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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

A  RIQUEZA  da  LÍNGUA  PORTUGUESA

É fantástica, ajuda com facilidade a classificar. Muitos andam desde a maioridade (18 anos) a viver à conta do OE, e por aí se percebe que têm andado de nepotismo em nepotismo desde essa tenra idade. Basta olhar ao que bolsam, e percebe-se logo:

ASSESSOR - suplente, adjunto, assistente,

ADMINISTRADOR - aquele que administra, 

ARROGÂNCIA - desprezo, exprime altivez,

ASNO - pessoa estúpida, ignorante, palerma,

BOÇAL - grosseiro, rude, idiota,

CARROCEIRO - indivíduo malcriado, grosseiro,

CRETINO - dotado de absoluta incapacidade mental, imbecil,

EMPREGO - colocação, 

ESCUMALHA - ralé, 

FORMADOR - aquele que forma, 

IMBECIL - néscio, fraco de espírito, parvo,

INSOLENTE - grosseiro, malcriado, que falta ao respeito,

LACAIO - sem dignidade,

ORDINÁRIO - grosseiro, reles, mal-educado,

PARASITA - ridículo, come e vive à custa de outrem, inútil,

PESPORRÊNCIA - bazófia, pedantismo, 

RIDÍCULO - de pouco valor, insignificante,

SECRETÁRIO - aquele que tem a seu cargo fazer o serviço que o emprega

VACUIDADE - demonstra vazio intelectual, vazio moral.

AC

domingo, 28 de junho de 2020

Este MUNDO da (des)INFORMAÇÃO e dos FALSOS COMBATES! 
HISTÓRIA e MEMÓRIA  (Luís Reis Torgal)
(Excertos do artigo, sublinhados meus)
Em 1989 escrevi um livro intitulado História e Ideologia, com base em textos que havia publicado ao longo de vários anos. Tentei mostrar que uma coisa é a História como ciência, que procura objectivamente interpretar de todos os ângulos e com todas as fontes possíveis o que se passou e vai passando, e outra a Memória que vai surgindo, mais ou menos espontaneamente ou em função de ideologias organizadas, e cuja “legitimidade histórica” (para empregar uma expressão de Marc Ferro) vai variando à medida que se altera a visão do mundo. 
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Neste mundo de (des)informação — devido por vezes ao excesso de informação superficial — basta dizer para crer. Assim, surgem nos periódicos e nas redes sociais — a par de textos de jornalistas, de historiadores e de outra gente da escrita, feitos com muita serenidade — artigos e opiniões que enchem de crenças ou de dúvidas quem os lê, sem se procurar saber até onde chegou o conhecimento histórico da realidade.
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O homicídio do afro-americano George Floyd pela polícia de Mineapolis desencadeou uma onda de legítimo anti-racismo que devia ser controlado pela posição correcta e objectiva dos poderes políticos, da ciência e da civilidade, e não aproveitado abusivamente por ideologias. 
E o certo é que esse anti-racismo militante, por vezes tão primário como o próprio racismo, ..................
O que parece a alguns ser prioritário é vandalizar, ..............
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A nossa forma de alterar o cenário político e social — em Portugal e em outros países — foi, em certos casos, meramente formal e em resultado das paixões do momento. Assim, por exemplo, criaram-se, mudaram-se ou apagaram-se nomes, construíram-se e derrubaram-se estátuas e outros símbolos de memória, sem muitas vezes saber porquê, em lugar de se assumir a História e tentar por meios estruturais alterar a ordem das coisas. Seria este — a meu ver — o modo mais certo de não apagar a História (ou a Memória, como por vezes se diz) e de tentar mudá-la para melhor, em benefício de todos os homens.
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Não volto a discutir assuntos que já estão gastos sem verdadeiramente se terem debatido. Mas recordo ainda uma experiência pessoal e deixo uma breve consideração de ordem científica e cultural.
Há algum tempo perguntaram-me se a minha Universidade deveria retirar o título de doutor honoris causa a Francisco Franco, que lhe foi concedido em 1949, tal como fez a Universidade Santiago de Compostela. A minha resposta imediata foi “não”, pois a História não se apaga, mas explica-se e compreende-se criticamente. 
O mesmo terá considerado a Universidade de Oxford, que em 1941 concedeu o título a Salazar. E, quanto à questão fundamental do racismo, julgo que Portugal, como país que teve um “Império Colonial” até 1974 (com uma falsa tentativa desesperada para alterar legalmente o seu estatuto, sobretudo a partir dos anos 50 e 60, sem com isso deixar de sentir uma guerra que se prolongou por mais de uma década), deveria contribuir — dando colaboração aos investigadores autóctones — com os seus historiadores, os seus antropólogos, os seus sociólogos... para melhor conhecer a realidade dos países de língua oficial portuguesa, quer na sua perspectiva colonial, quer na perspectiva anticolonialista. 
É que sem isso não será possível conhecer a sua história de hoje, cheia de contradições e dificuldades. E essa realidade não se conhece apenas nas bibliotecas e arquivos, mas nos próprios espaços, no íntimo da complexidade das suas geografias, das suas sociedades e das suas culturas. Também assim se conheceriam melhor os seus exilados ou aqueles que, vindos de África, como de outros continentes, escolheram Portugal para viver.
Não sei se por cá há mais ou menos racismo do que noutros países — houve seguramente (a meu ver) menos anti-semitismo  depois de derrubado o monstro da Inquisição —, mas o que importa é contribuir de forma autêntica, e não através de falsos combates, para que ele desapareça, em todas as formas que subsiste. E são muitas, com certeza.
António Cabral (AC)

segunda-feira, 15 de junho de 2020

SÃO RADICAIS, IGNORANTES, e IMBECIS,
OBVIAMENTE Sr PRESIDENTE
Vandalizar estátuas é um ato "imbecil". A declaração é de Marcelo Rebelo de Sousa, que defende que o património que existe ligado à cultura e à história "têm de ser consideradas na época em que se viveram". E por isso nada "justifica vandalizar ou destruir" monumentos "que são testemunhos da personalidade da nossa história".

"Senão começávamos no D. Afonso Henriques, que perseguiu muçulmanos e acaba na Torre de Belém e nos Jerónimos. Vai tudo", atirou o Presidente da República, que nunca gostou "da ideia de queimar livros ou destruir estátuas". Para ele "julgar a história hoje, para o passado é um risco".
O que foi feito com a estátua do padre António Vieira , em Lisboa, demonstrou ignorância e imbecilidade.
"Não sei se a sociedade portuguesa é, como um todo, racista. 
Agora que há setores racistas e xenófobos em Portugal, há", disse Marcelo Rebelo de Sousa, preocupado com "a radicalização da sociedade portuguesa". "Estamos a viver uma pandemia e, no momento em que temos uma crise económica e social, vamos juntar a isso a radicalização, gratuita, da sociedade portuguesa, que se alimenta reciprocamente, que não é tratar seriamente os problemas ou definir políticas contra as desigualdades", defendeu, lembrando que "o radicalismo puxa radicalismo".
"O povo português ganha alguma coisa com essa radicalização gratuita e não inteligente? Acho que não."
AC

sábado, 13 de junho de 2020

A ESCUMALHA, os VÂNDALOS
A escumalha de todas as cores e de todos os perfis prossegue o vandalismo.
Alcochete, a estátua do rei D. Manuel I foi vandalizada.
A GNR esteve no local a fotografar, certamente para elaborar o relatório de notícia. POIS.
Entretanto, basta circular por toda a vila de Alcochete e observar, a disseminação dos apanhadores de amêijoas, os locais onde aos montes pernoitam e quem ganha com isso, as dezenas de viaturas em péssimo estado que ostentam (algumas, quando já mesmo podres, mais tarde são abandonadas), os locais e as frequências de certas zonas. 
Percebe-se tudo.
Mas quando se assobia para o lado..................
AC

segunda-feira, 8 de junho de 2020

LAMENTÁVEL ?   É MAIS QUE ISSO
MAS OS ADJECTIVOS E VOCÁBULOS a aplicar-lhes não devem ser utilizados, pois não perdi o sentido das proporções e de algum respeito que lhe é devido.
Infelizmente, na minha opinião naturalmente, pouco se têm dado ao respeito.
Vem isto a propósito dos cartazes esquerdalhos com ódio e slogans de morte aos polícias.
Também em Portugal tem havido alguns deploráveis casos de brutalidade policial.
Mas daí a incentivar à morte aos polícias vai a distância entre civilizados e escumalha.
E o que é igualmente lamentável, é não ver da parte do Presidente da República, do Primeiro-Ministro e do ministro da Administração Interna, declarações firmes de condenação inequívoca de tais cartazes e de tal gente.
Tal como todos os partidos se deviam publicamente ter demarcado destas coisas. É o estado a que isto chegou.
Ou estou distraído e eles todos já vieram a público?
AC

Ps: (2010horas) ouvi há poucos minutos na SIC um resumo das intervenções no parlamento. Enfim, não vale a pena perder tempo com aquela gente, de uma ponta à outra. Menos mau, António Filipe.

sábado, 6 de junho de 2020

ISTO EXPLICA BEM PORTUGAL
Explica o que são grande parte dos cidadãos, as suas preocupações e prioridades, e explica as posturas deste e de anteriores governos sempre preocupados com sondagens e eleições. 

Estavam à espera que fossem as forças de segurança a evitar isto? Eram logo apelidadas de fascistas.

As coisas da vida do dia a dia como, emprego, família, compras de supermercado, educação, carga fiscal, esmifranço vergonhoso do cidadão comum, isso não interessa para nada.

Basta ficar pela exaltação (mais que justa) perante ignomínias lá fora, como o assassinato de um homem, ou apedrejar autocarros de clubes de futebol, ou tirar umas selfies com palhaços, ou gritar pela abertura dos bares, ou delirar com o futebolês nos canais todos de TV. 
Merecem o que por aí virá. 
Eu e outros não merecemos.
E por causa desta gentalha alarve, muito provavelmente, vou continuar a não poder visitar a minha mãe no lar. Ainda só passaram pouco mais de 3 meses.
Escumalha do mais puro quilate.
AC

quarta-feira, 3 de junho de 2020

OBVIAMENTE
..........a escumalha infecta que se associou às manifestações para destruir propriedade, assaltar estabelecimentos e causar confrontos deu uma grande ajuda a Trump, que sabe perfeitamente que o grosso do eleitorado, que está em casa, não aprecia motins....(lido por aí)
Deu e dará ajuda ao insuportável Trump e a outros como ele, por lá, por toda a parte, por cá.

E falar de escumalha não é racismo, na escumalha há muito de todas as cores, etnias, credos. ESCUMALHA
AC