ORDENS
Consultando apontamentos de um grande amigo, professor catedrático, recordei que "no vai-vem das cruzadas, os Templários conseguiram desafogo financeiro que, de certa maneira, em certo período, os transformou em banqueiros de reis e Papas, o que gerou crescentes cobiças. A partir de 13 de Dezembro de 1307, houve prisões em massa, prisões e tortura e mortes na fogueira, sendo atingido o próprio grão - mestre dos Templários. Pela - Bula Box in excelsa - , o Papa clemente V determina a supressão da Ordem dos Templários.
Em Portugal, depois desta Bula, o nosso rei D. Dinis procura salvaguardar a unidade patrimonial dos Templários em terra portuguesa, tidos agora por usufrutuários amovíveis de terras que pertenciam à coroa. D. Dinis, procura a criação de uma nova ordem que sucedesse à extinta do Templo e pudesse dispor da totalidade dos seus bens. A Ordem de Cristo - Ordem da Cavalaria de Nosso Senhor Jesus Cristo- foi assim instituída, em 14 de Março de 1319, pela Bula - Ad ea exquibus - do Papa João XXII a pedido do nosso rei, sendo-lhes formalmente doados todos os bens dos Templários e a vila de Castro Marin para sua sede".
Nesta parte da história nacional há um pequeno apontamento que me toca por razões do coração, e tem a ver com os Templários.
"Em 1159, sendo já mester português da Ordem dos Templários, D. Gauldim Pais, ele recebeu o castelo de Ceras que centralizava uma vastíssima zona do Mondego ao Tejo, correndo pela linha do Zêzere. Como o castelo estava arruinado, D. Gualdim opta pela edificação de uma nova fortaleza, em Tomar, a 1 de Março de 1160, escolhendo um morro sobranceiro, na margem direita do Nabão. Cinco anos depois, recebem os Templários os territórios de Monsanto.............
AC
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