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quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

CULTURA 

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Quem faz injúria vil e sem razão

com forças e poder em que está posto,

não vence; que a vitória verdadeira,

é saber ter justiça, nua e inteira.

… … 

(Luís de Camões, Lusíadas, canto décimo, LVIII)

AC

sexta-feira, 6 de julho de 2018

A ÁGUA, O OCEANO, As ÁGUAS
Quem prende a água que corre
É por si próprio enganado 
O ribeirinho não morre
Vai correr para outro lado.
                António Aleixo

Já no largo oceano navegavam,
As inquietas ondas apartando;
Os ventos brandamente respiravam,
Das naus as velas côncavas inchando;
Da branca escuma os mares se mostravam
Cobertos, onde as proas vão cantando
As marítimas águas consagradas,
Que do gado de Proteu são cortadas.
                  Luís de Camões 
AC

quarta-feira, 23 de maio de 2018

CAMÕES, Lusíadas
Andam aí uns quantos que me parece julgarem-se Camões, pois passeiam-se por aí com um "facies" de falsa seriedade e com um manhoso engenho e muito fraca arte a tentar enganar o povão..........mas são sempre descobertos............coitados, ...........como a vida está difícil. 
Depois, é por causa destas e outras semelhantes que se diz que assim não chegam à política os melhores ou seja, como é possível ter cá os melhores se lhes estamos sempre a vasculhar a vida putrefacta das negociatas, ou à mesa/ sombra do OE, ou em coisas conexas com o OE, ou conexas com o amiguismo na máquina do Estado? Coitadinhos!
AC

sábado, 10 de junho de 2017

10 de JUNHO
Dia de Camões, de Luis Vaz de Camões.
Tenho um exemplar especial dos Lusíadas. Mostro a capa.
Este exemplar, data de 1972, é como digo um exemplar especial, porque edição de 1972 ou seja, no ano do IV centenário da publicação do poema. 
Lembro que em 1572 foram editados os Lusíadas.
Gosto particularmente do que está sublinhado. Actualíssimo.
São os Portugueses - os Lusíadas - os heróis do poema.
Lá, onde repousa, Camões deve dar voltas e voltas ao ver o estado em que continuamos, a desfaçatez, a pouca vergonha, a corrupção, a desigualdade, a demagogia, a total ausência de um devir para a sociedade, e que germinam e alastram.
António Cabral (AC)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

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Quem faz injúria vil e sem-razão
Com forças e poder em que está posto,
Não vence; que a vitória verdadeira,
É saber ter justiça, nua e inteira.

Os Lusíadas, canto X,  LVIII, página 344, exemplar capa de carneira, 1972.

Será por alguma coisa que se vai passando no meu País, que me lembrei de recordar isto?
AC