Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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terça-feira, 22 de outubro de 2024
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
R E D E S S O C I A I S
Cresce o número de confissões publicas de aniversários, festas, indicações camarárias, coisas da vida íntima, desabafos de deputados, etc., etc., etc.
E CRESCE O NÚMERO de APAGÕES DE MENSAGENS.
Eu só tenho este blogue, onde de privado quase nada partilho para além de receitas culinárias, leves mágoas passadas e pouco mais e, ainda assim, "en passant".
Nada de facebook, instagram, twitter, etc.
Não é uma crítica a quem usa isso, respeito, é apenas um facto, escolha pessoal.
Refiro-me aos apagões das mensagens de muita gentinha, porque através dos jornais se vai tendo mais notícia dessas curiosas posturas. Primeiro, pelo que tenho percebido, vomitam para as redes sociais tudo e mais alguma coisa de vida privada e não só, depois vão a correr apagar tudo para tentar evitar eventuais ataques e escândalos.
Não é giro?
Diz muito sobre os cérebrozinhos, não diz?
AC
quinta-feira, 5 de março de 2020
OUTROS TEMPOS, ALGUMAS COISAS ACERTADAS, OUTRAS NEM TANTO
Li uma vez este documento em tempos "postado" num blogue de que já não me lembro e arquivei-o para pensar no assunto mais tarde. Voltei a ele agora.
Não concordo com tudo o que lá está escrito/ definido.
Este documento é de antes do 25 de Abril de 1974 mas, depois de saber há poucos dias certas coisas de uma escola em Lisboa, que se somam aos "folhetins" das agressões a professores e as agressões a alunos, mais as violências entre alguns alunos, interrogo-me:
Quantas escolas e faculdades, hoje, muito claramente, advertem on início doa ano lectivo e ao longo dele, todos os alunos para por exemplo:
> que não pode ser vandalizado o material e as infra-estruturas
> que não se pode fumar dentro das escolas e faculdades (claro que hoje isso é já dado adquirido, mas era norma já antes de 1974)
> que não se pode deitar papéis e lixo para o chão
> que devem observadas as adequadas normas de higiene, etc.

Quantos pais hoje em dia, em casa, advertem assertivamente, diariamente, os filhos para,
> não usarem o tlm dentro dos edifícios escolares, apenas nos intervalos,
> não faltarem às aulas,
> para se comportarem dignamente dentro das salas de aulas,
> para respeitarem os professores,
> para participarem em tempo útil e no local adequado qualquer aspecto criticável de algum professor e/ ou funcionário auxiliar?
Antes do 25 de Abril de 1974 havia aberrações, também.
O acesso ao Ensino Liceal era sobretudo para quem podia.
Ensino nas Escolas Comerciais e Industriais era mais dirigido a classes mais desfavorecidas
O acesso às universidades/ faculdades era ainda mais restrito.
Uma das várias aberrações, a meu ver naturalmente, em Portalegre que já na altura era capital de distrito, liceu era apenas até ao então 5º ano; 6º e 7º anos tinham que ser frequentados em Castelo Branco, outra capital de distrito.
Enfim, mas o que me importa aqui não é, realçar o que de positivo e de negativo existia antes do 25 de Abril de 1974, nem realçar o que se melhorou e muito depois dessa data e o que infelizmente está muito mal.
O meu ponto tem a ver com a questão da autoridade, e a degradação e impunidade estão aí, o desrespeito para com os professores é a "norma", "bulling" impera, agressões a alunos também acontecem, e em casa não se educam os filhos, porque o estúpido entendimento é - a escola é que os tem de educar.
Assim não vamos lá.
E se entenderem que estou a exagerar respeito obviamente a opinião mas, um dos muitos exemplos ao longo do tempo, leiam o Público de 4 de Março do corrente ano.
A sensação que continua - e ninguém faz nada.
Oxalá seja apenas sensação.
AC
Li uma vez este documento em tempos "postado" num blogue de que já não me lembro e arquivei-o para pensar no assunto mais tarde. Voltei a ele agora.
Não concordo com tudo o que lá está escrito/ definido.
Este documento é de antes do 25 de Abril de 1974 mas, depois de saber há poucos dias certas coisas de uma escola em Lisboa, que se somam aos "folhetins" das agressões a professores e as agressões a alunos, mais as violências entre alguns alunos, interrogo-me:
Quantas escolas e faculdades, hoje, muito claramente, advertem on início doa ano lectivo e ao longo dele, todos os alunos para por exemplo:
> que não pode ser vandalizado o material e as infra-estruturas
> que não se pode fumar dentro das escolas e faculdades (claro que hoje isso é já dado adquirido, mas era norma já antes de 1974)
> que não se pode deitar papéis e lixo para o chão
> que devem observadas as adequadas normas de higiene, etc.
Quantos pais hoje em dia, em casa, advertem assertivamente, diariamente, os filhos para,
> não usarem o tlm dentro dos edifícios escolares, apenas nos intervalos,
> não faltarem às aulas,
> para se comportarem dignamente dentro das salas de aulas,
> para respeitarem os professores,
> para participarem em tempo útil e no local adequado qualquer aspecto criticável de algum professor e/ ou funcionário auxiliar?
Antes do 25 de Abril de 1974 havia aberrações, também.
O acesso ao Ensino Liceal era sobretudo para quem podia.
Ensino nas Escolas Comerciais e Industriais era mais dirigido a classes mais desfavorecidas
O acesso às universidades/ faculdades era ainda mais restrito.
Uma das várias aberrações, a meu ver naturalmente, em Portalegre que já na altura era capital de distrito, liceu era apenas até ao então 5º ano; 6º e 7º anos tinham que ser frequentados em Castelo Branco, outra capital de distrito.
Enfim, mas o que me importa aqui não é, realçar o que de positivo e de negativo existia antes do 25 de Abril de 1974, nem realçar o que se melhorou e muito depois dessa data e o que infelizmente está muito mal.
O meu ponto tem a ver com a questão da autoridade, e a degradação e impunidade estão aí, o desrespeito para com os professores é a "norma", "bulling" impera, agressões a alunos também acontecem, e em casa não se educam os filhos, porque o estúpido entendimento é - a escola é que os tem de educar.
Assim não vamos lá.
E se entenderem que estou a exagerar respeito obviamente a opinião mas, um dos muitos exemplos ao longo do tempo, leiam o Público de 4 de Março do corrente ano.
A sensação que continua - e ninguém faz nada.
Oxalá seja apenas sensação.
AC
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
A PROPÓSITO de ENSINO
(dizem-me que terá sido assim.
Ou é "fake news"?) Palpita-me que há nisto muita .......
Mas está engraçado, creio eu.
Numa prova de entrada para a Universidade...
Questão: Interpretar o seguinte trecho do poema de CamõesOu é "fake news"?) Palpita-me que há nisto muita .......
Mas está engraçado, creio eu.
Numa prova de entrada para a Universidade...
"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer"
Uma aluna deu a sua interpretação:
'"Ah Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!'"
Terá tido boa nota !
A primeira vez, depois de mais de 500 anos, que alguém entendeu a substância da ideia de Camões !!
AC
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