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terça-feira, 15 de junho de 2021

ASSIM  É  DE  FACTO  MUITO  DIFÍCIL

Com esta gente é de facto muito difícil Portugal progredir, Portugal deixar de ser uma sociedade atrasada, com medo como se vê, deixar de ter uma maioria inconsciente.

Sim, refiro-me a este Presidente, a certos autarcas actuais e anteriores, a certos governantes, a certos partidos, a certos candidatos, a certas elites, a certos elementos da pesadíssima máquina do Estado.

Como diz o povo - não se enxergam.

Agora repete que com ele não volta para trás. Ainda que com elegância o PM veio dizer claramente que é capaz de não ser bem assim. Marcelo contra atacou! Como é evidente, para mim pelo menos, António Costa está cheio de razão. Nem era preciso ver que o Reino Unido já atrasou um mês o tal desconfinamento. E eu arrisco dizer - e é melhor aguardar pelo fim de Julho! Hoje estivemos quase nos MIL!

Quanto à agremiação que dá pela sigla IL, palavras para quê?

AC

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

domingo, 24 de janeiro de 2021

ESTAR  CONFINADO  EM  CASA

Não é agradável esta sensação de estar preso e pouco ou praticamente nada poder fazer fora de casa.

No meu caso concreto, as viagens que me proporcionavam não só poder desbravar os cantos do Portugal 80 Km para dentro da linha de costa como poder caminhar e fotografar por aí, estão congeladas. Desde Março passado as antes constantes visitas ao meu canto na Beira para lá pairar e dele fazer quartel-general para expedições várias, congelaram. Bom, estar basicamente em casa não é agradável, mas mesmo assim o tempo voa. 

Como sempre, respeito as opiniões alheias, registo bem o que leio e vejo por aí desde que estamos nesta fase muito complicada e complexa da nossa vida.

Ainda assim faz-me bastante confusão certas coisas que ouço vejo e leio.

Conheço todos os cantinhos da nossa casa e da garagem. Sei há anos onde nasce o Sol e onde se põe, e como ilumina diferentemente a casa consoante Inverno ou Verão. Mesmo na vida activa sempre arranjei um tempinho para mim, nunca descurando a família. Mesmo sempre tendo tido a possibilidade de pagar mulher a dias (ou ter senhoras a ajudarem nas tarefas da casa, "padreca" dixit), sempre fui eu que tratei de certas coisas e certas limpezas. E pinturas. Não foi a pandemia que me despertou para coisas mundanas da vida caseira. E sempre tivemos, eu e a minha mulher, uma casa funcional, nunca fomos desorganizados, desarrumados, e com a felicidade de termos bom mobiliário.

Enfim, cada um sabe de si. 

Mas, como diria a Ana Bola, certas coisas que leio, vejo e ouço........"faz-me espécie, que querem, faz-me espécie".

AC

sábado, 5 de dezembro de 2020

CONFINAMENTO e,.... OUTRAS COISAS 

Com as sucessivas clausuras aumentaram as conversas telefónicas familiares para tentar minimizar as ausências e a falta de confraternização. No nosso caso, há semanas e semanas que não estamos com os netos mais velhos e respetivos pais, pois a probabilidade de involuntariamente nos pegarem sarilhos "covidianos" é muito razoável". Já houve aliás "problemas", aparente e felizmente sem sequelas.

Como aumentaram as conversas telefónicas com os amigos.

Mantenho com muita regularidade, todas as semanas, e mais do que uma vez por semana, conversas com os meus dois melhores amigos civis e com o meu melhor amigo militar.

Ontem, num desabafo, depois de ele (o militar) encontrar mais um escrito de um conhecido "protagonista útil" desses que se colaram a certos grupos de pressão, e reconhecendo embora que, como acontece com todas as pessoas, esse protagonista útil tece no seu escrito alguns argumentos/ críticas com uma clara correspondência a certas realidades esquecendo-se (??) contudo de certos aspectos, acabou por me dizer umas coisas básicas com que concordo e de que reproduzo uma delas:

" Um militar digno está subordinado, sabe e tem bem interiorizado o que é subordinação. Mas não aceita submissão, subserviência. E um militar coerente, não se insurge contra políticos depois de com eles ter pactuado, ou com eles pactuar estando na reforma, seja directamente com políticos partidários e portanto com cartão ou, com os que disfarçam a cor não tendo cartão do partido "Bem visto, creio. E disse-me outra coisa.

Sabe de experiência própria que, por vezes, na instituição militar (como certa e obviamente também em muitos outros sectores da chamada máquina do Estado), algumas pessoas são incorrecta e injustamente tratadas com óbvios reflexos negativos na carreira respectiva. Acontece que, muitos dos que o meu amigo classifica de "zangados", e em que vários têm mais do que razões para assim se sentirem, quando deixam a vida activa no fim da carreira ou saírem antes por vontade própria e exactamente por "zangados", dedicam-se depois a zurzir a instituição que serviramA cada um a opinião acerca disto.

Eu concordo com o meu amigo, a cada um sua opinião, não formulamos comentários moralistas. Registamos, concordamos umas vezes, outras não.

Numa coisa o meu amigo militar me parece que agiu correctamente. Não sendo daqueles que foi maltratado na instituição, teve aliás uma carreira digna ocupando cargos muito relevantes e chegando ao topo da hierarquia, teve ainda assim dois períodos na carreira onde alguns procederam para com ele com pouco cuidado e mal informados ou emprenhados de ouvido, para ser benevolente, segundo as suas palavras. Concretamente, no final da carreira houve (foi a pior) uma atitude para com ele muito lamentável, a roçar a indignidade. Mas, contrariamente a outros, continua a ter muita honra em ter servido o País na instituição que abraçou bem novinho. E, relativamente à sua instituição, reconhece as partes boas e as menos boas. E, como quem não se sente não é filho de boa gente, o meu amigo militar encerrou o que estava pendente com certas pessoas, concretamente duas, de maneira formal, clara, dura. E o assunto ficou, da parte dele, arrumado para o resto da vida.

AC

terça-feira, 9 de junho de 2020

MOINHOS DE VENTO,  mas...... 
Henrique Pereira dos Santos (HPS), é um concidadão cujas declarações/ escritos/ entrevistas sigo com alguma atenção desde 2017, designadamente a propósito de fogos/ incêndios/ florestas/ agricultura/ agropecuária.
Com o surgimento da pandemia, escreveu inúmeros textos em blogue e jornais, combatendo a maioria das coisas que foram sendo decididas pelo PR, PM, governo, AR, DGS, MSaúde.
Como sempre acontece com todas as pessoas, creio que em várias das suas indignações tem razão, creio que em muitas outras não tem. Vem isto a propósito do seu "post" com o título supra.

Refere que essencialmente tem havido dois grupos: 
> um número pequeno de pessoas que sempre consideraram absurdo tomar medidas não farmacêuticas radicais para conter uma epidemia,
> e um segundo grupo muito mais numeroso em que se incluem os políticos, titulares de orgãos de soberania, autoridades sanitárias, autoridades várias no campo da citologia epidemiologia etc.

Numa coisa pelo menos HPS tem razão, a meio de Março passado instalaram o pânico em Portugal. Creio que persiste.
Além disso, de facto, encontram-se especialistas que, como HPS refere, dizem e defendem coisas apenas porque sim.
Mas o que se passa presentemente quanto a infectados nos distritos de Lisboa (não é a cidade de Lisboa) e de Setúbal quando comparado com o resto do País requer muita reflexão. E o que fazer se os dados o requererem.

HPS sintetiza a coisa assim:

1) de um lado os que partem do princípio de que não sabemos grande coisa do vírus e que isso justifica uma abordagem super cautelosa, sempre assente no pior cenário, incluindo nessa definição de pior cenário modelações teóricas grosseiras e sem qualquer relação com a realidade, esquecendo quaisquer efeitos negativos das medidas loucas tomadas, quer no aumento desmesurado da pobreza - que mata muito mais que a epidemia -, quer mesmo nos efeitos na saúde pública que não diga respeito à covid;

2) de outro lado os que partem do princípio de que desconhecimento e incerteza não são a mesma coisa e que o razoável é uma abordagem que parta do princípio de que esta epidemia se comportaria essencialmente como qualquer outra, adoptando-se as medidas comprovadamente eficazes de contenção - lavar mas mãos, etiqueta respiratória, desinfecção de superfícies e isolamento de doentes - e sem grandes custos sociais, desenvolvimento de modelos de acompanhamento da evolução tão eficazes quanto possível para permitir detectar desvios da evolução em relação ao previsto e adaptar as medidas de contenção à nova informação, e nunca tomar medidas com impactos negativos certos e de grande dimensão, sem uma razoável probabilidade de se estar perante uma situação que as justificasse.

A generalidade das pessoas envolvidas no segundo grupo, e com alguma formação na área, sempre foram apresentados cenários alternativos de evolução cheios de ses e talvez, pelo contrário, o secretário geral da Organização Mundial de Saúde ainda esta semana continua a falar de uma epidemia que está sempre a piorar, à semelhança do que tem feito a ortodoxia da abordagem maximalista de confinamento.

O tempo se encarregará de demonstrar quem tem razão, e eu concordo.
Mas há um detalhe que HPS me parece continuar a fazer-se de esquecido. Tal como o seu "ídolo" André Dias, essencialmente defenderam que o vírus basicamente vinha em duas semanas e em pouco mais de duas semanas se iria embora. Bem.......
Tanto quanto me parece, o tempo tem-se encarregado de demostrar que não estará a ser exactamente assim.

Além disso, HPS não foca a Suécia e a Bélgica. Pessoalmente acho curioso, sobretudo olhando aos números e ao facto de, sobretudo na Suécia, não ter havido confinamento e, adicionalmente, um dos maiores responsáveis Suecos pelas decisões nessa matéria já ter vindo recentemente a público reconhecer que se calhar foi uma má decisão. Os óbitos falam por si, ou não?.
Aguardemos.
AC

sexta-feira, 22 de maio de 2020

AH,..........DESCONFI.......de NOITE.......
tenho várias como esta incluindo a preto e branco, com diferença ligeira de localização, de penedo para penedo, afastados poucos metros lado a lado ou em altura, a caminho do castelo.
AC

domingo, 26 de abril de 2020

HOJE,  ANTES DO SOL SE ESCONDER
Antes, em várias partes do País, tirei algumas fotografias nas alturas do Sol nascer ou se ir deitar. Algumas, muito boas, passe a vaidade.
Agora, confinado, pouco mais que esta porcaria, no caso, uma das árvores em frente onde moro.
Claro que há coisas bem piores.
AC