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sábado, 30 de janeiro de 2021

 F O G E. . . . . . . . . .

Foge CÃO que te fazem Barão.......

Para onde se me fazem Visconde.........

perdão, queria dizer, fugir para onde diga lá, pois desde delegações do INEM, às da segurança social, mais as inúmeras mescambilhas que se amontoam por aí, corro o risco de ir por uma rua e ser de repente assaltado e apanhado para ser VACINADO CONTRA a COVID-19 por causa de algum frasquinho que tenha sobrado......FUJO portanto para ONDE, neste cada vez mais mal afamado rectângulo à beira-mar plantado?

AC

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

ORA AÍ ESTÁ,  MAIS UMA VEZ

MAIS UMA VEZ, BEM EM EVIDÊNCIA A POUCO E POUCO, BEM À VISTA UM DOS VERDADEIROS PORTUGAIS.

EM CADA UNIDADE DE SAÚDE, EM CADA LAR, EM CADA INSTITUIÇÃO QUE ESTARÁ COBERTA PELO PLANO DE VACINAÇÃO, DEVERIA HAVER UMA LISTA RIGOROSA DAS PESSOAS A SEREM VACINADAS.

A POUCO E POUCO VÃO-SE DESCOBRINDO OS NOTÁVEIS CASOS DO QUE PIOR TEM ESTA SOCIEDADE, VACINANDO-SE VÁRIOS ENERGÚMENOS QUE A ISSO NÃO TERIAM DIREITO.

PORTUGAL NO SEU MELHOR, MAIS OU MENOS UM PAÍS TIPO VENEZUELA MISTURADA POR EXEMPLO COM O  SUDÃO. E AINDA HÁ QUEM TENHA DÚVIDAS, E SE ZANGUE MUITO COM A HOLANDA QUANDO NOS CHAMA NOMES E NOS CLASSIFICA  COM BAIXEZA. BEM FAZEMOS PARA ASSIM SERMOS TRATADOS LÁ FORA. É AGORA NAS VACINAS, É NAS BATOTAS PARA A EUROPA, E ESPEREM PELOS DINHEIROS DA BAZUCA.

AC


terça-feira, 15 de setembro de 2020

O QUE DEVE O CIDADÃO COMUM PENSAR DISTO ? JUSTIÇA, do MP, dos DEPUTADOS ?
Ministério Público. Caso de falsificação de documentos contra deputada do PS arquivado por mil euros (retirado do Expresso online)
14.09.2020 às

Hortense Martins, deputada do PS

O Ministério Público deu como provado que Hortense Martins, deputada do PS e ex-líder da Federação de Castelo Branco, falsificou documentos oficiais em conluio com o pai. Ainda assim, caso foi arquivado a troco do pagamento de mil euros

O Ministério Público propôs o arquivamento do processo de falsificação de documentos em que são arguidos a deputada socialista Hortense Martins e o pai, Joaquim Martins, depois de e ambos concordarem em pagar mil euros ao Estado. O juiz de instrução aceitou a decisão apesar de ter sido dado como provado que os dois produziram, em consciência, um documento de “conteúdo falso”.

A informação é avançada pelo jornal “Público”, que acompanhou o processo desde o início. O caso remonta a 2011, ano em que a deputada socialista decidiu renunciar à gerência da sociedade de hotelaria do pai, assinando um documento que o comprovava. No entanto, manteve-se em funções durante mais dois anos, até 2013.

Segundo o Ministério Público, adianta a mesma publicação, filha e pai fizeram uso de um documento “elaborado e assinado” pela primeira, “cujo teor sabiam não corresponder à realidade, sabendo que este seria averbado ao registo comercial, agindo com a intenção de que do mesmo ficasse a constar a desoneração da arguida Hortense da gerência da referida sociedade em data anterior à verdadeira”.

Este caso está diretamente relacionado com um outro em que Hortense e Joaquim Martins eram arguidos, assim como a Investel, empresa do pai da socialista, a tal de que Hortense Martins era gerente, a Adraces, uma associação de desenvolvimento regional de que era diretor-executivo António Realinho, um economista desde 2018 a cumprir uma pena de quatro anos e meio de prisão por burla e falsificação, e o então presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Joaquim Mourão, que na altura tinha como vereador Luís Correia — ascenderia a presidente da Câmara (entretanto foi destituído), e que é casado, como já era à época, com Hortense Martins.
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Ora, depois de os arquivar, o Ministério Público entendeu que o caso que o grau de culpa da deputada “não é particularmente elevado” e que, portanto, se podia resolver mediante três condições: a rectificação da data de cessão da gerência de Hortense Martins inscrita no registo comercial; o pagamento de mil euros à Comissão de Protecção às Vítimas de Crimes; e o pagamento de outros mil euros ao Estado por parte de Joaquim Martins.

AC



sábado, 28 de fevereiro de 2015

NÃO TENHO MEMÓRIA DE.............
Uma das queixas frequentes em Portugal, de todos os lados mas sempre por razões e intenções diferentes, respeita á justiça ou, melhor, á falta dela. A questão das garantias, os inúmeros códigos, a legislação por tudo e por nada e para tudo e mais alguma coisa, e por aí fora. É um assunto a que presto acrescida atenção. 
Outra polémica mais recente prende-se com a determinação sobre os feriados.
Isto dito, e começando pela última questão, continuo com as maiores dúvidas sobre a pertinência da decisão deste desgoverno. Mas além disso, e claramente discordando dessa legítima decisão governamental, que classifico como mais uma das últimas parvoíces realizadas neste desgraçado País, eu considero ser urgente instituir o feriado dos desmemoriados.
E olhando para a primeira questão supra, também considero que falta instituir o feriado nacional em honra dos malfeitores do colarinho branco.
É patético e dramático observar o crescendo de poucas vergonhas no meu querido e cada vez mais desbaratado País.
Admito que muitos portugueses se espantem com, o avolumar de problemas, com o avolumar de ditos e contradições de todos os lados do arco íris político, com o arrastar de processos, com certos jornalistas a atacarem cada vez mais o nosso sistema (que de facto anda adoentado) a propósito dos amigalhaços ou daqueles que fingem não admirar mas………..
Admito que muitos portugueses se espantem com a sucessão de desmemoriados que passam quer na Assembleia desta República quer pelos tribunais.
Mas, meus concidadãos, lamento muito que se espantem. Talvez se espantassem menos ou nada se, não ficassem tão entretidos e satisfeitos com as doses de futebol nas TV, não admirassem tanto os episódios mundanos das revistas que se podem observar nas bancas de jornais, não se distraissem com as questões secundárias gritadas desde o BE ao CDS e pelos que se perfilam para entrar na gritaria.
Se parassem um pouco e tentassem perceber como é possível tudo o que está a conhecendo no País, talvez não se espantassem tanto. 
Se tentassem perceber as ligações de décadas acerca dos que rodam entre, os governos de todas as cores, a AR, os escritórios, as lojas, as empresas à conta de nós todos, certas universidades, certas fundações incluindo a teoricamente mais prestigiada do País, já não se surpreenderiam por exemplo, com a desfaçatez de um malfeitor de sorriso tonto. 
Perceberiam talvez por fim quão inócuo é o instituto das audições parlamentares. Perceberiam o papel desempenhado por certos media que ao longo de anos louvaram persistentemente a excelência da “nata” que por cá diziam existir, e que era exemplo para estrangeiro ver. Esqueceram-se (????) de dizer o que há anos se sabia.
Perceberiam talvez, que uma coisa é a repulsa que nos causa tudo isto, a indignação, e outra é aquilo que se pode fazer hoje em dia para alterar este estado de coisas.
As teias que hoje existem e tolhem o País a todos os níveis, têm dois mentores que em grande parte foram também executores. Sempre se consideraram, cada um à sua maneira, os pais disto tudo.
Esses dois “meninos”, arranjaram um séquito de centenas, verdadeiros seguidores chupistas, e são esses que chupam o pouco tutano que Portugal tem. 
Sabem bem que no estado actual, nem blogues honestos como este também se considera, nem jornais, nem TVs, nem manifestações, nem abaixo assinados, conseguem alterar este trágico rumo. Ainda por cima quando vários dos que estiveram no 25 de Abril também estão em lojinhas. 
é isto e nada mais,……..pintassilgos nunca foram nem são pardais.
Vale a pena lembrar Miguel Torga - ......o País ergue-se indignado, moureja o dia todo indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto; falta-lhe o romantismo cívico da agressão. Somos, socialmente, uma colectividade pacífica de revoltados.
AC