Na fase da vida em que estou, conheci / conheço imensas pessoas. Quando digo imensas, posso garantir que, por razões/ligações pessoais/ familiares e razões profissionais, "imensas" significa seguramente perto de três centenas (civis e militares).
Não considero a imensidão de gente que se conhece de vista, ou da charcutaria + mercearia + farmácia + pastelaria/ café onde se vai há décadas e onde sabem as minhas origens /ligações/ profissão.
Vem isto a propósito da situação presente em Portugal e que, do meu ponto de vista, se pode resumir numa frase a que um dos meus três melhores amigos civis (todos infelizmente desaparecidos, dois muito recentemente) muito recorria para definir quem se estava a "espalhar" - "atirou-se para fora de pé".
Vejo nas notícias, a propósito do horizonte ameaçador que se vislumbra, que Marques Mendes teceu uma breves considerações, apelando a Marcelo.
Pelo que se lê, Marques Mendes pediu a Marcelo que fale com Montenegro e PS para evitar eleições.
E sugeriu um plano para evitar eleições legislativas antecipadas.
O plano:
- que Montenegro responda à comunicação social a todas as dúvidas que ainda haja sobre a empresa familiar,
- que o PS, na sequência disso, retire a comissão de inquérito,
- e que, na sequência disso, o Governo retire a moção de confiança
Fica-me, legitimamente, a dúvida seguinte:
- Em vez da recorrente jornalista feminina que passa os recados de Marcelo, foi agora este candidato a ferramenta de Marcelo?
Tenha sido ou não, creio que vários estupidamente se atiraram para fora de pé, e quem devia ter tratado de trabalhar amuou.
Diz o povo - tarde piaste!
Aguardemos pelos próximos capítulos desta nojenta telenovela que estará, muito provável e infelizmente, a engordar o CHEGA!
António Cabral (AC)
Sem comentários:
Enviar um comentário