DIZ-ME COM QUEM ANDAS.............
Já o afirmei, imensas vezes, julgo pessoas e instituições e empresas, pelas acções, omissões, inações, factos concretos, e não pelo que é apregoado, propagandeado. Infelizmente, como é bem conhecido, "os códigos" foram bem trabalhados nos últimos 30/35 anos, pelo que há que ter muito cuidado com o que se afirma, mesmo quando se conhece coisa seguríssima.
Assim, resta-me confessar que, casualmente, quando reparei nas carinhas que se aconchegavam para a foto, tive um sobressalto: sim era mesmo ele, a criatura que eu tive o "desprazer" de conhecer pessoalmente há mais de uma dúzia de anos. Também anda nos corredores da política!! Dá cá o meu, diz o povão.
Se eu já andava desconfiado, ao "topá-lo" a fazer parte do grupinho............fiquei definitivamente esclarecido.
Se nesta área ando preocupado, como aliás em outras diversas, noutra fiquei hoje descansado. Parece que para director-geral no "fisco" não vai, felizmente, quem tive o desprazer de conhecer em 1991, e andava por isso apreensivo.
É a vida, susto aqui, susto acolá, sossego momentâneo aqui..........
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quarta-feira, 16 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
De um dia em Lisboa
Passei grande parte do dia na Baixa Lisboeta. Passei na zona da Ribeira das Naus, em frente ao edifício da Administração Central da Marinha. Anos atrás tive certos receios quanto ao resultado das obras que, mais uma vez, foram inauguradas este Domingo. O aspecto geral agrada-me. Naturalmente, haverá sempre um ou outro aspecto discutível. Um dele é o pavimento em madeira estar de tal maneira que aposto muita gente se irá estatelar, pois é forçoso de vez em quando dar um bico numa das tábuas, mal fixas.
Já ao passar perto do Cais das Colunas, lá continua a desgraça e pouca vergonha que tem anos, e a fotografia documenta. De certeza que a CML dirá, que é culpa do Porto de Lisboa, e vice versa. Uma vergonha, em que quase certamente, todos têm culpa.
À noite, resolvi assistir a um evento, que seria ás 2200 horas, a inauguração da iluminação da fachada e, depois, ás 2230, lá dentro, inauguração de núcleo arqueológico.
Naturalmente, que o Messias só chegou ás 2215 horas, no meu relógio. No deles, seriam certamente 2200 horas. O mau costume e desrespeito habituais. Claro que só eu estava aborrecido, todos os outros, caras muito conhecidas, todos politicamente encantados com mais um evento messiânico.
Quanto à iluminação da fachada, não sendo eu especialista na matéria, creio que a dita bicuda merecia um pouco melhor. O resto, interessante de ver, observar. Incluindo os pavões!!
AC
Passei grande parte do dia na Baixa Lisboeta. Passei na zona da Ribeira das Naus, em frente ao edifício da Administração Central da Marinha. Anos atrás tive certos receios quanto ao resultado das obras que, mais uma vez, foram inauguradas este Domingo. O aspecto geral agrada-me. Naturalmente, haverá sempre um ou outro aspecto discutível. Um dele é o pavimento em madeira estar de tal maneira que aposto muita gente se irá estatelar, pois é forçoso de vez em quando dar um bico numa das tábuas, mal fixas.
Já ao passar perto do Cais das Colunas, lá continua a desgraça e pouca vergonha que tem anos, e a fotografia documenta. De certeza que a CML dirá, que é culpa do Porto de Lisboa, e vice versa. Uma vergonha, em que quase certamente, todos têm culpa.
À noite, resolvi assistir a um evento, que seria ás 2200 horas, a inauguração da iluminação da fachada e, depois, ás 2230, lá dentro, inauguração de núcleo arqueológico.
Naturalmente, que o Messias só chegou ás 2215 horas, no meu relógio. No deles, seriam certamente 2200 horas. O mau costume e desrespeito habituais. Claro que só eu estava aborrecido, todos os outros, caras muito conhecidas, todos politicamente encantados com mais um evento messiânico.
Quanto à iluminação da fachada, não sendo eu especialista na matéria, creio que a dita bicuda merecia um pouco melhor. O resto, interessante de ver, observar. Incluindo os pavões!!
AC
quinta-feira, 3 de julho de 2014
CIRCULAR NA BAIXA DE LISBOA
Considero verdadeiramente lamentável o que se continua a ter de agonizar quando se passa de carro desde a 24 de Julho até Santa Apolónia. As intermináveis obras na zona ribeirinha, em frente ao edifício da Marinha de Guerra, é qualquer coisa do tipo "BURKINA FASO".
Ainda por cima lá decorria hoje, cerca das 2000h, mais um evento a obrigar a cortar o trânsito. São uns queridos estes autarcas, mais os seus directos acólitos. Pressa em colocar cartazes mesmo antes de tempo, SIM.....mas .......apressar o que se arrasta há meses.........NÃO.
Estou em crer que se andava mais depressa no tempo da máquina que vos mostro. Grande edil!!!!!
AC
Considero verdadeiramente lamentável o que se continua a ter de agonizar quando se passa de carro desde a 24 de Julho até Santa Apolónia. As intermináveis obras na zona ribeirinha, em frente ao edifício da Marinha de Guerra, é qualquer coisa do tipo "BURKINA FASO".
Ainda por cima lá decorria hoje, cerca das 2000h, mais um evento a obrigar a cortar o trânsito. São uns queridos estes autarcas, mais os seus directos acólitos. Pressa em colocar cartazes mesmo antes de tempo, SIM.....mas .......apressar o que se arrasta há meses.........NÃO.
Estou em crer que se andava mais depressa no tempo da máquina que vos mostro. Grande edil!!!!!
AC
quarta-feira, 25 de junho de 2014
As pouca vergonhas nas cidades, nas vilas e aldeias.
Dir-me-ão, a tecnologia hoje em dia tudo permite e salvaguarda.
O projecto "salgado / costa" de construir mais um parque de automóveis subterrâneo no Principe Real poderá eventualmente ser construído com todas as seguranças técnicas contemporâneas de modo a salvaguardar a "Patriarcal". Certo.
Mas para isso ser uma realidade, não irá custar muito mais, do que um exactamente igual parque construído noutro local longe de património?
Além disso, de todos os parques já construídos em Lisboa, não será fácil demonstrar que uns terão resolvido os problemas essenciais de trânsito e estacionamento, e outros bem pelo contrário? E daqui retirar mais um parâmetro para a decisão final?
Eu já assinei a petição que corre por aí sobre este assunto, 2026 é o número, porque continuo convicto que se vai por mau caminho.
E, por falar em elevador, que parece estar contemplado nesse modernista projecto, veio-me à memória um horrível elevador que na aldeia de Monsanto, na Beira Baixa, foi construído na antiga pousada, infra-estrutura que já tem sido designada de várias maneiras ao longo dos anos mas que, independentemente dos nomes, pelo que vi/vejo, cada vez se lhe aplica melhor o título de "mamarracho abortivo". Está encavalitado no topo do telhado.
Uma obra prima. Que condiz, aliás, com os imaginativos da obra, e de toda a porcaria que lhe está por trás, entre o que se vai sabendo e o muito que deve estar por descobrir.
Desgraçado País, o que me remete para a culinária, em particular para os temperos.
Abusando do sal, não há volta a dar, a comida vai para a mesa salgada, salgada e, portanto, intragável. Se estiver ensonsa, pode sempre corrigir-se.
AC
Dir-me-ão, a tecnologia hoje em dia tudo permite e salvaguarda.
O projecto "salgado / costa" de construir mais um parque de automóveis subterrâneo no Principe Real poderá eventualmente ser construído com todas as seguranças técnicas contemporâneas de modo a salvaguardar a "Patriarcal". Certo.
Mas para isso ser uma realidade, não irá custar muito mais, do que um exactamente igual parque construído noutro local longe de património?
Além disso, de todos os parques já construídos em Lisboa, não será fácil demonstrar que uns terão resolvido os problemas essenciais de trânsito e estacionamento, e outros bem pelo contrário? E daqui retirar mais um parâmetro para a decisão final?
Eu já assinei a petição que corre por aí sobre este assunto, 2026 é o número, porque continuo convicto que se vai por mau caminho.
E, por falar em elevador, que parece estar contemplado nesse modernista projecto, veio-me à memória um horrível elevador que na aldeia de Monsanto, na Beira Baixa, foi construído na antiga pousada, infra-estrutura que já tem sido designada de várias maneiras ao longo dos anos mas que, independentemente dos nomes, pelo que vi/vejo, cada vez se lhe aplica melhor o título de "mamarracho abortivo". Está encavalitado no topo do telhado.
Uma obra prima. Que condiz, aliás, com os imaginativos da obra, e de toda a porcaria que lhe está por trás, entre o que se vai sabendo e o muito que deve estar por descobrir.
Desgraçado País, o que me remete para a culinária, em particular para os temperos.
Abusando do sal, não há volta a dar, a comida vai para a mesa salgada, salgada e, portanto, intragável. Se estiver ensonsa, pode sempre corrigir-se.
AC
domingo, 22 de junho de 2014
Lisboa e os buracos, e os estacionamentos paralelos. Infelizmente não é caso único.
Lisboa não é caso único nas cidades do nosso País. Mas creio bem que, em certas zonas, é uma das piores. Contrariamente a muita gente, que por causa dos buracos se atiram ao messiânico edil de Lisboa, e salvo melhor opinião, para mim vários dos buracos com que lutamos hoje já vêm de muito atrás. Vários com e sem remendos periódicos.
Ontem dediquei a manhã e a tarde para me passear a pé e deliciar em vários sítios da Baixa Lisboeta. Naturalmente que tive, primeiro e depois, de dar umas voltas de carro.
Existem exemplos cada vez mais deploráveis de se passar, e para não maçar muito quem me ler, sugiro apenas que desça do Rato ao Cais do Sodré passando pelo Príncipe Real, ou que passe pelas ruas por dentro de Sta Apolónia por exemplo até ao Campo das Cebolas. Mas há dezenas de ruas em deplorável estado.
Muitos buracos já tinham nascido antes do actual D.Sebastião. Mas creio que podia fazer muito melhor do que tem feito (???).
O que pessoalmente me desgosta, é a propaganda, que me parece de todo despropositada.
Outro vector é a recuperação do edificado. Obra a obra dizem que melhora!!
Desculpem a linguagem, mas chateia-me mesmo os excessos. E abomino a propaganda, e as superioridades morais e intelectuais, venham de onde vierem.
Creio bem que existem algumas dificuldades legais para obrigar a que não se deixe degradar o edificado ao ponto que se vê. Claro, diz-se sempre, senhorios sem dinheiro, o PDM que,.....já propus,..........pois.
Maça-me a propaganda. Vê-se vária recuperação, mesmo em certas zonas de bairros históricos, mas................
Mas, voltando ao bom Sábado de ontem, na Baixa e zonas envolventes, e nas zonas junto ao rio, é inegável que muito se melhorou. Onde os cidadãos, nacionais e estrangeiros, se podem deslocar a pé e permanecer, e conviver, e comer, e divertir-se. Prazenteiramente, civilizadamente.
E isso é bom, e de aplaudir.
O que custa saber, e ver, é o que está mais longe da vista, sobre o que se assobia para o lado. É só andar de carro por certas zonas da cidade.
Deixo um exemplo entre os sem fim que detectei.
Mas uma das coisas que mais considero inacreditável, é o fechar de olhos por parte do edil de Lisboa aos estacionamentos paralelos. Basta vir do Areeiro até à Praça de Espanha passando pela CGD e Campo Pequeno. Lindo de se ver!!!!
Enfim, ontem passei belas horas em Lisboa, como consigo fruir também no Porto, mas nestas e em outras cidades, muito do desrespeito e desconsideração para com os cidadãos permanece. É a minha opinião. Quanto a buracos nas ruas e degradação do edificado, também se podem "deliciar" em Ponta Delgada".
Mas a propaganda,.............engana quem gosta!!!
Claro que as afinadas listas protocolares para todos os eventos, e beberetes, e festas, e inaugurações simbólicas, e visitas não programadas em que casualmente estavam lá os OCS, e os convites para "papar" à borla à conta dos cartões de chefes de gabinete, .......isso ajuda muito à imagem.
Técnica conhecida, usada pelos edis de todas as cores, sem excepção, no Continente, e Ilhas Atlânticas. E o contribuinte a pagar!!!!!!!!!!!!!
AC
Lisboa não é caso único nas cidades do nosso País. Mas creio bem que, em certas zonas, é uma das piores. Contrariamente a muita gente, que por causa dos buracos se atiram ao messiânico edil de Lisboa, e salvo melhor opinião, para mim vários dos buracos com que lutamos hoje já vêm de muito atrás. Vários com e sem remendos periódicos.
Ontem dediquei a manhã e a tarde para me passear a pé e deliciar em vários sítios da Baixa Lisboeta. Naturalmente que tive, primeiro e depois, de dar umas voltas de carro.
Existem exemplos cada vez mais deploráveis de se passar, e para não maçar muito quem me ler, sugiro apenas que desça do Rato ao Cais do Sodré passando pelo Príncipe Real, ou que passe pelas ruas por dentro de Sta Apolónia por exemplo até ao Campo das Cebolas. Mas há dezenas de ruas em deplorável estado.
Muitos buracos já tinham nascido antes do actual D.Sebastião. Mas creio que podia fazer muito melhor do que tem feito (???).
O que pessoalmente me desgosta, é a propaganda, que me parece de todo despropositada.
Outro vector é a recuperação do edificado. Obra a obra dizem que melhora!!
Desculpem a linguagem, mas chateia-me mesmo os excessos. E abomino a propaganda, e as superioridades morais e intelectuais, venham de onde vierem.
Creio bem que existem algumas dificuldades legais para obrigar a que não se deixe degradar o edificado ao ponto que se vê. Claro, diz-se sempre, senhorios sem dinheiro, o PDM que,.....já propus,..........pois.
Maça-me a propaganda. Vê-se vária recuperação, mesmo em certas zonas de bairros históricos, mas................
Mas, voltando ao bom Sábado de ontem, na Baixa e zonas envolventes, e nas zonas junto ao rio, é inegável que muito se melhorou. Onde os cidadãos, nacionais e estrangeiros, se podem deslocar a pé e permanecer, e conviver, e comer, e divertir-se. Prazenteiramente, civilizadamente.
E isso é bom, e de aplaudir.
O que custa saber, e ver, é o que está mais longe da vista, sobre o que se assobia para o lado. É só andar de carro por certas zonas da cidade.
Deixo um exemplo entre os sem fim que detectei.
Mas uma das coisas que mais considero inacreditável, é o fechar de olhos por parte do edil de Lisboa aos estacionamentos paralelos. Basta vir do Areeiro até à Praça de Espanha passando pela CGD e Campo Pequeno. Lindo de se ver!!!!
Enfim, ontem passei belas horas em Lisboa, como consigo fruir também no Porto, mas nestas e em outras cidades, muito do desrespeito e desconsideração para com os cidadãos permanece. É a minha opinião. Quanto a buracos nas ruas e degradação do edificado, também se podem "deliciar" em Ponta Delgada".
Mas a propaganda,.............engana quem gosta!!!
Claro que as afinadas listas protocolares para todos os eventos, e beberetes, e festas, e inaugurações simbólicas, e visitas não programadas em que casualmente estavam lá os OCS, e os convites para "papar" à borla à conta dos cartões de chefes de gabinete, .......isso ajuda muito à imagem.
Técnica conhecida, usada pelos edis de todas as cores, sem excepção, no Continente, e Ilhas Atlânticas. E o contribuinte a pagar!!!!!!!!!!!!!
AC
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