Mostrar mensagens com a etiqueta demografia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta demografia. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 21 de agosto de 2024

FUI  ULTRAPASSADO

Não, não tem nada a ver com carros, motas, bicicleta.

Não, fui ultrapassado por um dos meus melhores amigos.

Explicando, tenho quatro netos, ele acaba de ter o quinto.

As nossas famílias alguma coisa têm feito pela demografia.

AC

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Fazer figura de urso
Os ursos que me desculpem, estar a comparar com eles uns quantos farsantes que por aí teimam em nos maçar e azucrinar a vida.
Para fazerem figura de urso, não precisam ter a noção de quase nada, ás vezes mesmo nada.
Por vezes pagam-lhes bolsas, arranjam-lhes uns "jobs", várias vezes ao fim de trinta anos ainda não têm canudo nenhum, nem mesmo com turbo professores das faculdades de fachada.
Mas fazem campanhas, colam uns cartazes, vão aos sítios da noite em moda, etc.
Uns quantos acabam na AR depois de estágios nas juventudes partidárias. Vários, também, quando abrem a goela, lembram-me aqueles contos infantis de há quase setenta anos, onde ás fadas más saiam sapos e cobras pela boca.
Andam por aí uns pequenotes que parecem esquecer-se que tiveram pais avós e tios, e a quem diziam sempre e a toda a hora: "quando for grande quero ser parvalhão".
AC

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Gravidez. Interrupção voluntária da gravidez (IVG).
É complicado formular juízos acerca de qualquer matéria ou assunto sem conhecer em profundidade todos os parâmetros relacionados.
É o meu caso acerca da gravidez, do aborto voluntário. Tenho dois filhos e dois netos.
Assisti a várias gravidezes, testemunhei o horror do sofrimento quando as coisas correram muito mal, infelizmente.
Não tenho, portanto, qualquer dúvida, de que uma mulher grávida passa automaticamente para a situação de ser frágil durante muitos meses e ás vezes até depois do nascimento da criança.
Por outro lado, a maioria das mulheres engravida dentro dos seus planos familiares, ás vezes lá vem um bebé fora de tempo (aquilo que usualmente se chama o quase neto), mas há certamente mulheres que engravidam em circunstâncias adversas da vida (desemprego, desavenças conjugais, etc) e infelizmente algumas porque foram brutalizadas.
Creio bem que a decisão de uma interrupção de gravidez deve estar em primeiro lugar na cabeça da mulher. E que uma IVG deve ser executada com os adequados apoios médicos.
E haverá certamente muitos casos em que a mulher terá poucos recursos para resolver a sua situação perante a decisão de uma IVG. Creio inaceitável que o sistema de saúde do País se possa alhear disto.
Mas isto dito, também se me afigura inaceitável que toda e qualquer situação de IVG fique isenta de alguma contribuição pecuniária.
Até por questões de equidade social, e apesar dos berros e histerismo de algumas criaturas que sempre se consideram superiores aos outros. Designadamente dentro da AR.
Porque convenhamos, se uma idosa de 90 anos, com a pensão de 392 euros e poucos cêntimos mais, está isenta de taxas moderadoras sempre que é ( e bem) atendida no SNS, querem-me convencer que todas as mulheres que até hoje foram fazer a IVG à borla no SNS, têm todas este tipo de recursos?
Vão fraturar para o diabo que as carregue.
Trate-se como não pode deixar de ser quem necessita e está em situação difícil na sua vida privada. Mas deixem-se de demagogias e de pouca vergonha.
AC