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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

5  de OUTUBRO

A cerimónia do 5 de Outubro de 2025 foi a melhor dos últimos anos.

Não abriram a boca, FELIZMENTE.

AC

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O ano passado escrevi isto que está supra.


Com será a cerimónia deste 2026?

A bandeira estará na posição correcta?

Discursatas?

Aguardemos.

AC

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

5  de OUTUBRO

A cerimónia do 5 de Outubro de 2025 foi a melhor dos últimos anos.

Não abriram a boca, FELIZMENTE.

AC

domingo, 9 de outubro de 2022

COMEMORAR  a  REPÚBLICA

Em 1922, tínhamos o que tínhamos. 

Em 2022, temos o que temos, não estamos muito bem.

Em 1922, éramos muito atrasados.

Em 2022, somos bastante menos atrasados.

Em 1922, nos planos da cultura, analfabetismo, esperança de vida, mortalidade infantil, desenvolvimento, éramos uma desgraça.

Em 2022, estamos completamente diferentes para bastante melhor mas, no entanto, quase na cauda dos países na UE.

Em 1922, (16 Fevereiro), concentraram-se em volta de Lisboa tropas vindas da província para alegadamente combater as greves operárias em curso, na Carris, conservas de peixe em Setúbal, etc.

Em 2022, a tropa não é nisso empregue, mas é mal paga, e entre órgãos de soberania apreciam é mais a submissão que a legal subordinação das Forças Armadas ao poder político legitimado pelo voto.

Em 1922, 22 Março, partiam de Lisboa para a travessia aérea do Atlântico, em direcção ao Rio de Janeiro, Gago Coutinho e Sacadura Cabral.

Em 2022, e a propósito de meios aéreos, continua a brincar-se com a TAP e aos drones. E os Falcon não têm descanso.

Em 1922, 7 de Agosto, houve uma greve geral contra a carestia de vida, registando-se rebentamentos de petardos, feridos e prisões, e foi declarado o estado de sítio em Lisboa e concelhos limítrofes durante 15 dias. Além disso a polícia invadiu o sindicato único metalúrgico, e encerrou a confederação geral de trabalhadores e a união socialista operária.

Em 2022, a carestia de vida, exorbitante, é uma evidência, sendo os culpados a pandemia, a inflação, o Putin e, naturalmente, Passos Coelho. Os socialistas não têm culpa nenhuma e menos ainda Marcelo.

Em 1922, a miséria em muitas zonas doa Açores, Madeira, Trás-os-Montes, Alentejo etc., era uma triste realidade.

Em 2022, a situação é bastante diferente, por exemplo, já não se pode dizer - para lá do Marão mandam os que lá estão - pois estavam quase isolados; hoje pode dizer-se - no Marão, mandam os poucos velhos que ainda lá estão - despovoamento e túneis são uma realidade.

Em 1922, em Dezembro, Vieira de Castro publicou "A Europa e a República Portuguesa", e Oliveira Salazar, "Lições de Finanças".

Em 2022, as finanças estão como estão, uma lástima.

Em 1922, o ano sucedeu-se aos de 1919-1921 em que Estado, patronato da indústria, comércio e serviços urbanos consideraram anos de ameaça vermelha. Mas no final de 1922 já a ameaça vermelha tinha acabado e as confrontações laborais estavam diminuindo.

Em 2022, as ameaças são múltiplas e variadas na cor e na profundidade.

Em 1922, não tínhamos reguladores independentes.

Em 2022, temos reguladores formalmente independentes que regulam há décadas como sempre se vê, desde os preços dos combustíveis ao longo das auto-estradas ao cambão entre supermercados, etc.

Em 1922, não tínhamos auto-estradas.

Em 2022 temos muitas e para Norte no território Continental há uma zona em que temos 3 quase paralelas.

Em 1922, não tínhamos ajustes directos.

Em 2022, quanto a ajustes directos é fartar vilanagem.

Em 1922, havia sérios e sérias, e outros nem tanto.

Em 2022, a maioria das elites esforça-se por não sorrir para parecer séria.

Em 1922, o futebol era coisa insipiente.

Em 2022, chamam-lhe uma indústria, com características especiais, havendo notícias de prisões e fugas de dirigentes, notícias de frutas, notícias de que a Norte quem o devia fazer se recusa a investigar e averiguar, notícias de fuga ao fisco, e com a característica suprema de ter voltado a ser o comprimido do adormecimento da sociedade como no Estado Novo.

Em 1922, o mar português era o mesmo ou melhor, estava o Atlântico no mesmo sítio, pescava-se com as artes de então, havia muita indústria conserveira, havia por exemplo no Algarve amarrações fixas para captura do atum.

Em 2022, já temos há uns anos as ZEE, estamos há 13 anos à espera para ver se nas Nações Unidas aprovam ou não o nosso pedido de alargamento da plataforma continental, o atum fugiu, a frota de pesca é diminuta, periodicamente agitam-se algumas elites com loas ao mar e sempre ao estilo - agora é que vai ser - mas no fundo no fundo temos  marasmo, e uns filósofos civis e militares em periódicas conferências, fóruns, reuniões, e propaganda mas sempre muito AZUL.

Em 1922, não havia digital, computadores, Internet, "big brother", Via Verde, multibanco, cartões de crédito, cartões das marcas e das lojas, APP's, etc.

Em 2022, o digital está aí, o big brother também, e muitos compram já comida a crédito, muitos estão sem crédito, muitos estão com a casa a ir ao ar.

Em 1922, Gago Coutinho e Sacadura Cabral e alguns outros voavam de vez em quando em avionetas frágeis.

Em 2022, os Falcon estão cada vez mais frágeis e quase não conseguem estar um pouco a descansar em Portugal!

Em 1922, os políticos, Presidente da República e governantes falavam de vez em quando sobretudo pelos jornais.

E 2022, não temos descanso, nem um dia que seja, e se não fecharmos o televisor, não há dia em que não tenhamos que aturar a demagogia e a maior parte das vezes as mentiras dos inquilinos em Belém e S. Bento . Insuportáveis.

António Cabral (AC)

TENHAM UM BOM DOMINGO, SAÚDE, e CUIDADO COM as QUEDAS.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

HÁ 10 ANOS
Há dez anos, Vasco Pulido Valente entre outras coisas perguntava:

"Como é possível pedir aos partidos de uma democracia liberal que festejem uma ditadura terrorista em que reinavam "carbonários", vigilantes de vário género e pêlo e a "formiga branca" (como lhe chamavam) do jacobinismo? Como é possível pedir que uma cultura política assente nos "direitos do homem e do cidadão" preste homenagem oficial a uma cultura política que perseguia sem escrúpulos (e, às vezes (às Vezes?) , matava) uma extensa e indeterminada multidão de "suspeitos" (anarquistas, anarco-sindicalistas, monárquicos, moderados e por aí fora)? Como é possível ao Estado da tolerância e da aceitação do "outro" ir de repente mostrar o seu respeito por uma ideologia cuja essência era a erradicação da Igreja Católica?”.

Claro que é possível e, como se vê cada vez mais desde 2015 com este António (Afonso) Costa, o ataque/ assalto despudorado à máquina do Estado e mesmo o assalto a algumas estruturas Europeias onde existem uns lugares apetitosos a serem ocupados por nacionais, assalto que parece ter aplausos entusiásticos em Belém, tudo prossegue com o esmero e superior mestria vertidos no cardápio socialista/ carbonário/ mafioso,  ao melhor estilo de terrorismo de Estado, mas agora com laivos democráticos. E sempre com um execrável sorriso, e patético  acenar de cabeça com máscara envergando ou não blusão militar.

Concretamente e por exemplo, no que respeita à questão de nomeação de novo presidente para o Tribunal de Contas, pessoalmente e como regra, concordo que não deve ser encarada a renovação de mandatos seja onde for na máquina do Estado, a não ser em casos muito excepcionais e em que todos percebem a sua razoabilidade.
Da maneira como as coisas andam a passar-se, devia cair do céu uma lei impedindo recandidaturas nos orgãos de soberania.
No caso do Tribunal de Contas, como cidadão comum não descortino nenhuma razão excepcional que justificasse haver renovação do presidente que estava.

Mas, por outro lado, também não tenho dúvidas que o actual “Afonso” Costa o queria ver corrido porque o cessante presidente não se cansou de chamar à atenção para coisas perigosas o que muito irritou o presente PM.
Por outro lado, ainda, é para mim  inaceitável para dizer o mínimo, que estes senhores todos de todas as cores que, estando em posições de chefia como ministros, secretários de Estado, dirigentes das mais diversas instituições do Estado, publicamente se pronunciem constantemente sobre tudo e mais alguma coisa, em vez de cumprirem os seus deveres, calados, exararem os seus relatórios pareceres e despachos e dirigi-los a quem de direito, ou seja, fiscalizarem, sem passar coisas para os jornalistas, pedindo ou não para serem entrevistados.

António Costa é matreiro que não me engana. 
O decisão da substituição no TC devia ter sido conhecida muito antes, porventura um mês antes, para não haver a legitima dúvida de se tratar de uma vingança/ ajuste de contas.
O inquilino em Belém, ontem ao fim da tarde disse publicamente que não sabia de nada, noite fora, depois de, acho eu, se conluiar com Rio e Costa, nomeia o agora empossado. Que processo mais estranho e que justificações e retóricas mais esfarrapadas. E que triste discurso.

Quanto a Marcelo Rebelo de Sousa, o seu discurso na posse do novo presidente do TC, leiam-no bem, é esclarecedor. 
Se esclarecimento para o cimo da pirâmide ainda era preciso.
Desgraçados de nós.
AC

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O Sr Presidente da República, o Comandante Supremo das FA, e a Democracia
Ou devia escrever, Marcelo e algumas das suas teorias?
Vem este atrevimento da minha parte a propósito do discurso que o PR proferiu no passado 5 de Outubro, na CMLisboa, onde entre outras coisas se expressou dizendo que a democracia impõe que se olhe para instituições estruturantes, como é o caso das FA (Forças Armadas).
A expressão concreta foi....."não há verdadeira democracia sem atenção a entidades estruturantes como as Forças Armadas".
Antes, na parte inicial da alocução, disse - ....."tratamento errado das Forças Armadas"......
A propósito, deixem meter aqui uma colherada tipo dano colateral, e que advém de ter ouvido o pequenino comentador de Domingo da SIC dizer coisas acerca de Tancos e do ministro Azeredo Lopes, a quem chamou - "o ministro que não é um ministro qualquer, é o ministro das FA".
Pois é............estamos nisto.......continuamos.............
1º - O ministro não é das FA, da tropa, como muita gente diz; é o ministro da defesa nacional, embora de facto acabe por não o ser, como aliás todos os seus antecessores. A triste realidade da democracia dá direito a que os Marques Mendes, os Jorge Coelhos, os Mários Soares, os Cavaco Silva, os António Guterres e muitos outros assim considerem a coisa;
2º - tratamento errado das FA é uma constante da nossa história, basta começar em 1800;
3º - é uma evidência, e fiquemo-nos por 1800 até hoje, muitos chefes militares trataram da vidinha à custa do País, por violento que considerem esta afirmação;
4º - nenhum país se desenvolve e progride, sem de facto tratar adequadamente da estrutura do Estado, sem olhar a instituições estruturantes, fundadoras, diria eu; andam sempre a fazer "poucachinhas" coisas;
5º - afirmar que não há verdadeira democracia sem atenção a entidades estruturantes é para mim completamente verdadeiro; acrescentar as FA, já merece ponderação;
6º - em Portugal, como em muitos outros países, as FA são efectivamente uma entidade estruturante e, nessa medida, apoucar a instituição militar, não a modernizar na sua estrutura, não a adaptar sem demora aos tempos contemporâneos, não a dotar de meios humanos, materiais e financeiros, é indicador seguro de que alguma coisa não andará muito bem na democracia formal;
7º - mas países existem que não têm FA; não são verdadeiras democracias, presidente Marcelo?
8º - Marcelo falou assim no 5 de Outubro, porque o seu irmão gémeo chamado comandante supremo das FA lhe sussurrou ao  ouvido - Tancos foi uma vergonha e continua uma vergonha, muitas coisas mais estão altamente degradadas na instituição militar, como o estado comatoso do hospital das FA, como o desinvestimento ao longo dos anos em material e infra-estruturas - ou Marcelo falou assim apenas para fazer mais uma pressãozita em António Costa, para que rapidamente se corra com Azeredo Lopes e Rovisco Duarte ou, por outras palavras, para sobretudo mudar de varejeiras o mais rápido possível, ficando tudo mais ou menos como dantes com quartel general em Abrantes?
Fica a minha dúvida. AC

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

VEM AÍ o 5 de OUTUBRO
É na próxima segunda-feira, a seguir ao Domingo em que votarei, cumprindo o meu dever de cidadão.
Este ano, já percebi, a probabilidade da Bandeira Nacional ser içada ao contrário, como aconteceu o ano passado na cara de Aníbal Cavaco Silva e António Costa, é felizmente baixa.
Porquê?
Porque as duas criaturas não vão estar na varanda da CML.
Ora aqui está uma boa notícia.
Quanto ás razões da ausência do actual PR.......... é tão mau..............vamos à fotografia.
AC