Dizem por aí que António Costa ajusta contas com Marcelo no prefácio de novo livro de Vital Moreira,“Que Presidente da República para Portugal?” e dizem que estará escrito - “Legitimidade reforçada do PR em nada tem contribuído para a estabilidade”
Parece que Costa defende o que muitos defendem e no essencial decorre do que está escrito nas competências constitucionais do PR.
Defende aparentemente (não sei se é assim, não conheço) - o PR deve ser um mediador e promotor de consensos – coisa que, escreve, Marcelo não foi, a não ser na pandemia.
Há coisas na vida sempre interessantes (???) de observar quando lidamos com certas criaturas na vida pública.
Na CRP, logo no Art. 120º, se define que o PR . . . . garante o regular funcionamento das instituições democráticas.
Daqui se deduz logicamente que o PR não deve fazer muitas das coisas que Marcelo fez e continua a fazer, e nisso Vital Moreira bem tem chamado à atenção.
Obviamente que o PR deve ser um moderador. Não deve destruir a sua autoridade política. Deve prevenir crises e não, contribuir para elas.
A sua autoridade política vem do facto de, por norma constitucional (Art. 121º), dever ser eleito por sufrágio universal, directo, e secreto, dos cidadãos portugueses . . . . - e não por qualquer outro meio que, PARECE, algumas bestas defendem.
Do que se diz por aí António Costa morde nas canelas de Marcelo. É muito bem feito.
Estará Marcelo recordado da parvoeira - “Éramos felizes e não sabíamos”?
Estará recordado dos abracinhos e outras patéticas cenas? E conluios de duvidosa constitucionalidade?
Marcelo conhece bem a fábula com que titulei este pequeno texto.
Que pensará agora? Terá na cabeça a palavra - ingrato?
Enfim, nunca mais chega o 10 de Março de 2026.
E como disse Ricardo Leão, o outro "parceiro" que se derreta por Bruxelas".
AC
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