AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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quinta-feira, 12 de junho de 2025
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
REINO UNIDO, ALIANÇAS, AMIGOS de PENICHE
No início, Inglaterra e Portugal forjaram um tratado.
Fundamentalmente mais no interesse de Inglaterra, creio, face a "questiúnculas" com Castela. Foi assinado, creio, a 10 Julho de 1372, numa localidade do Norte, Tagilde.
Daí para cá temos, que eu saiba, além de 1372 temos 1373 quando o tratado foi ratificado.
Temos o casamento de D. João I com Filipa de Lencastre que cimentou a aliança.
Em 1386 o tratado de Windsor.
Em 1642 novo tratado, liberdade comercial total para os ingleses.
Em 1661 assinado novo tratado de Paz e Aliança.
Provavelmente insuficientes os tratados anteriores, sai em 1703 o muito benéfico para Portugal o tratado de Methuen, com alargada liberdade comercial e tarifária, com abertura ao Brasil, etc.
Mais tarde e sempre na senda de genuína amizade, surgiram uns "problemazitos "em África, nada relevante, mesmo incluindo a célebre "questiúncula" sobre o "mapa cor de rosa" e o ultimato!
Século XX entrado, a questão da I GG onde começámos por apresar a pedido Britânico todos os navios alemães nos nossos portos.
Mais tarde, as facilidades concedidas por Portugal nos Açores e mais tarde ainda a grande ajuda Britânica no nosso relacionamento com a Índia de Nehru!
Mais perto do final do século XX tivemos outra vez os Açores abertos aos Britânicos durante a guerra deles com a Argentina.
Recentemente, Costa e Boris rabiscaram mais qualquer coisa!
E assim vai a mais antiga aliança do mundo. (*)
António Cabral
(*) não sei se Marcelo explicou tudo isto a Carlos III
sexta-feira, 29 de abril de 2022
RÚSSIA, EUA, CHINA, UK, FRANÇA, ALEMANHA
Como sempre acontece, a esmagadora maioria dos cidadãos de todos os países impressionam-se muito, comovem-se muito, emocionam-se muito, mas pouco pensam porque têm um determinado nível de vida (uns) ou, porque são basicamente uns desgraçados sem nível de vida nenhum (muitos).
A minha convicção é de que, por exemplo, na China e na Rússia, dificilmente existem por lá condições para reflexão seja sobre o que for e, quem se atreve a reflectir alguma coisa "não fica lá muito bem de saúde", para dizer o mínimo.
Nos EUA, tirando as camadas média muito alta e acima nem sabem porque acontece isto e aquilo ou onde é Portugal, gastam-se nas TV, em Daytona e no Super Bowl, e a correr para as pizzarias e McDonalds. Uma sociedade com crescentes problemas sociais e de saúde pública.
Em França, por exemplo, os coletes amarelos demoraram um tempinho a revoltar-se mas, depois……….
Depois das eleições do passado 24 de Abril, Macron terá crescentes problemas nas periferias de imensas cidades e vilas, por exemplo.
Ele diz que vai unir os Franceses todos. Pois.
O tempo dos "bidonvilles" miseráveis e mais ou menos pacíficos vai estoirando cada vez mais, pois aos "dóceis" "tugas" sucederam-se em crescendo os turcos, os muçulmanos, etc.
Na Alemanha, desde o plano Marshall, deixaram de gastar muito dinheiro em armamento, embora produzem o bastante para exportação (i.e. fragatas e submarinos para Turquia e Grécia), têm a China como grande cliente, têm há décadas gás e petróleo mais barato basicamente da Rússia e com isso, diligentes e empreendedores como são, tornaram-se competitivos e controlam grande parte dos países na Europa, incluindo muitos do tempo dos impérios.
E, obviamente a UE, estando agora Macron a ver se em bicos de pés consegue tirar-lhe algum protagonismo. Mas continuando todos muito amigos e nada de questões de interesses.
No Reino Unido a maioria ainda não percebeu que boa parte do nível de vida vem da indústria do armamento e da "City" (cidade muito independente dentro da cidade de Londres, coisa que pouca gente sabe) "City" onde Árabes, oligarcas, chineses e muitos outros "democratas" têm boa parte do dinheiro. Ah, e também continuam convencidos de que com a saída da UE poderão voltar a ser uma grande potência.
Vem isto a propósito da guerra na Europa.
E não troco as coisas: Rússia invasora, Ucrânia invadida.
De acordo com as diárias lavagens ao cérebro no mundo Ocidental através dos OCS em particular nas TV com um massacre das mesmas coisas desde manhã à noite, e de acordo também com as patéticas e inarráveis prestações do execrável Putin em que até pudemos ver este novo Czar a formalmente despachar com ministros à frente das câmaras TV temos, consoante a barricada palradora, de um lado puros e anjos, do outro diabos, de um lado a defesa de valores e nada de interesses, do outro só interesses, de um lado a defesa das pessoas, de outro só malandros, etc.
É preciso paciência e estômago para aturar tanta demagogia e aldrabice de todos os lados.
Como sublinhei em cima a amarelo, eu não troco as coisas.
Mas nunca apreciei que me tratassem por pateta. Assim continuo.
E, entretanto, o desgraçado povo Ucraniano é cada vez mais massacrado e autêntico joguete nas mãos do inimigo e dos "amigos".
Aguardo, esperando o melhor mas, cada vez mais preocupado com o pior que pode vir.
Por cá, se a Graça Freitas se riu da gripezinha que nunca cá chegaria, também temos patéticas criaturas a garantir que não há problemas com o gás e etc., e Marcelo a explicar onde ficam as nossas fronteiras.
Valha-me São Pancrácio!
AC
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