sábado, 29 de março de 2014

Um País desgraçado: o governo, a oposição, os titulares dos vários órgãos de soberania, políticos em geral, a comunicação social. Os cidadãos são tratados todos os dias como se vê. Claro que, felizmente, há excepções, em todos os sectores da nossa sociedade.
Por isso ainda tenho esperança, para o final da vida dos meus filhos e para os meus netos.
Assalta-me por vezes o desalento.
Mas, desalento? Nunca. A vida é acção, lutar é viver. Nunca dizer basta no sentido de, quebrar, desfalecer. Basta apenas para as canalhices.
Até porque o "basta" no-lo dará a morte.
AC

quinta-feira, 27 de março de 2014

No meu desgraçado País (desculpem mas não gosto do comum - este País), anda há séculos desgraçado mas é o meu. Azucrinam-me os ouvidos e magoam as pupilas de forma cada vez mais violenta.
Mas não se dão contam que, praticamente todos eles, incluindo os comentadores de pacotilha de todas as cores, tocam músicas que se calhar imaginam celestiais mas, os meus sentidos ouvem e vêem é "orquestras" que nem desafinadas estão: os instrumentos estão em repouso, ainda que os maestros gesticulem desesperados.
O que ouço são os sons das voltas que as tripas dão, e vejo os vómitos inerentes.
Boa noite e boa sorte. E continua a chuva.
AC

domingo, 23 de março de 2014

Bem hajam, os que têm a gentileza e paciência de visitar este "sítio". Um bom Domingo.
AC


sábado, 22 de março de 2014

EUFEMISMOS
Há eufemismos e eufemismos.

Neste caso, das duas fotografias, ninguém duvidará (espero) que retratam o pôr do Sol, ainda que apanhe mais do que um tema banhados pela magnífica luz de fim de tarde.

Mas o nosso tempo, e particularmente neste desgraçado País em que uns "meninos e meninas" persistem em considerar os cidadãos como tolinhos, é diariamente ou quase enxovalhado por esses "meninos e meninas", que nos bombardeiam com reestruturações, perdões de dívida, e mais um sem número de pomposos títulos até em língua estrangeira se for preciso para mostrar a "pujante intelectualidade e sabedoria".

Essas criaturas não nos dizem, preto no branco, que a receita deles nos trará perdas imediatas nos poucos euros que alguns de nós tenham"sentados" nos bancos nacionais. Por exemplo.

Não nos dizem, que nós perderemos e uns quantos "meninos e meninas" nada perderão porque têm a possibilidade (legal e ilegal) de ter o dinheirinho lá fora.

Os "meninos e meninas" actualmente no poder mais o cortejo de assessores e consultores e conselheiros, e sábios, também fizeram já umas reestruturações, e vão "arando" o caminho para ficarmos cada vez melhor!

Não sou nada dado a eufemismos, pouco dado a metáforas. Ainda assim, lembro aquela definição de sábio - sabe tudo o que diz, mas não diz tudo o que sabe.

Pois para mim, a sapiência podem metê-la num sítio que facilmente adivinham.
Trata-se mas é, tão somente, de um lado e de outro, de uma cambada imensa que nos esmaga há décadas. AC

quarta-feira, 19 de março de 2014

INCÊNDIOS
No euromilhões o mais frequente é nem uma estrela conseguir acertar.
Mas quanto a incêndios, onde há de tudo, desde os ininputáveis, aos criminosos a título pessoal ou a soldo de outrem, presente ainda as negociatas com aluguer de aeronaves (aviões+helicópteros) que se arrastam há anos ......ai.......desculpem.......... sou eu que estou tolinho, ......a todas as outras pouca vergonhas inação dos políticos incluindo, quanto a incêndios dizia, APOSTO que a época que se aproxima vai ter ainda mais fogos que no passado. APOSTO. Creio que as raivinhas em crescendo são indicativos curiosos.
AC
INSANÁVEIS, BRILHANTES, e FORMADORES de TÉCNICOS DE AERÓDROMOS.
E mais os puros, os éticos, os salvadores de minorias, lacrimosos ou não.
Esta gentalha toda, quando abre a boca, recorda-me estes despejos!
O que eu gostava de saber é o que me vai acontecer depois do fim de Maio. Em concreto!
AC

terça-feira, 18 de março de 2014

Homenagem sentida ao CIDADÃO, SENHOR JOSÉ MEDEIROS FERREIRA.
Alguns tiveram a felicidade de privar com ele. Alguns, serão amigos íntimos e verdadeiros. São portanto vozes autorizadas a falar deste notável CIDADÃO. Sobre a sua alegria de viver, sobre a sua fina ironia, sobre o seu excelente nível cultural e intelectual, sobre a sua cidadania e independência de espírito.
Pelo meu lado, por razões profissionais, entre 2004 e 2006 tive a oportunidade de trocar com ele algumas palavras, em duas daquelas aborrecidas situações protocolares onde pululam os graxistas e sabujos, sempre em bicos de pés. As palavras trocadas foram poucas, as suficientes para confirmar quão bem andei em ter comigo os livros e outros escritos do Professor José Medeiros Ferreira.
À família enlutada, particularmente ao seu irmão que conheci por razões profissionais, e que posso não conseguir contactar, as minhas sinceras condolências.
Deste desenlace, é inquestionável dizer, Portugal fica mais pobre. Descanse em paz.
AC


segunda-feira, 17 de março de 2014

SOL e LUA. Sem consensos, sem exonerações, sem despedimentos, sem greves, sem desrespeito pelas pessoas, sem mentiras, sem sombra de dúvidas, o SOL e a LUA.
AC


Manifestos, anti-manifestos, crise, qual crise? CRISE de VALORES, INEXISTÊNCIA de ESTADISTAS e POLÍTICOS. Felizmente que na blogosfera se conseguem encontrar explicações claras sobre o nosso desgraçado momento (é um momento de décadas), e que nada tem a ver com a pouca vergonha e mentira propagandeada por quase todo o lado e vinda de todos os lados. Depois do que li hoje vou dormir melhor.
AC



Coisas extraodinárias do nosso País
AC

quarta-feira, 12 de março de 2014

AGRICULTURA
Décadas depois de criminoso desleixo, terá sido esta pobre couve que conseguiu nascer entre as pedras, a fonte de inspiração?
AC

Estado versus Cidadãos. Cidadãos versus Estado
" And so, my fellow Americans: ask not what your country can do for you - ask what you can do for your country" ( John Kennedy, January 20, 1961)
A vida, a envolvente, a tomada de decisão.
Atitudes, ponderadas, irreflectidas. A alteração brusca das condicionantes. A envolvente, coisas da vida, que nos rodeiam, que nos condicionam. Uns refletem, muitos não. Uns aos tombos frequentes. Outros, caem, levantam-se, procuram não voltar a escorregar. Uns procuram e conseguem muitas vezes aperceber-se das mudanças e das géneses, e procuram adaptar-se em consequência, sem perder de vista a essencialidade da vida, os valores. Outros, pararam no tempo, não perceberam ou não se esforçaram para isso, porque se foram alterando as coisas à sua volta, continuando a viver dentro da mesma redoma.
Emoções e comoções constituem vida de muitos. Emoções e comoções mas também racionalidade e ponderação, a vida de outros. Em tudo na vida, há coisas positivas e negativas, ou menos boas ou complicadas. Algumas decidem ter um filho sozinha, tendo condições de independência para tal. Outras negligenciam quase tudo, esquecendo a responsabilidade e a vida dura da independência a "solo". Uns esquecem as prestações a pagar. Uns esquecem a alteração das anteriores fontes habituais de "pinga-pinga" que para tudo dava. Mas continuam a encomendar "porque está baratíssimo".
Para tudo na vida, Estado, empresas, famílias, se devia ter em conta o factor AEA. Para a decisão, para a seleção de estratégia, para avançar. Muitos ponderam o AEA. Mas muitos em Portugal é "meia bola e força e fé em Deus". Esquecem que a entidade mítica que tudo parecia resolver já não existe.
AEA: Adequado, Exequível, Aceitável.
Adequado, uma ponderação sobre a forma de atingir o que se deseja, para avaliar se a opção que se tem em vista atingirá os objectivos em mente.
Exequível, para avaliar da execução, para ver se é possível de executar com os meios de que se dispõem; tem também muito a ver com aspectos financeiros.
Aceitável, antes de dar o salto em frente, uma ponderação cuidada para ter a certeza de que os custos são aceitáveis face aos objectivos desejados.

QUEM, QUANTOS, EM PORTUGAL, ASSIM PROCEDEM? DESGRAÇADO PAÍS.
AC