Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 16 de junho de 2023
sábado, 6 de maio de 2023
REVOLTAS ?
Os militares portugueses, maioritariamente os do Exército, revoltaram-se (e muito justamente) porque fartos de andar na guerra. Fizeram uma revolução militar, que rapidamente se transformou numa popular, naturalmente orientada por políticos que tinham estado na sombra.
Nos supermercados continuam a ser comprados frutos vermelhos, vegetais mais incomuns, tal como frutas, etc. Não há grandes revoltas por esses e outros produtos continuarem a ser comprados.
Os professores não param de se revoltar, mas pouco se tem alterado.
Os pais dos alunos e os alunos, não se revoltam assim tanto por não haver aulas.
Os portugueses mais pobres, os que se socorrem da ferrovia e dos autocarros pouco ou nada se revoltam, pouco podem fazer, têm pouca voz perante por exemplo os maquinistas da CP.
O Presidente da República parece que se revoltou contra o PM e seu ex-aluno porque não queria/ quer um irresponsável como ministro. Mas a revolta não serve de grande coisa, fica tudo praticamente na mesma. Ah, não se revoltou quase nada com anteriores responsáveis, pois não eram só dois.
Os utentes dos transportes marítimos entre as duas margens do Tejo pouco ou nada se revoltam, pouco podem fazer, têm pouca ou nenhuma voz perante este governo PS, perante tanta incompetência, com ou sem baterias, e quase sem barcos e os que há estão velhos e ferrugentos.
Os pensionistas, muitos já com limitações de saúde, facilmente se deixam enganar com o "bacalhau a pataco" de Costa e sequazes.
A ministra da segurança social aldrabou e mesmo mentiu há meses quanto à sustentabilidade da segurança social. Não descobri especiais revoltas.
Os governantes actuais, mentem ainda mais do que era habitual com anteriores governantes da sua e de outras cores, não vejo revoltas especiais sobre isto.
O que quero dizer com estes poucos exemplos, é que a acomodação chega relativamente depressa.
Então, se arranjarem umas sinecuras para alguns que, no fundo, são da mesma cor ideológica, para ficarem sossegados e saudosos dos tempos revolucionários e ainda mais obesos do que já eram, as coisas resolvem-se devagar ou seja, os governantes continuarão a mentir e a pouco ou nada solucionar na sociedade portuguesa.
Aguardemos por próximos capítulos.
António Cabral
quinta-feira, 16 de junho de 2022
São constantes. CONSTANTES.
Dirão, e é verdade, lá fora é parecido. Certo.
Por exemplo, a questão da inflação crescente por cá não resulta apenas e só da guerra criminosa na Ucrânia. Os preços dos bens essenciais, os combustíveis, a especulação imobiliária já aí estavam antes da guerra, e não foi bem a Covid a culpada.
A Ucrânia vai entrar na UE. Não, afinal não vai entrar. Ah, a Ucrânia vai ficar com estatuto de candidato a aderir. Veremos. Ah, a Ucrânia está quase a ganhar a guerra, bastam mais uns canhões.
Só falta um destes dias virem dizer-me que o Macron e o Olaf são Putinistas. Ah e, claro, eu também.
Como vejo as coisas, a Rússia deve estar com problemas internos, mas posso estar enganado. Verifico o que me parecem ser mais uns cautelosos passos de solidariedade Rússia - China.
Também me parece evidente e espero não estar equivocado, EUA, Rússia e China não usarão as armas balísticas do terror. Mas neste plano, presumo que Putin se ri quando olha para a Europa, mesmo que Macron tenha a "Force de Frape" e o Boris e a sua Rainha alguma coisa do género.
E se tudo isto refiro é à conta da manipulação, das lavagens ao cérebro, das guerras de comunicação, da perigosa ou estranha ou o que lhe quiserem chamar da nossa sociedade da informação.
Sempre em cima da mesa os conhecidos princípios de adormecimento, para atrair o apoio inconsciente dos OCS.

