AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quinta-feira, 12 de junho de 2025
domingo, 7 de julho de 2024
MARINHA, PASSADO e PRESENTE
Na altura em que o Século publicou esta gravura, estávamos em regime monárquico, não havia "drones" nem nada do que hoje temos à disposição.
Na altura em que o Século publicou esta gravura, estávamos em regime monárquico, não havia "drones" nem nada do que hoje temos à disposição.
Este quadro, com a moldura ainda original e que apenas foi limpa e ligeiramente beneficiada com cera para madeira, estava no espólio pertencente à irmã mais velha da minha falecida sogra, arrumada num solar na aldeia do Salvador, concelho de Idanha-a-Nova.
Arrumada é uma forma de dizer, na realidade havia salas e salas com mobiliário, louças, cutelaria, bugigangas, quadros, porcelanas etc.
Foi quando das partilhas, para a minha sogra e restantes irmãos, que tudo nesse solar como em outras habitações em Penamacor e etc., foi vasculhado e separado. Este quadro veio parar às minhas mãos em 1986 e está numa parede da casa da aldeia.
É uma relíquia.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
D. MANUEL I
Rei da 2ª dinastia, nascido em Alcochete. De cognome "O Venturoso", na sua folha de serviço estão, entre outros, o prosseguimento das explorações pelos oceanos, e o ter solicitado ao Papa em 1515 a instalação da inquisição no país, o que se veio a concretizar apenas no reinado seguinte, de D. João III, depois de nova insistência.
AC
terça-feira, 31 de março de 2020
ANDANDO PELO ARQUIVO ANTIGO
Declaração de interesses: sou republicano, não tenciono deixar de o ser.
Mas porque me terei lembrado disto, do que custa ter/ sustentar um Rei, família real, assessores, séquito ou, alternativa, ter/ sustentar um Presidente da República, casa civil, casa militar, viagens diárias por todo o lado, Falcon para aqui e acolá e, em ambos os casos, um fausto desproporcionado, inaceitável para os tempos contemporâneos (opinião minha, naturalmente discutível, mas a respeitar) ??
PORQUE ME TEREI LEMBRADO DISTO?
AC
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
ALMIRANTES ao TEMPO do Rei D. DINIS
Presente que os historiadores (como aliás outras profissões)
não são gente de fiar!, e mesmo os documentos em que procuram apoiar-se nem sempre são claros e inequívocos, aqui vai uma nota breve sobre almirantes ao tempo de D. Dinis, depois de uma preciosa ajuda de um amigo.
Há várias referências documentais a um tal de Nuno Fernandes Cogominho, como almirante-mor de D. Dinis; terá sido nomeado algures em 1307.
Mas também é certo que, em 1317, o Rei D. Dinis "contratou" um tal de "Manuel Pessanha", um genovês (os Genoveses tinham larga prática nas artes de marear), como seu almirante-mor.
Há, até, um extenso documento de 1317 (que não consultei/ li) que constitui o contrato pelo qual o rei D. Dinis concedeu uma série de privilégios ao seu novo almirante-mor. Esse documento tem uma grande solenidade, nada comparável com o ocorrido com Cogominho.
Porque terá havido um almirante Português e, poucos anos depois, o Rei contrata um Genovês e "almiranta-o" também?
Nuno Fernandes Cogominho não estaria a dar conta do recado e por essa razão D. Dinis terá decidido socorrer-se de um especialista lá fora? Nunca se saberá.
Vale a pena lembrar a este propósito, também, que à época persistiam os ataques muçulmanos a povoações na costa Sul de Portugal, ataques sempre desferidos a partir de embarcações vindas do Sul da Península Ibérica e do Norte de África.
Acresce que havia nessa altura já uma intensa actividade de corso, tanto muçulmano como cristão, actividade que existia particularmente no chamado Golfo ou Mar das Éguas, na embocadura do Atlântico com o Mediterrâneo.
AC
Há várias referências documentais a um tal de Nuno Fernandes Cogominho, como almirante-mor de D. Dinis; terá sido nomeado algures em 1307.
Mas também é certo que, em 1317, o Rei D. Dinis "contratou" um tal de "Manuel Pessanha", um genovês (os Genoveses tinham larga prática nas artes de marear), como seu almirante-mor.
Há, até, um extenso documento de 1317 (que não consultei/ li) que constitui o contrato pelo qual o rei D. Dinis concedeu uma série de privilégios ao seu novo almirante-mor. Esse documento tem uma grande solenidade, nada comparável com o ocorrido com Cogominho.
Porque terá havido um almirante Português e, poucos anos depois, o Rei contrata um Genovês e "almiranta-o" também?
Nuno Fernandes Cogominho não estaria a dar conta do recado e por essa razão D. Dinis terá decidido socorrer-se de um especialista lá fora? Nunca se saberá.
Vale a pena lembrar a este propósito, também, que à época persistiam os ataques muçulmanos a povoações na costa Sul de Portugal, ataques sempre desferidos a partir de embarcações vindas do Sul da Península Ibérica e do Norte de África.
Acresce que havia nessa altura já uma intensa actividade de corso, tanto muçulmano como cristão, actividade que existia particularmente no chamado Golfo ou Mar das Éguas, na embocadura do Atlântico com o Mediterrâneo.
AC
sexta-feira, 8 de junho de 2018
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
9 OUTUBRO, 1261
Faleceu D. Dinis I.
Sabemos que nem sempre muitas das coisas que se dizem e escrevem sobre o nosso passado histórico corresponderão inteiramente à realidade de outrora.
Ainda assim, parece que este rei terá sido um dos melhores da nossa história.
Assinou o tratado de Alcanizes o qual fixou as fronteiras no Continente.
O português passou a ser a língua oficial na Corte.
Criou a primeira universidade portuguesa.
Preparou zonas para nós em pleno século XXI as podermos destruir num só dia.
AC
Faleceu D. Dinis I.
Sabemos que nem sempre muitas das coisas que se dizem e escrevem sobre o nosso passado histórico corresponderão inteiramente à realidade de outrora.
Ainda assim, parece que este rei terá sido um dos melhores da nossa história.
Assinou o tratado de Alcanizes o qual fixou as fronteiras no Continente.
O português passou a ser a língua oficial na Corte.
Criou a primeira universidade portuguesa.
Preparou zonas para nós em pleno século XXI as podermos destruir num só dia.
AC
segunda-feira, 26 de junho de 2017
ABOLIÇÃO da PENA de MORTE em PORTUGAL
Passam 150 anos.
O rei D. Luís assinou o decreto de 26 de Junho de 1867 aprovando uma reforma penal e de prisões, e abolindo a pena de morte.
Por exemplo, na "História de Portugal em Datas", da Temas e Debates Lda, e autores, coordenada por António Simões Rodrigues, está expresso que a abolição da pena de morte foi para os crimes civis.
1867 é o ano em que foi publicado a mais relevante reforma jurídica do século XIX português, o Código Civil do Visconde de Seabra. Entrou também em vigor o Código administrativo.
As rodas de enjeitados foram substituídas por hospícios destinados a admitir também crianças abandonadas.
AC
Passam 150 anos.
O rei D. Luís assinou o decreto de 26 de Junho de 1867 aprovando uma reforma penal e de prisões, e abolindo a pena de morte.
Por exemplo, na "História de Portugal em Datas", da Temas e Debates Lda, e autores, coordenada por António Simões Rodrigues, está expresso que a abolição da pena de morte foi para os crimes civis.
1867 é o ano em que foi publicado a mais relevante reforma jurídica do século XIX português, o Código Civil do Visconde de Seabra. Entrou também em vigor o Código administrativo.
As rodas de enjeitados foram substituídas por hospícios destinados a admitir também crianças abandonadas.
AC
Etiquetas:
abolição pena de morte,
código administrativo,
código civil,
monarquia,
reforma jurídica,
rei D. Luís,
sistema de justiça,
Visconde de Seabra
domingo, 4 de junho de 2017
COISAS do nosso PASSADO
Portugal foi um reino.
Não sou monárquico. Prefiro o actual sistema, mau grado os seus defeitos. Elegemos pessoas, não temos à frente do Estado ninguém pela via uterina. Se bem que, às vezes, nas eleições, quase parece.
A primeira dinastia, de Borgonha ou Afonsina:
D. Afonso I, D. Sancho I, D. Afonso II, D. Sancho II, D. Afonso III, D. Dinis, D. Afonso IV, D. Pedro I, D. Fernando I
A segunda dinastia, de Avis ou Joanina:
D. João I, D. Duarte, D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I,
D. João III, D. Sebastião I, D. Henrique I, D. António Prior do Crato
A terceira dinastia, Filipina, Castelhana, Habsburgo ou de Áustria:
D. Filipe I, D. Filipe II, D. Filipe III
A quarta dinastia, de Bragança ou Brigantina:
D. João IV, D. Afonso VI, D. Pedro II, D. João V, D. José,
D. Maria I, D. João VI, D. Pedro IV, D. Maria II, D. Miguel,
D. Pedro V, D. Luís, D. Carlos, D. Manuel II.
António Cabral
Portugal foi um reino.
Não sou monárquico. Prefiro o actual sistema, mau grado os seus defeitos. Elegemos pessoas, não temos à frente do Estado ninguém pela via uterina. Se bem que, às vezes, nas eleições, quase parece.
A primeira dinastia, de Borgonha ou Afonsina:
D. Afonso I, D. Sancho I, D. Afonso II, D. Sancho II, D. Afonso III, D. Dinis, D. Afonso IV, D. Pedro I, D. Fernando I
A segunda dinastia, de Avis ou Joanina:
D. João I, D. Duarte, D. Afonso V, D. João II, D. Manuel I,
D. João III, D. Sebastião I, D. Henrique I, D. António Prior do Crato
A terceira dinastia, Filipina, Castelhana, Habsburgo ou de Áustria:
D. Filipe I, D. Filipe II, D. Filipe III
A quarta dinastia, de Bragança ou Brigantina:
D. João IV, D. Afonso VI, D. Pedro II, D. João V, D. José,
D. Maria I, D. João VI, D. Pedro IV, D. Maria II, D. Miguel,
D. Pedro V, D. Luís, D. Carlos, D. Manuel II.
António Cabral
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