A MINHA IDA À PRAÇA, ao PEIXE
Não é para dizer que fui comprar peixe à praça, não é para dar uma indicação de alguns dos meus passos, esta manhã, quase nada publicito da minha vida privada, da vida do dia a dia.
A questão aqui é para mostrar que existe alguma diferença com os supermercados, embora já aí tenha conseguido comprar peixe razoável.
Mas é diferente e, na minha opinião naturalmente, é melhor, e ainda por cima sei de onde o foram buscar.
Partilho apenas uma pequenina parte da banca do meu conhecido "peixeiro": à vista, pescadas "pescada" à linha, chocos de variado tamanho, lulas nacionais, robalos de mar, e imperadores.
Sem estar na fotografia, uma grande variedade de peixes espada, cherne e corvina com um aspecto fantástico e nada baratos, robalos de aquacultura, linguados e primos de tamanhos vários, douradas de mar e de aquacultura, ovas com aspecto óptimo, muito carapau, alguma cavala, etc. Uma imensidão de bicharada para abrir o apetite.
Mas enquanto esperava que escamassem os meus peixes, lembrei-me de muita gente, fui assaltado em particular pelos políticos.
É o que mostro na foto seguinte.
Palram muito, muita guelra, mas espremido não valem um caracol.
Em resumo, fiz boas compras, desembolsei uns quantos euros, e descansado que estava, os políticos vieram-me à cabeça.
Nem ao fim de semana me deixam em paz, safa, como dizia o outro.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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sábado, 19 de janeiro de 2019
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