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sábado, 13 de junho de 2020

A ESCUMALHA, os VÂNDALOS
A escumalha de todas as cores e de todos os perfis prossegue o vandalismo.
Alcochete, a estátua do rei D. Manuel I foi vandalizada.
A GNR esteve no local a fotografar, certamente para elaborar o relatório de notícia. POIS.
Entretanto, basta circular por toda a vila de Alcochete e observar, a disseminação dos apanhadores de amêijoas, os locais onde aos montes pernoitam e quem ganha com isso, as dezenas de viaturas em péssimo estado que ostentam (algumas, quando já mesmo podres, mais tarde são abandonadas), os locais e as frequências de certas zonas. 
Percebe-se tudo.
Mas quando se assobia para o lado..................
AC

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

BARBARIDADES atrás de BARBARIDADES
Raro o dia em que da boca de certas criaturas não saiam barbaridades, barbaridades que a ignorância de muitos concidadãos deixa passar em branco, quando não mesmo aplaudem.
Estão à beira do precipício mas continuam contentes. 
Tal como o que cai do alto do prédio e, ao passar por cada andar, sempre sorridente, exclama - até agora tudo bem.
Vem isto a propósito de ter lido um excelente artigo na sequência de mais uma "boutade" da actriz Catarina, que abre a boca ciente de que as barbaridades que diariamente debita não se transformam em cobras, sapos e lagartos, como nos contos de fadas de há 70 anos.

O estado social, que eu saiba, não foi pensado para dar emprego a ninguém, mas para acorrer o mais possível a desgraças sociais.
O estado social não produz rigorosamente nada, como bem explicado por quem sabe. E como é evidente para todos os cidadãos intelectualmente honestos, independentemente das ideologias, e cientes que sem trabalho não se vai lá.
Talvez inspirado nesta cambada que nos vigariza mês após mês, podem acontecer  coisas como este cenário. 

Os ingredientes são os seguintes:
> vigaristas, fraudulentos,
> politiqueiros, demagógicos, aldrabões, 
> ausência de sentido de Estado, descarada ausência de vergonha na tromba
> deficientíssima fiscalização
> salário mínimo altíssimo comparado com certos salários

Um café, modesto, tem um dono, e onde trabalha a mulher com quem vive na mesma casa/ cama, mulher relativamente à qual teoricamente lhe paga um ordenado de 700,00€, e tudo comunicado como manda a lei. Na realidade não lhe paga nada.
Passado algum, despede-a formalmente, inscreve-a no desemprego, pois o negócio não dá, e passado mais algum tempo, ela passa a receber subsídio de desemprego.
Simples e eficaz, não é?.
Tudo à conta de vigaristas, incentivados por ausência de fiscalização e barbaridades demagógicas de Catarina e muitos outros.

Mas também há outro tipo de cenário.
Restaurante pequeno, a empregado de mesa se pagará 680,00€, e almoça e janta no restaurante.
Fazendo as contas, muitos não aceitam ter trabalho apenas por cerca de pouco mais de 200,00€, diferença entre a realidade e o subsídio de desemprego. Preferem o subsídio de desemprego sem fazer nenhum. E depois sempre se arranjará um gancho qualquer.
E estamos nisto.
Até agora está tudo muito bem, MUITO BEM.
AC