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domingo, 9 de fevereiro de 2020

L I S B O A
Hoje, Domingo, tempo aprazível, durante várias horas, de manhã e de tarde, eu e a Nikon andámos por Lisboa.
Entre visitar a minha muito idosa mãe, tirando-a do lar para irmos almoçar fora, na zona da Praça de Londres e, depois, percorrer ruas e ruas, na Baixa Pombalina, e daí para cima pela Av Liberdade até ao Campo Pequeno e Av de Roma, fiquei com uma noção mais precisa do que Medina e o seu arquitecto amigo andam a fazer há anos à cidade de Lisboa. Quanto não andarão os Riscos a ganhar?
Em baixo deixo apenas fotografias da Baixa.
Não só mas em particular na Baixa, Medina e seus correligionários estão a transformar a Baixa Pombalina numa zona de hotéis, hostels, AL e, em paralelo, restaurantes para turistas, e pastelarias. Lojas são cada vez menos.
Por exemplo, aqui,
passou a Manteigaria......................
Tapumes como o desta fotografia estão por todo o lado, quase não há uma rua na Baixa Pombalina que não se esteja a esvaziar de lojas e a converter em hotéis, hostels e AL.
O mais caricato é o caso na Rua do Ouro e na Rua da Prata, onde estes alojamentos implicam paragens constantes de carros de aluguer e táxis em plena rua, para desembarcar ou embarcar passageiros, no caso da rua do Ouro por exemplo até na faixa da esquerda isso acontece. Um regalo. 
Avança Medina, Avança Salgado.
AC

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

SÓ PARA RIR
....é necessário que as pessoas não se eternizem nos lugares...
Só lá está há 12 anos? 
Ou enganei-me nas contas?
AC

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

É uma maçada, só não acerto o euromilhões.
Como se esperava, mais uma bronca na Ribeira das Naus.
Passei lá inúmeras vezes desde que foi inaugurada, melhor, desde que a pé e de carro se começou a passar em frente ao edifício magnifico onde está a Marinha.
Porque se se fala em inaugurações, ali, foi um "forró" de pouca vergonha.
Mas há que dar dinheirinho a ganhar.
Se me perguntarem se estava um passadiço engraçado, não chocando com o ambiente, para o meu gosto estava.
Mas deve atender-se também a outras vertentes e, sabendo-se que na vida não se consegue tudo conciliar, talvez não tivesse sido asneira pensar em questões de durabilidade, resistência, manutenção, etc. Pensar nas consequências financeiras conforme as escolhas que fossem feitas.
O resultado de mais uma obra do ex-edil Messias que quer ser o futuro PM deste desgraçado País está à vista: um caos.
Com gente desta, Portugal continuará na senda do desastre.
Onde andam as pessoas intelectualmente honestas, que olhem para a coisa pública com decência e equilíbrio, que decidam em favor do bem comum atentos os recursos disponíveis, e não em favor de amigos, ou dos jornalistas, ou dos grupos de pressão, ou dos escritórios e dos ateliers, ou das lojas, etc?
AC