Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 22 de março de 2024
terça-feira, 21 de novembro de 2023
Parece certo que as andanças de Camões pelo Oriente duraram dezasseis anos, de 1553 a 1569.
Sabe-se de várias coisas como, o serviço militar na Índia, ou o naufrágio na foz do Mekong pois este facto está descrito n'Os Lusíadas.
sábado, 27 de agosto de 2022
CURIOSIDADES
Por razões profissionais estive 3 anos nos EUA (15AGO1998-31AGO2001), com base no estado da Virginia.
Quando tinha que ir tratar de alguma coisa relacionado com roupa/ indumentária ou roupa para casa, um dos meus passatempos dentro das lojas era, não só procurar o melhor produto, como olhar às etiquetas para observar a origem de manufactura. Por exemplo, no que se refere a bonés de que tenho ainda alguns em bom estado, a origem era quase sempre na Ásia como, Vietname, China, Indonésia, Taiwan, Malásia, Singapura. Colecionei os raros com - made in USA.
No que se refere a roupa de cama, encontrei muitos lençóis de boa marca internacional e na etiqueta vinha - "made in Portugal"! Por circunstâncias da vida particularmente relações com amigos do Norte, conheço 3 fábricas nas zonas próximas de Guimarães onde se confecionam lençóis, toalhas de mesa e atoalhados diversos, quase tudo para exportação e nomeadamente para os EUA.
Vem isto a propósito de roupas, evidentemente, mas porque ao dar voltas aqui em casa na aldeia aos armários, encontrei um polo que já não vestia há tempos, e reparei na etiqueta. E lembrei-me então onde o tinha comprado. Foi feito em Macau. Curiosidades e saudades.
AC
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
SOBRE ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS.....
Sobre este tema é que me parece que estamos, SIM, ás escuras.
Estive a rever grande parte do video do debate de anos atrás entre Basílio Horta (com o habitual ar mal educado) e Mário Soares (com o seu habitual ar arrogante), em que Mário Soares foi muito atacado por causa de Macau, da TDM, da Emaudio, dos alemães envolvidos aparentemente num negócio de construção do futuro aeroporto.
Tudo isso sobre Soares e Macau foi uma vergonha pestilenta, uma mescambilha nunca esclarecida, porque certos poderes do Estado com um conhecido senhor à cabeça e porque certos meandros da sombra todos na altura trataram de abafar a podridão, por mais que Rui Mateus esbracejasse. Um nojo. Dizia o figurão com aquela lata descomunal que o caracterizava - mexer com a honra das pessoas.......ENFIM.
Basílio Horta, desde há uns anos, tornou-se um grande amigalhaço do PS. Está quase tudo dito sobre o sistema!
E estamos a poucos dias da eleição de 24 de Janeiro. Para uns a coisa não tem grande significado porque as importantes são as legislativas e as autárquicas, e para outros como eu, todas as eleições importam, e as presidenciais também muito.
Para alguns, Marcelo é irmão de Costa, ambos construtores do pântano actual. No meu caso, e escrevi aqui ao longo do tempo, votei nele porque me agradou o discurso de apresentação de candidatura, e os outros eram na minha opinião piores. Gostei do discurso de vitória ao fim da noite eleitoral. E da sua magistratura, creio que tem globalmente uma actividade positiva mas não mais que 50,01 %.
E não esqueço o que ele sempre foi e não vai mudar.
Coloca-se-me, portanto, em 24 de Janeiro, a questão da escolha, entre ele, e os outros e o voto de protesto. Neste momento tenho algumas certezas, nunca votarei nas criaturas Marisa Matias e Ana Gomes.
Votar Marcelo será votar mais ou menos no actual "status quo". Vou pensar.
AC
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Acredito sem margem para dúvidas que deve ter tido pressões várias dos poderes públicos com que conviveu no seu reinado. Lamentáveis. Tudo indica que terá tido uma boa capacidade de resistência. Fez muito bem.
domingo, 5 de maio de 2019
A propósito da recente viagem do Presidente desta nossa desgraçada República, levando pontapés todos os dias e designadamente por parte de vários dos titulares de orgãos de soberania, lembrei-me de um livro que me ofereceram anos atrás.
Fui procurar e dei com ele.
Deram-me este livro em 10 de Abril de 1995.
Um magnífico livro, de texto e excelentes fotografias, de que reproduzo um trecho da página 21, com referências a alguma história passada.
AC


