quarta-feira, 17 de junho de 2026

A  PROPÓSITO . . . . . 

A propósito dos dislates (respeito, SEMPRE, a opinião de outrem, registo, depois concordo, discordo, comento se me apetecer) de que me apercebi nas últimas semanas veio-me à mente o espelho, aquela coisa que muita gente não tem em casa ou, se tem, não cuida de nele se olhar e meditar.

O comentador mor via-se ao espelho o qual sempre lhe murmurou - sois Rei, sois Rei, sois Rei, sois amado, sois amado!

E a propósito da vida nacional e também disto, os espelhos, veio-me à mente não só os que não se olham ao espelho, como os que se olham e não percebem que melhor faziam ficar em casa e de boca fechada (Ferro, ring a Bell?) ou os que se julgam bons actores.

Refiro actores sem querer ofender os nossos actores de teatro e de cinema porque, de facto, no Parlamento, no governo, em certas instituições (que em vez de se centrarem no seu ofício/ cargo e área de responsabilidade fazem política, para o que não têm mandato) etc, vejo muitos que não se observam por dentro do espelho nem em frente dele.

Muitos que por aí nos azucrinam a vida não têm consciência do seu papel / do que deveriam fazer no campo do serviço público/ no serviço à República, e muitos até não têm consciência de nada.

Parafraseando uma coisa que um bom amigo me endereçou (umas boas tiradas de Ascenso Simões) não têm consciência de que deviam ficar em casa, definitivamente, e CALADOS, para bem da sociedade portuguesa.

AC

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