Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) admitiu, na passada quinta-feira, que há agentes a recorrerem a baixas médicas fraudulentas para demonstrarem a sua "insatisfação" pela não atribuição de um suplemento idêntico ao que passou a ser auferido na Polícia Judiciária.
Depois encontram-se declarações assim - "Não nos identificamos com baixas fraudulentas. Admitimos que muitos colegas estão a recorrer a esse expediente, mas também sabemos que muitos outros estariam, nos últimos meses, já no limite, na exaustão, a fazer tudo para compensar um pouco mais o seu rendimento através dos serviços remunerados (...) Agora, obviamente, estarão alguns polícias a recorrer a esse expediente para demonstrar a sua insatisfação, mas muitos outros, qualquer dia, têm medo de colocar uma baixa médica, mesmo que doentes, para não serem chamados irresponsáveis", afirmou Paulo Santos, em declarações emitidas esta quinta-feira de manhã na Antena 1.
Mais tarde encontrámos isto - o presidente da ASPP/PSP pediu para fazer uma "clarificação", alegando que as baixas estavam "todas a ser justificadas por quem de direito e nos sítios próprios". "Estas [declarações de doença] derivam de um quadro de burnout coletivo, de fadiga e cansaço dos últimos anos que tem afetado os profissionais", acrescentou. Quando questionado diretamente sobre se poderia haver baixas fraudulentas, Paulo Santos não respondeu, preferindo reiterar o que já dissera sobre o assunto. "Os polícias também têm direito a estar doentes", frisou.
Mais tarde encontrámos isto - o presidente da ASPP/PSP pediu para fazer uma "clarificação", alegando que as baixas estavam "todas a ser justificadas por quem de direito e nos sítios próprios". "Estas [declarações de doença] derivam de um quadro de burnout coletivo, de fadiga e cansaço dos últimos anos que tem afetado os profissionais", acrescentou. Quando questionado diretamente sobre se poderia haver baixas fraudulentas, Paulo Santos não respondeu, preferindo reiterar o que já dissera sobre o assunto. "Os polícias também têm direito a estar doentes", frisou.
E mais isto - a Associação Sindical sublinha que ficar doente não requer autorização e alerta para o facto de haver «polícias a trabalhar com incapacidades permanentes adquiridas em serviço».
A cada um matutar sobre a qualidade política de António Costa (que certos personagens dizem na TV ser um político muito experiente (????)), de certa gente dos diferentes partidos políticos, das chefias das forças de segurança, e dos sindicatos e plataformas que aparecem com este tipo de declarações. É o estado deste Estado.
A cada um matutar sobre a qualidade política de António Costa (que certos personagens dizem na TV ser um político muito experiente (????)), de certa gente dos diferentes partidos políticos, das chefias das forças de segurança, e dos sindicatos e plataformas que aparecem com este tipo de declarações. É o estado deste Estado.
Fico por aqui.
AC
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