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terça-feira, 2 de agosto de 2016

O IMI, o ANAFADO, a MENTIRA.
O IMI é algo que me parece complexo. Não é justificação para dizer apenas umas coisas dispersas, mas o assunto é árido e não sou especialista/ fiscalista. Sou como muitos, apenas, sofredor em certos períodos do ano.
Tenho a certeza que existem belíssimas casas que deveriam pagar muito mais IMI.
Pelo que conheço de certas aldeias, provavelmente, num sistema justo e equilibrado, muitos desgraçados cidadãos não deveriam pagar NADA.
Existem de certeza muitas disparidades.
Não vou falar do meu caso pessoal.
Nem da casa da minha falecida sogra, quase com 50 anos, e que tem um valor patrimonial elevadíssimo decidido em gabinete; apenas dizer que nem por 60 000,00 € abaixo desse valor conseguimos que alguém a compre. Por este exemplo se pode aferir a realidade com o que vai na cabeça destes verdadeiros filhos de uma grande .....PORCA.
Pelas notícias, parece que o diploma em causa deixa grande margem de discricionaridade.
O que agora quero realçar é o facto do secretário de estado dos assuntos fiscais, inchado na sua soberba, ter a lata de dizer que o Estado não pode pedir reavaliações. Onde se encaixam as CMunicipais? São empresas privadas?
Além disso, tem ainda a lata de dizer que não visam aumentar receita. Então se aumentam os coeficientes a receita vai diminuir?
Em bom português chama-se MENTIR. Como é do PS, segundo consta amigo e protegido do novo messias desculpa-se, não é?
AC

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Um indicador do nosso atraso?
Como este exemplo, em Lisboa, no casco velho, existem imensos. Em Lisboa, em outras cidades, em vilas, e em aldeias então nem se fala.
Não sou jurista, não sou senhorio, nem inquilino.
Quando ouço e leio os folhetos/ separatas e artigos sobre construção civil, recuperação de imóveis, etc,  recordo que esta conversa da treta decorre há décadas. Naturalmente que se devem acautelar interesses, direitos, de todas as partes.
Mas, então o interesse geral da sociedade, a manutenção de património?
Vim isto a propósito do estado calamitoso a que chegaram edifícios vários, por todo o País, mas também por verificar editais colocados por uma Câmara Municipal de uma vila, nas portas de casas velhas abandonadas. Editais que, creio, mostram que existe legislação suficiente para se actuar contra o desleixo e o abandono. Mas, claro, alguns edis não querem incomodar certos donos de imóveis, vá lá saber-se porquê. De certeza que não é só porque algumas pessoas, infelizmente, estão numa fase difícil e não podem abalançar-se a obras de recuperação. Mas, foi sempre assim?
AC