terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

A PROPÓSITO da VENEZUELA
Como nota prévia devo dizer em primeiro lugar que não sou jurista, não tenho licenciatura em relações internacionais, nem sou como alguns daqueles que estão constantemente nas TV a comentar tudo e mais alguma coisa mas que, muitas vezes fica evidente, o chão que pisam é fraquinho.
Por razões profissionais sempre me interessei por temas específicos, e designadamente geopolítica e estratégia. Tenho apenas umas luzes nessas áreas, como igualmente sempre me interessei por direito, por ciência política, por relações internacionais, de que também pouco sei.
Isto dito, como cidadão do mundo, nunca apreciei o falecido Chavez aparentemente muito amigo de José Sócrates, nunca gostei de Maduro, e por aí fora.
Do que se vê desde há muito, grassará muita fominha naquele país.
Tenho as maiores dúvidas quanto à ""democracia"" que por lá uns "maduros" e umas "maduras" dizem que vigora.
Tenho as maiores dúvidas sobre muitas coisas relacionadas com a Venezuela.
Algumas coisas saltitam entre as minhas celulázinhas cinzentas:
1º - Presumo que, vários paralelos acima da Venezuela, exista quem tenha sempre no bolso do casaco a doutrina Monroe completa.
2º - As reservas de petróleo, apesar dos discursos do nosso barbudo, têm um peso decisivo. A China está atenta, porventura ansiosa.
3º - A base naval Russa numa ilha Venezuelana é assunto que de certeza causa muita azia na América do Norte se não mesmo na NATO.
4º - Não estou certo, mas a população da Venezuela é pelo menos 3 vezes mais que a nossa.
5º - Os lusos e os luso descendentes que por lá vivem chegam aos 500 000,00?
6º - Os GOE da PSP sempre irão guardar a nossa embaixada?
7º - Dos 27 na UE, quantos faltam reconhecer o adversário do Maduro? Creio que ainda vários.
8º - Eleições livres, justas, sem atropelos, sem interferências internas  e externas, seja para o parlamento, fosse até para presidenciais? Só para rir, num país daqueles.
9º - Pedido de ajuda ao Papa, quererá dizer desespero agudo de Maduro?
De qualquer forma, nestas coisas internacionais, é sempre interessante cotejar os discursos de muitos, por cá e lá por fora, com a carta das Nações Unidas. Deixo um exemplo.
Entretanto aguardemos.
Naturalmente, pode sempre olhar-se para a introdução daCarta, - We the Peoples of the United Nations Determined..........and for these Ends.............e agarram-se a este penúltimo parágrafo dos - ENDS - 

AC

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