sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

CONTROLO dos MARES. PRESENÇA NAVAL
No passado, o domínio dos mares andou de espanhóis e portugueses para, sobretudo, ingleses franceses e holandeses. 
Houve o "Mare Nostrum".
Depois, as coisas foram evoluindo, e o Hugo Grotius despachou com o "Mare Liberum".
Daí para cá muita coisa aconteceu e evoluiu.
Até à primeira GG o império Britânico dispunha da maior força naval.
Era a grande potência marítima.
Entre as I e II GG muito se modificou e os EUA passaram a ser a grande potência marítima.

Até à construção do canal do Suez o comércio marítimo vindo da Ásia e do médio e extremo Oriente descia África, contornava-a, e subia até à Europa.

O canal do Suez e o canal do Panamá tornaram em muitos casos as tarifas do comércio marítimo menos onerosas. 
É sabida a ainda grande dependência do petróleo que vem da península  Arábica e zonas outras nas regiões próximas.

Muito recentemente os petroleiros que demandam o Suez começaram a ser atacados pelos "democratas Houthis" que, segundo parece, têm as costas aquecidas pelo Irão. 
Naquelas paragens andam já vários navios de guerra designadamente dos EUA e UK. 
Presumo que toda a parafernália de satélites e outros meios de combate no mundo ciber estão em alerta máximo designadamente por parte dos EUA.

Estamos na guerra aberta, parece-me, em modalidades diversas, e nomeadamente assimétrica no mar Vermelho, e creio que não se ficará por aí. Entretanto aviação ocidental começou e creio continuará a "martelar" as cabecinhas dos referidos "democratas".

Ora tanto quanto sei, do lado Ocidental bem podiam resolver as coisas de outra maneira, combater os Houthis e outros só com uns "dronezinhos".
Podiam vir cá a Portugal receber lições sobre isso, poupavam muito dinheiro, escusavam de ter tantos navios na zona. Com drones a coisa resolve-se, não é necessário ter presença naval para controlar, para exercer jurisdição.
Aguardemos.
AC

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