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segunda-feira, 30 de março de 2020

ALMOÇO,  PATANISCAS
Tive que fazer outras, mais geométricas e redondinhas, pois as primeiras foram postas de lado.......
AC

quinta-feira, 26 de março de 2020

COZINHADOS,  RECEITAS
Agora que o COVID-19 está por aí, com a quarentena e isolamento social, para lá de leituras várias e pesquisas, mais tempo ainda me ocupo de tarefas domésticas, alternando limpezas com, arrumações, pequenas reparações, mudanças em algumas divisões da casa, e com a preparação de refeições. Nunca os livros de receitas foram tão espiolhados. O histórico por cá vai até 1934!!!!
Sugestão do dia:
GRATINADO de ATUM
250 gr de massas tricolor, 3 latas de atum das pequenas (pode usar mais), uma cebola grande, 3 dentes de alho, 2 colheres de sopa de polpa de tomate, 3 colheres de sopa de azeite, 5 dl de bechamel, 100 a 150 gr de queijo ralado, salsa q.b. sal q.b. e outras ervas e especiarias a gosto.
Cozer a massa em água temperada com sal; depois de cozida escorrer e passar por água fria.
Numa frigideira aquecer o azeite com os alhos laminados e a cebola cortada às rodelas não muito grossas. Refogar.
Depois de alourar, juntar a polpa de tomate e refogar mais um pouco, juntando a seguir o atum, a massa e as ervas todas, as indicadas e outras a seu gosto, e envolver e misturar bem.
Colocar num tabuleiro para forno, regar então com o bechamel, deitar por cima o queijo ralado, e forno com o preparado.
Deixar alourar bem e..........bom apetite.
AC

sábado, 9 de março de 2019

COZINHAR   em  CASA
Para amigos ou só família, e sobretudo só para mim e minha mulher, os residentes deste magnifico restaurante privado.
Gosto imenso de cozinhar em casa. 
Tenho os meus dossiers com receitas, vários, que muito me serviram quando exilado no estrangeiro em comissões de serviço.
Cozinhei sempre para mim, só, intervalando co alguns fins de semana na restauração local, ou convidado para casa de companheiros também temporariamente exilados.
Tenho à mão receitas da minha idosa mãe.
E tenho também os magníficos livros de receitas da minha mulher, que os herdou da mãe, que por sua vez tinha muitas receitas de ascendentes velhinhos. Algumas coisas para aí com um século.
Gosto imenso de cozinhar.
Para alguns pratos, um dos condimentos / ingredientes é o vinho,  branco nuns casos, vinho tinto em outros.
Sobretudo para o tinto, não uso vinho corrente.
Uso mesmo vinho na comida, contrariamente ao indicado neste engraçado cartoon recebido de um amigo. 
Como razoável "chef" que me considero, enquanto cozinho petisco e bebo. Naturalmente.
Ah, isto é propaganda caseira eu sei, eu não vou ao programa da Cristina.
Não nos conhecemos, não sou chefe dela, e não preciso de fazer rolar as dívidas enganando o pagode e incautos que se deslumbram com as aparências. 
E dispenso amiguinhos intrujões.
AC 

terça-feira, 31 de maio de 2016

ALMOÇO, caseiro, simples, pelo CHEF cá de casa (cozinha quase tão bem como a cara metade)
Espinafres como acompanhamento; passados por um fio de azeite com dentes de alho, uma pitada (pouca) de sal.
O prato é receita da minha lavra. O que observam é uma espécie de "calzone", uma espécie.
Começo pelo recheio, isto é, REDON (restos de ontem).
Eram fatias de carne assada, que cortei em pedaços pequeninos, e que aqueci com o molho por forma a deixar gorduroso sem ser molhado, pois daria cabo da massa. Depois misturei com o resto dos brócolos de ontem, cortados em pedaços. Em síntese fiz um recheio que ficou húmido sem ser empapado.
Quanto à massa, (de que coloquei uma rodela no fundo da tarteira de silicone, para servir de base ao recheio,  e com outra rodela cobri, dobrando depois a parte de baixo para a de cima de modo a fazer uma espécie de costura) é muito simples:
- farinha em cima da bancada (+/- 1 chávena leite p/almoço), um buraco ao meio para, pouco sal, um ovo inteiro, uma colher de sopa de margarina líquida; mistura-se tudo. Dependendo como a coisa correr, pode usar-se um pouco de água, ás vezes até uma pitada de nata magra, equilibrando com farinha.
O resultado pretendido é uma bola fofa, que não seja demasiado mole e pegajosa nas mãos, nem dura. Frigorífico com ela (30/40 min).
Depois é estender com o rolo da massa (continuo a usar o velho rolo de madeira, prenda de casamento). Arranjar a forra para baixo e para cima como já referido supra.
A companhia, óptima como sempre. O vinho era do Douro; por pudor não digo a marca, mas é extraordinário, menos no escaldante preço. Bom apetite. Ah, atenção, inveja é pecado.
AC
PS: copo branco, de porcelana fina, chávena sem pega, oferta/prenda do filho mais novo, onde se bebem bons chás
Em Tempo: esqueci-me, forno a 190º. Calor por baixo e por cima, tarteira ligeiramente abaixo de meio do forno. Quanto ao tempo, fui controlando pelo vidro, retirei quando a massa estava loira. Assim como se vê na foto, estava estaladiça ao meter a faca. Crocante, como dizem os "espertos".