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sábado, 25 de junho de 2022

PINDÉRICOS  e  em  BICOS  de  PÉS
"Portugal sem dinheiro para enviar armas a Kiev"
Ainda não parei de rir. 
Terá sido por causa deste tipo de coisas, que Zelensky se fartou de promessas e vai substituir a embaixadora?
A esta hora Zelensky já terá percebido que a promessa dos 250 milhões de Costa (nossos, nossos impostos) para lá reconstruir não sei bem o quê não passa disso mesmo, promessa à Costa, como ele faz por cá, com a maior desfaçatez e sem vergonha nenhuma na cara.
Lê-se por aí - " Os tanques (tanques, quais tanques, seus jornalistas ignorantes?) portugueses já estão prontos para seguir para a Ucrânia, mas falta o dinheiro para o transporte. O Exército está de tanga e não tem verba para nada. Espera-se que os ingleses possam dar uma ajuda".

Esta é a "coisa". 
Coisa que pode fazer-nos recordar palavreado como, pirosos, vergonhoso, pôr-se em bicos de pés, subserviência a outrem, pedintes, caricato, ausência de noção das realidades, incompetência, etc., um etc. infindável.

Ainda não ouvi nada de Marcelo. 
Será que está à espera de verificar se não estamos perante mais um problema estrutural? 
Ou será que se pronunciará apenas depois de conseguir ligação telefónica com Zelensky para lhe dar conforto? 
"Zel, my friend, I assure you that Putin will hide shortly because he is aware that you are about to receive a massive military support from Me, and the tide of war will change. By the way, do not eat "Bacalau" this summer".

Bom, deixando a laracha de parte.

Este notícia parece-me de uma vergonhosa incompetência e com a superficialidade habitual.
Dão isto à estampa, com sugestões - "resumiu a mesma fonte" - "outra fonte, ligada aos meios do Exército" - "já o ministério da defesa" - e a esta última referência de fonte ligam - … Já o Ministério da Defesa afirma que as lagartas estão prontas desde 31 de maio. «Já temos os parceiros aliados que já se disponibilizaram para as transportarem só estamos há espera que nos digam quando o podem fazer», argumentou o Ministério de Helena Carreiras. 

Apesar das periódicas e inconsequentes retóricas emanadas de Belém, apesar de muitas tiradas de políticos vários publicitadas com a   habitual falta de vergonha na cara, a realidade material das Forças Armadas é a que é e não a que propagandeiam certas criaturas.

É habitual umas criaturas que por cá andam colocar-se sempre em bicos de pés. Normalmente não reparam como são tão ridículos.

Eu que percebo quase nada ou mesmo nada destas coisas, nada me custa a acreditar que Portugal possa com alguma facilidade ter remetido para a Ucrânia, cintos, coletes à prova de bala, botas, cantis, facas de mato, munições ligeiras, espingardas G3, coisas desta natureza menor, em que há muito de "não letal".

Nada me custa acreditar que não temos capacidade alguma para ceder carros de combate pois presumo que teremos pouquíssimos e, provavelmente, muitos em mau estado de conservação.
Não me custa nada acreditar que não temos qualquer capacidade para ceder artilharia de longo alcance e munições respectivas.

Pelo que leio na notícia, fiquei a saber que o nosso Exército dispõe de 150 viaturas blindadas de transporte de pessoal/ tropa, M 113, material que os EUA nos terão vendido a preço de amigo (??) no início dos anos 90 do século passado. 
Como deve ser segredo de Estado, nada se sabe sobre a sua operacionalidade, embora da notícia se deduza uma realidade penosa. Mas é engraçado ler - que as lagartas já estão prontas! Isto quer dizer que não estavam, certo?

Costuma dizer-se quem dá o que tem a mais não é obrigado.
Não é vergonhoso termos pouco e velho para dar. 
São 15 brinquedos obsoletos e que, sugere a notícia, não andavam. Estavam encalhados em Santa Margarida!

Mas o que é vergonhoso e típico de criaturas tipo Costa, é decidir dar uma determinada coisa e depois ……..verifica-se que não pensaram nos parâmetros todos do processo. 
Ficaram, como diz o povo, com as calças na mão!
Querem, portanto, estes inarráveis governantes, que alguém leve "pro bono" a nossa tralha! Não é bem, mas é quase como eu oferecer o carro do meu vizinho!

Repito, nada percebo destas coisas, mas tenho experiência de vida e bons amigos na tropa, como acintosamente sempre referem certas criaturas. 
Isto dito, e conhecendo o modo de actuação de Costas, Marcelos e até de alguns militares, ficam aqui umas conjecturas que me passam agora pela cabeça.

E se nisto tudo, houver aqui uma história muito mal contada?

> Será que alguma vez Costa e a sua adjunta Carreiras alguma vez pensaram em ceder algo mais que munições ligeiras, uns materiais não letais, uns ferros velhos da GNR como indica a notícia, boa vontade e disponibilidade para treinar cá umas dezenas de militares Ucranianos?

> E será que alguma vez o Exército pensou em desfazer-se de viaturas M 113 ou outras apesar do seu estado de conservação?

> E será que agora o Exército não estará nada satisfeito com este desfecho?

> E será que porventura o governo foi fortemente pressionado pelos EUA para ceder este material, e ficou entalado?

> E será que os EUA estão a fazer o mesmo junto de outros países para fornecimento de material à Ucrânia (poupando o deles) que sabem esses países possuem, até porque em muitos casos são de origem americana?

> Será por isto que a coisa chegou a este ridículo?

O que me parece lamentável é o artigo ser doce para o governo e quase dar a entender que o Exército devia tratar da coisa. O problema nunca está com Costa e o seu desgoverno, seja sobre que assunto for.
Igualmente lamentável, colocarem no artigo frases como tendo sido proferidas por alguém ligado ao Exército.

Isto tudo é vergonhoso, lamentável, e bem elucidativo do que é a maioria da comunicação social, do que são certos políticos, e da situação confrangedora de muitas áreas dentro das Forças Armadas.
Portugal, mais uma vez no seu melhor ou, como diria Marcelo - o melhor dos melhores!

António Cabral (AC)

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

PORTUGAL,
Um País cada vez mais de palhaços ?
A fúria legislativa acerca de tudo quanto a animais não pára.
Antes de prosseguir, quero salientar que, para lá de nas sociedades e designadamente entre nós existirem ainda maus tratos a animais domésticos e não só, na minha família o cão foi sempre um ser vivo muito respeitado e estimado, muito mais que animal doméstico, de companhia. Em menino, tive um arraçado de pastor alemão.
Adulto e casado e com filhos tivemos o "Alerta".
Mais recentemente e como eu dizia a amigos e familiares afastados acerca do "Brutus" (um Leão da Rodésia não puro), antes do primeiro neto de duas perninhas tive um de quatro patitas. 
Levei-o para a aldeia a primeira vez com quase 4 meses, tremia de frio, dormiu num cobertor, na sala, a cerca de 3 metros da lareira.

A fúria legislativa atingiu já, na minha opinião naturalmente, foros de patético, regulamento para aqui e para ali, SNS para animais etc.
Quando se observam as variadas propostas que vão aparecendo em S. Bento fica muitas vezes a ideia de que as pessoas e os seus problemas e angústias parecem ficar secundarizados.
Quanto aos circos, está aparentemente para breve acabar com animais no circo.
E a propósito de circos, já agora coloco a questão PALHAÇOS.
Sim, os palhaços são representados por pessoas.
Pessoas a entreterem outras pessoas, pintando-se nos camarins com cores garridas e vestindo fatiotas coloridas muitas vezes anedóticas.
Quantas vezes não se apresentam ao público, com problemas pessoais angustiantes, fechando-os no peito, fazendo sempre rir adultos e criançada?
Haverá aqui uma certa dose de escravidão, isto se observarmos a coisa à luz do pensamento de certa gente?
Eliminar JÁ os palhaços do circo? TALVEZ!

Até porque, quanto a palhaços, podemos eliminá-los do circo pois temos na sociedade portuguesa imensos palhaços, IMENSOS, "paletes deles" como dizia o outro, muitos são mesmo inimagináveis.
Temos o palhaço palrador.
Temos o palhaço intrujão. Temos aliás vários destes.
Temos os palhaços comentadores, aliás, destes temos também imensos.
Temos o palhaço que queria actuar na Europa mas o público não correspondeu.
Temos o palhaço que tomava conta da casa, saiu, mas continua a mandar recados para a casa que antes geriu e mal.
Temos o palhaço arrependido, que saiu, e agora quer voltar, vá lá saber-se porquê.
Temos os palhaços imitadores do palhaço intrujão.
Temos o palhaço que quase recomenda marcas de berbequins para fazer furos na parede.
Temos o palhaço que roubou e tem cofres diversos.
Temos o palhaço que sabia, mas que não sabia, mas sabia que podia não ter sido, mas que afinal, sempre soube.  
Temos o palhaço que se iniciou nas lides de palhaço em 1985 e hoje comenta tudo e sobretudo o que desconhece por completo.
Temos o palhaço racista, mais o palhaço xenófobo, mais o palhaço múltiplo de coisas várias, mais o palhaço ortodoxo.
Temos o palhaço que tem asco ás forças de segurança mas as chama sempre que lhe interessa.
Temos o palhaço que afaga as fitas da coroa de flores que quase me fez lembrar o andar mole e pesado de Américo Tomás A diferença é que Américo era careca.
Temos palhaços sem fim. 
Acabem com os do circo, estes que andam por aí à solta divertem mal mas ..........prontossss, é o que temos e temos MUITOS!
AC