sábado, 17 de janeiro de 2026

JOGARAM BILHAR,  FIZERAM GINÁSTICA EM LARES,  SIMULARAM BOXE,  PROVARAM ISTO E AQUILO,  SORRIRAM MUITO,  BEIJARAM MUITO,  ACENARAM MUITO,  ANDARAM SEM GRAVATA,  ACUSARAM E CONTRA-ACUSARAM,  VESTIRAM  FATIOTAS  INFORMAIS  OU ATÉ CAMUFLADO,  FOTOGRAFARAM-SE,  SORRIRAM  MUITO,  QUERENDO PARECER  SEMPRE  JOVIAIS,  ALGUNS  CONFESSARAM  TER  ESCRITO CARTAS  OUTROS  NÃO  DEVEM  TER CONFESSADO  MUITO  DO  QUE  FIZERAM  E COM  QUEM  SE  COMPROMETERAM,  QUERENDO  SEMPRE  PARECER  O  QUE NÃO  SÃO  NEM  NUNCA  FORAM,  DENEGRIRAM  QUANTO  QUISERAM,  MAS  TODOS . . . . . . . . . DESEJOSOS DE SE SENTAREM EM BELÉM.

Os dez anos de presidência que caminham para o fim foram tão pobres, não em afectos e selfies, mas ao apalhaçar o órgão de soberania, em muito contribuir para injectar na maioria dos  cidadãos que o Presidente da República pode definir políticas. 
O PR, não executa, não governa, não legisla. 
O Presidente pode e deve contribuir com o exemplo, pelo exemplo, dirigir frequentemente mensagens à Assembleia da República, pois essa é uma das suas competências constitucionais.
10 anos para esquecer ou melhor (opinião pessoal naturalmente), os últimos 6/7.

OS  CANDIDATOS  FALARAM  DE  QUÊ ?:
* das competências específicas do PR que a CRP estabelece, quanto a outros órgãos, quanto à prática de actos próprios, quanto às relações internacionais ?
* de diplomacia de influência ?
* da CPLP ?
* de influência na Europa ?
* de afirmação Atlântica ?
* de que alianças estratégicas preconizam ?
* da nossa diáspora e do que fazer para tentar atrair de volta o maior número de portugueses ?
* do lamentável que é ao fim de 51 anos de sistema de direito democrático, Portugal continuar a não ter uma definição clara do que devem ser as Forças Armadas e quantas, tendo em conta os nossos interesses face à brutalidade de mar/ oceano onde temos jurisdição, e que devíamos fiscalizar e controlar ?

Salvo melhor opinião e ainda que com "nuances diferentes, TODOS prestaram um mau serviço à democracia.

Agrediram-se, demonstraram não saber que frontalidade e assertividade não são sinónimos de agressividade. E, também, que estar próximo das pessoas deve ser genuíno e não uma palhaçada, uma vulgaridade patética.

Demonstraram não perceber, TODOS, ainda que uns mais exuberantemente, que ter opinião não implica berrar, fazer mais barulho.

Demonstraram não perceber, TODOS, ainda que uns mais exuberantemente, que muita verborreia, muito vedetismo, muito mediatismo não significa ter, substância, discernimento, ideias assentes, racionais, próprias.

Demonstraram TODOS, não saber com rigor preceitos constitucionais, e demonstraram não saber com rigor o que é separação de poderes ao falarem constantemente de coisas da exclusiva competência dos governos e da AR.

Escolham o que vos parecer mais adequado para classificar esta lamentável 1ª volta: patético, indigno, triste, lamentável, penoso, palhaçada, degradante, vergonhoso, imbecilidade sem limite.

António Cabral (AC)

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