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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

A  PROPÓSITO  DE  VIANA  DO  CASTELO

Salvo melhor opinião, todas as cidades, vilas, aldeias, lugares, povoados, todos têm coisas feias e bonitas, lugares aprazíveis, casas e prédios de arquitectura marcante e outros de gosto mais que duvidoso e, estes sobretudo, sugestivo de mescambilhas camarárias no que respeita a autorizações e PDM. E "inside information". Nesta área temos até em Portugal um cromo especial, com obra feita nas Beiras!!! 

Vem isto a propósito de Viana do Castelo e do seu prédio Coutinho.
Gosto de visitar Viana do Castelo e, entre outras coisas, fruir da agradável pousada lá no alto, de onde se podem apreciar vistas sensacionais particularmente em determinadas condições meteorológicas e horas do dia. E de onde tenho feito quartel-general para incursões em redor.

As opiniões são todas de respeitar e, naturalmente, também nesta questão do prédio Coutinho, as questões legais não devem e não deviam ser desprezadas em favor de interesses que, as mais das vezes, aparentam duvidosos.

Ouvir falar o deplorável e arrogante ministro Matos Fernandes irrita mesmo os ouvidos mais duros mas, sobretudo, fere as pessoas decentes, pois tudo o que dali vem tresanda a muito mal cheiroso.

Se me perguntarem se gosto do dito prédio, sinceramente, sugere-me a palavra mamarracho! Mas isto é uma opinião de gosto pessoal, coisa tipo que não deve contar para decisão alguma.

Da última vez que estive em Viana do Castelo, procurei junto de uma autoridade local e homem da minha profissão saber de contornos sobre esta rocambolesca  telenovela. Creio ter percebido várias coisas mas, naturalmente, ele não me conseguia explicar todo o romance. 

Num blogue bem conhecido está tudo bem explicado, e a história tem gentalha conspícua metida até ao pescoço nesta vergonhosa telenovela. 
Uns ainda mais execráveis que outros. E a mistura entre uns que foram chefes e outros que foram subalternos, que depois passaram a ajudantes e/ ou ministros, ou selecionados para novos projectos, mostra bem a podridão deste polvo "sUcialista" que ao longo das décadas se apoderou do sistema político e jurídico a seu "bel-prazer" e para os interesses da camarilha.

Esta lamentável história iniciada algures nos 70 do século passado, é exemplar deste Portugal de poder autárquico "esquisito" que sempre andou em paralelo com o poder autarca decente. Uma das várias razões desta podridão crescente e pantanosa em que se transformou a sociedade portuguesa.

Um molho de brócolos, presidente de câmara curioso, socialista pois está claro, PDM, licenciamentos, aprovações e licenças necessárias emitidas e pagas, compras de apartamentos, surgimento de interesses vários porventura promíscuos, direitos de propriedade, decisão de expulsão de moradores, batalhas jurídicas e, finalmente, e sem surpresa senão apenas para incautos, lá caiu a definitiva aprovação jurídica de expulsão de moradores ainda residindo no prédio.

Em síntese, uma TEIA NOJENTA de camarilha, conhecida no Porto e não só, e com líderes bem referenciados e, CLARO, bem instalados na vida!!!! 
EXEMPLAR e ELUCIDATIVO quanto à gentalha que nos suga.
AC

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Coisas que se Descobrem...
Se as 3 primeiras fotos são de um velho livro, de estudo, a última é um "papel" de trabalho de um aluno que me diz Muito.
AC

domingo, 25 de fevereiro de 2018

CORPORATIVISMO? PODERES OCULTOS? LOJAS? CENTRÃO?
Como o caso numa esquina ao Rato, existem imensos por essa Lisboa fora, por esse País fora.
Entre aprovações e reprovações, as coisas acabam sempre por andar anos aos trambolhões, entre vereações e presidências de câmara do PS ou do PSD, mas depois de avanços e recuos, de protestos, de associações que se constituem, de petições de milhares de cidadãos, lá avançam final e definitivamente. 
O caso concreto, no Rato, dizem estar a marinar há 8 anos, mudando de gavetas certamente, com desrespeito pelo Código do Procedimento Administrativo, certamente sempre com a inocência de todos os arquitectos com ligações ou conhecimentos à CMLisboa, sempre com os que pertencem (e são muitos) à CML isentos e sem nada que ver com os gabinetes de arquitectura fora da CML, com concordâncias da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitetos, e tendo tido pelo meio também António Costa.
É o que temos, mas nem todos merecemos.
AC