Não tenho qualificações para o afirmar, num sentido ou no outro.
Mas, confesso, se vejo alguém nitidamente a fazer chantagem, a ameaçar, a parecer querer calar alguém ou mesmo em termos práticos a querer extorquir esse alguém, inclino-me para a prática de crime e não de trabalho.
Mas estou num País em que, com o maior do despudor e descarada ausência de vergonha na cara, certas coisas que por aí se verificam são alcandoradas a "glorioso trabalho".
Vejo sempre as mesmas caras desses trabalhadores na TV.
AC
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