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terça-feira, 4 de abril de 2023

TRANSPARÊNCIA ou POUCA VERGONHA? 

Não é só por cá, longe disso, estou bem consciente. 

Mas o mal dos outros e as pouca vergonhas dos outros importa-me menos do que aquilo que por cá se passa.

O comentador-mor, mais o intrujão-mor estão contentinhos e felizes, como dizia outro dia Ricardo Araújo Pereira, parecem um casal normal!

Portugal ganhou há dias ao Luxemburgo por 6-0, em futebol, porque se outra coisa fosse se calhar perdíamos. Provavelmente o FALCON no regresso a Lisboa deve ter voado como os pombos, a bater asas de contentamento.

Sim o título é a propósito de futebol, a propósito da nebulosa imensa que envolve o futebol e envolve a federação respectiva.

Semanas atrás, foi contratado o novo selecionador, um espanhol e, à semelhança de anterior postura os contratos ficam longe das vistas do público em geral, dos jornalistas, e sobretudo das pessoas decentes que pugnam por transparência na vida pública.

Claro que as questões levantadas pelo fisco /AT e outras relativas ao anterior seleccionador, relativas a equipas técnicas, relativa a jogadores de Benfica, Porto e etc., ou relativa a broncas/ suspeitas sobre vários dirigentes e sobre várias construções, isso são "pintelhos" como diria Catroga. 

Nada relevante, tudo nos conformes, PRONTOOSSS!

AC

sábado, 25 de julho de 2015

Futebol
Vinha na ponte, depois desta manhã ajudar a minha idosa mãe de 90 radiosas primaveras, com o rádio ligado, as notícias das 1300 horas ecoando no ritmo e enjoo habituais.
A prisão dourada do DDT, a desproporção da coisa, mais isto e aquilo, e com muita enfase notícias do futebol em Portugal. Então, se bem percebi, a liga dos clubes teria aprovado várias coisas que deveriam ter de ser submetidas à assembleia geral da federação de futebol, um dos tais vários portugal dentro de Portugal.
Disseram que a liga levou um desaire monumental. Depois passaram a voz de um tal de Duque, que recordo ter ouvido falar a pessoa de família, nada dizendo de bom. Vale o que vale, naturalmente.
Mas tudo junto, fácil de concluir: o nojo, a porcaria, continuam! A desgraça é que milhares de concidadãos dão a estas coisas importância suprema, e gastam dinheiro com isto.
AC