosso minúsculo 0,782 ha.

AC