Chapéus há muitos
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 3 de janeiro de 2026
R E P U B L I C A N D O
terça-feira, 30 de maio de 2017
O Presidente da República esteve hoje na Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA) e fez uma intervenção.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Exija-se o fim da guerra.
Depois de José Luís Carneiro afirmar que Seguro contará "com todo o apoio" dos socialistas, a antiga ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares anunciou a sua intenção de voto.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2026
1 JANEIRO 2026
Fez agora um ano que escrevi isto.
1 JANEIRO 2025
O que aí virá?
Não sabendo, a garrafa do tinto das Vinhas Velhas aberta para o almoço do primeiro dia do ano serviu para acompanhar o excelente repasto caseiro, e serviu para ajudar a recordar algumas coisas que passaram, e a ponderar o que por aí poderá aparecer pela frente.
2024 não me deixou saudades, NENHUMAS!
Aguardemos.
AC
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E para este ano 2026 que agora começa, o que virá aí?
2024 não me deixou saudades nenhumas.
2025 não teve grandes melhorias com excepção de uma, familiar, muito importante, FELIZMENTE.
Na vertente interna basta olhar,
- ao aeroporto de Lisboa, as filas, as decisões (???) políticas,
- às vacuidades dos titulares de órgãos de soberania,
- à palhaçada à volta dos boletins de voto para 18 de Janeiro,
- à incompetência do Tribunal Constitucional,
- à incompetência da Assembleia da República/ partidos políticos que estão há meses sem nomear substitutos para diversas entidades da pesada máquina dos Estado,
- às vacuidades sucessivas de Marcelo Rebelo de Sousa e ao cada vez mais deprimente final do seu segundo mandato,
- à inarrável situação nos portos nacionais,
- ao que se passa no SNS particularmente e quase só abaixo do Mondego,
- ao que se passa na inabilidade e incompetência e arrogância com que o governo (copiando os anteriores) olha para os assuntos que devia resolver designadamente quanto a trabalho, emprego, leis,
- à palhaçada quanto a contractos para meios aéreos de combate a incêndios,
- à palhaçada como o governo (mais ou menos copiando anteriores) olha para as questões da defesa nacional e para as questões das forças armadas (apenas uma componente da defesa nacional).
É preciso enumerar mais aspectos ?
Olhando a isto e muito mais, e sobretudo olhando aos actuais titulares dos órgãos de soberania (PR, AR, GOV, Tribunais) não auguro nada de bom para 2026.
Se olhar a seguir para a vertente externa, o que posso imaginar?
- que a guerra na Ucrânia vai parar?
- E Médio Oriente? Síria, Iémen, Gaza, Líbano, Irão, Iraque?
- Nigéria? Líbia? Sudão?
Hummmmm
Aguardemos, mas não auguro nada muito promissor.
Oxalá esteja COMPLETAMENTE ENGANADO.
Que 2026 não nos traga mais contrariedades.
António Cabral (AC)
Faleceu Joaquim Aguiar. INFELIZMENTE.
Não foi aqui em casa, foi na casa ao lado de uns amigos.
Marques Mendes fala em “polémica sem sentido”. Já Ventura, apesar de ter pedido ao Presidente para adiar reunião para depois da segunda volta das presidenciais, participará no encontro.
Respeito, SEMPRE, a opinião de outrem.
domingo, 29 de janeiro de 2017
Boa tarde a todos os meus estimados, amigos, conhecidos, e desconhecidos, que me dão o gosto de visitar.
O que agradeço.
Entre outras relíquias nos meus milhares de fotografias, estive a olhar para alguns dos "destroços" nacionais, precisamente porque me lembrei desta coisa dos 30 (que já foram 31) monumentos em ruína que se diz deverão vir a ser recuperados.
Não tenho certezas, pode haver aqui muita coisa discutível mas, deixar cair completamente o que ainda está parcialmente visível é capaz de não ser boa escolha.
Por mim, não tenho dúvidas nenhumas que não se deve autorizar seja o que for que mansamente fosse apagando o que ali se passou, em Peniche.
Se calhar não era impossível.










