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quinta-feira, 10 de agosto de 2023

GRUPO  ETÁRIO  SMAS

As câmaras municipais têm os serviços municipais de água e saneamento (SMAS) para tratar do fornecimento de água e das questões do saneamento (esgotos, aproveitamento de águas, etc.)

Há uns anos, eram as câmaras que tinham essas tarefas incorporadas nos seus organogramas e organização. Há uns anos individualizaram os SMAS e, geralmente, os presidentes das CM são também presidentes dos SMAS. Adivinhem a razão principal!

Vem isto a propósito dos funcionários do SMAS (e outros serviços) em muitas CM e, concretamente, o que quero referir é a idade da maioria desses trabalhadores.

Há dias, ao passear numa praceta na cidade do Montijo dei com um panorama que tinha o seu quê de peculiar e espectacular.

Tinha havido um grande rebentamento de conduta de água. Deparei com três camionetas médias da CM, um tractor que estava em vias de terminar de abrir enormes buracos para colocar à vista o local/ condutas danificadas, a área devidamente vedada, mais afastado jorrava para o ar um enorme esguicho de água propositadamente para tirar toda a pressão na zona afectada, muitas ferramentas e utensílios diversos espalhados no chão e 8 trabalhadores/ funcionários além do condutor do tractor.

Estive por ali a observar tudo, cerca de 20 minutos. Sou leigo a 100 % na matéria mas jurava que sabiam muito bem o que fazer. Quando por lá passei um pouco menos de uma hora depois estava tudo pronto, nem viaturas nem pessoal.

Isto tudo para dizer que me impressionou olhar para aqueles trabalhadores. Nenhum tinha aspecto de ter menos de 45/50 anos. Teriam ou não? Não perguntei, mas quer neste âmbito quer em outros serviços, gente com 25/ 35 anos quase não vejo.

Será que o que ali observei é excepção ao quadro geral no país? Hummm….

AC

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

ERMIDA de Sto ANTÓNIO, da QUINTA do PÁTIO d'ÁGUA
A referida ermida foi recentemente reconstruída (2017) e ainda mais recentemente (2018) restaurado o que agora se pode observar nas 2 primeiras fotografias. A ermida data da segunda metade do séculoXVI. Foi remodelada em 1744 mas devido ao terramoto de 1755 foi reedificada com obras concluídas em 1789.
Como aconteceu um pouco por todo o lado, houve lugar a profanações e a partir de 1834 ficou interdita ao culto na sequência de extinção de ordens religiosas.
Entre 1940 e 1943, por iniciativa do comandante Santos Fernandes a quinta e a ermida adquiriram nova configuração sob projecto do arquitecto Porfírio Pardal Monteiro que tinha sido elaborado em 1919.
AC

sábado, 20 de fevereiro de 2016

A propósito da TAP, e o Aeroporto de Lisboa?
Ao perguntarem-me pelo dinheiro, pois alguma coisa custará criar uma parte civil na Base Aérea nº 6 no Montijo, não tenho resposta concreta por óbvias razões. 
Mas, naturalmente, será dinheiro dos contribuintes, desconhecendo se é possível reservar alguns fundos europeus para isso, o que ajudaria. 
Recordo aliás uma das definições de - dinheiro dos contribuintes - rigorosa em Portugal: dinheiro retirado aos que não podem fugir.
Conhecendo bem o aeroporto das Lajes, e desde que não procurem inventar um aeroporto luxuoso do século XXIII, os ministros, arquitectos, paisagistas, ministério da defesa nacional, e câmara municipal do Montijo, quero crer que é possível colocar de pé uma infra-estrutura decente equivalente à das Lajes. 
Presumo que com contenção e equilíbrio será possível alargar uma das vias rodoviárias existente para acesso à Ponte Vasco da Gama.
Mas, é claro, subsiste sempre um problema: então, e a cambada muita dela bem conhecida, que depois de se ter desfeito de parte dos terrenos para a zona da OTA e veio a correr comprar terrenos na margem Sul, continua a ver navios? 
Há que tentar avançar com o novo aeroporto, NÉH? 
As evasivas do actual ministro mais as posições do presidente da câmara municipal do Montijo dão que pensar!!!!
António Cabral (AC)