PRECIOSIDADES
O Daimler estava com capa, e o pó era imenso. Não destapámos.
O velho Defender idem.
À vista, a charrete e o velhinho camião Mack.
Autênticas e fabulosas preciosidades.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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domingo, 21 de junho de 2020
quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
VIATURA, diesel, gasolina, elétrico, e......
.....e um "cromo", para não dizer mais.
Não é de agora, mas em cada dia, a cada abertura de boca, mais confirma que quando lhe caíram os cabelos poderá ter caído mais qualquer coisa. Fica a minha mais que legítima dúvida.
Não sou especialista no tema e, portanto, não posso avançar com certezas absolutas.
Até porque o absoluto..........
Tenho lido muito. Mantenho dúvidas.
"Malgré" Trump e outros tolos, as alterações climáticas parecem-me indesmentíveis. Nisto, não tenho dúvidas. Basta lembrar como era em média o tempo que se sentia, por exemplo, na Beira-Baixa ou no Algarve em 1969, e comparar com os tempos recentes.
Portanto, banir programada e estruturadamente (e já vamos tarde) tudo o que pareça ou se tenha mesmo já a certeza de que contribui negativamente para essas desgraçadas alterações, afigura-se um caminho correcto.
Lutar para atingir objectivos que melhorem o ambiente, aí a criatura tem o meu apoio.
Agora, creio que convém olhar a todas as frentes da realidade, nos países, nas sociedades.
Por exemplo, Portugal, grandes Lisboa e Porto:
> autocarros - quantos a gasolina, quantos a diesel, quantos a gás, quantos elétricos? E quanto custa modernizar as frotas em conformidade com o barbudo? Que metas a definir? Que logística a montar?
> camiões vários - vai proibir-se a sua entrada nas cidades, sei lá, em 2022, até para ter melhor ar para o Papa respirar?
> quantos carros a diesel existem comprados após 2016? O meu é um deles................
Naturalmente que uma perspectiva do problema é a indústria em si, quem vende os carros, quem efectua a manutenção, quem fornece peças e sobressalentes, quem fornece a AutoEuropa (que maciçamente produz carros a diesel), e a questão do emprego/ desemprego que não pode ser negligenciada.
Naturalmente que olhar para o que certas cidades, por exemplo na Alemanha, estão a decidir quanto ao diesel, não me parece que deva ser desprezado mas, por outro lado, isso deve ser olhado com muita ponderação tendo em conta a nossa realidade.
Quanto à nossa realidade, por um lado deve atender-se à autonomia dos carros eléctricos a qual, nos carros ligeiros/ médios, a autonomia me parece fraca (175/ 200 Km reais?) ; ou a criatura está a pensar que a média do Tuga pode comprar Tesla, Audi, BMW, Mercedes, Range Rover, Jaguar? Em que mesmo assim a autonomia real (não a anunciada) em verdade não passará dos 300 e poucos Km?
Como é uma ida Lisboa Porto?
Bem, e nem vou falar nos milhares de prédios sem garagem e, consequentemente, como os vários milhões de pessoas/ condóminos carregariam os carros, mesmo que o governo socialista entregasse um Renault Zoe a cada cidadão das classes baixa e média e média alta.
E mesmo para os carros porventura considerados baratinhas, o preço não é assim tão acessível.
As transformações nas sociedades acarretam sempre dificuldades, períodos de adaptação, desemprego, etc.
Mas fica-me a sensação que a recente "boutade" da criatura tem por trás qualquer coisa que não me cheira bem.
Nesta área como em muitas outras, terá de se perguntar: quem pode estar já a beneficiar da tirada do barbudo?
Aguardemos.
Até porque se muitos apostaram nos híbridos, e várias marcas estão agora a atirar-se mais a sério para os eléctricos, quem me diz a mim que daqui a 30 anos não estará então uma mudança orquestrada para o hidrogénio?
AC
.....e um "cromo", para não dizer mais.
Não é de agora, mas em cada dia, a cada abertura de boca, mais confirma que quando lhe caíram os cabelos poderá ter caído mais qualquer coisa. Fica a minha mais que legítima dúvida.
Não sou especialista no tema e, portanto, não posso avançar com certezas absolutas.
Até porque o absoluto..........
Tenho lido muito. Mantenho dúvidas.
"Malgré" Trump e outros tolos, as alterações climáticas parecem-me indesmentíveis. Nisto, não tenho dúvidas. Basta lembrar como era em média o tempo que se sentia, por exemplo, na Beira-Baixa ou no Algarve em 1969, e comparar com os tempos recentes.
Portanto, banir programada e estruturadamente (e já vamos tarde) tudo o que pareça ou se tenha mesmo já a certeza de que contribui negativamente para essas desgraçadas alterações, afigura-se um caminho correcto.
Lutar para atingir objectivos que melhorem o ambiente, aí a criatura tem o meu apoio.
Agora, creio que convém olhar a todas as frentes da realidade, nos países, nas sociedades.
Por exemplo, Portugal, grandes Lisboa e Porto:
> autocarros - quantos a gasolina, quantos a diesel, quantos a gás, quantos elétricos? E quanto custa modernizar as frotas em conformidade com o barbudo? Que metas a definir? Que logística a montar?
> camiões vários - vai proibir-se a sua entrada nas cidades, sei lá, em 2022, até para ter melhor ar para o Papa respirar?
> quantos carros a diesel existem comprados após 2016? O meu é um deles................
Naturalmente que uma perspectiva do problema é a indústria em si, quem vende os carros, quem efectua a manutenção, quem fornece peças e sobressalentes, quem fornece a AutoEuropa (que maciçamente produz carros a diesel), e a questão do emprego/ desemprego que não pode ser negligenciada.
Naturalmente que olhar para o que certas cidades, por exemplo na Alemanha, estão a decidir quanto ao diesel, não me parece que deva ser desprezado mas, por outro lado, isso deve ser olhado com muita ponderação tendo em conta a nossa realidade.
Quanto à nossa realidade, por um lado deve atender-se à autonomia dos carros eléctricos a qual, nos carros ligeiros/ médios, a autonomia me parece fraca (175/ 200 Km reais?) ; ou a criatura está a pensar que a média do Tuga pode comprar Tesla, Audi, BMW, Mercedes, Range Rover, Jaguar? Em que mesmo assim a autonomia real (não a anunciada) em verdade não passará dos 300 e poucos Km?
Como é uma ida Lisboa Porto?
Bem, e nem vou falar nos milhares de prédios sem garagem e, consequentemente, como os vários milhões de pessoas/ condóminos carregariam os carros, mesmo que o governo socialista entregasse um Renault Zoe a cada cidadão das classes baixa e média e média alta.
E mesmo para os carros porventura considerados baratinhas, o preço não é assim tão acessível.
As transformações nas sociedades acarretam sempre dificuldades, períodos de adaptação, desemprego, etc.
Mas fica-me a sensação que a recente "boutade" da criatura tem por trás qualquer coisa que não me cheira bem.
Nesta área como em muitas outras, terá de se perguntar: quem pode estar já a beneficiar da tirada do barbudo?
Aguardemos.
Até porque se muitos apostaram nos híbridos, e várias marcas estão agora a atirar-se mais a sério para os eléctricos, quem me diz a mim que daqui a 30 anos não estará então uma mudança orquestrada para o hidrogénio?
AC
sábado, 5 de dezembro de 2015
Condutores. Viaturas. Falta de respeito pelos outros.
Na minha opinião, em média, as coisas estão melhores. Quero concretamente referir-me ao que se passa nas estradas, nas auto-estradas, nas cidades, nas vilas e aldeias.
Mas, a frequência com que se depara com energúmenos é ainda muito elevada. E é preciso estar sempre com os olhos bem abertos e, ter sempre muita sorte.
Exemplos do soalheiro dia de hoje:
- meio da manhã, Ponte Vasco da Gama, um energúmeno sentado num Honda, com um tubo de escape quase maior que a roda, veio de trás altamente lançado (eu iria a cerca de 110Km/h, faixa do meio, acabado de ultrapassar carro à minha direita), e como estava bloqueado na faixa da esquerda e por mim ao meio, enfiou-se entre mim e o que eu ultrapassara, e só por milímetros não bateu na proteção e no outro calmamente na faixa da direita. Guinou para a esquerda, atravessando tudo. Um espectáculo.
Se eu tivesse varinha mágica, tinha-o feito voar sem bater em ninguém até aos peixinhos.
- pouco depois, Av Infante D. Henrique (limite 50 Km/h) no sentido para S.Apolónia, zona Xabregas, aproximando-se do semáforo perto da estação BP, um outro energúmeno, Audi A3 MUITO DEVAGARINHO avançou sempre, qual sinal vermelho já bem caído, qual quê, os que começaram a arrancar vindo da travessa à direita, começaram e travaram! Aposto que houve ou cueca suja, ou rosto branco como cal, ou taquicardia violenta. Certamente. A este, também aplicava a varinha mágica.
Enfim!
AC
PS: Sai fotografia de "velhinha" ainda bem jeitosa!!
Na minha opinião, em média, as coisas estão melhores. Quero concretamente referir-me ao que se passa nas estradas, nas auto-estradas, nas cidades, nas vilas e aldeias.
Mas, a frequência com que se depara com energúmenos é ainda muito elevada. E é preciso estar sempre com os olhos bem abertos e, ter sempre muita sorte.
Exemplos do soalheiro dia de hoje:
- meio da manhã, Ponte Vasco da Gama, um energúmeno sentado num Honda, com um tubo de escape quase maior que a roda, veio de trás altamente lançado (eu iria a cerca de 110Km/h, faixa do meio, acabado de ultrapassar carro à minha direita), e como estava bloqueado na faixa da esquerda e por mim ao meio, enfiou-se entre mim e o que eu ultrapassara, e só por milímetros não bateu na proteção e no outro calmamente na faixa da direita. Guinou para a esquerda, atravessando tudo. Um espectáculo.
Se eu tivesse varinha mágica, tinha-o feito voar sem bater em ninguém até aos peixinhos.
- pouco depois, Av Infante D. Henrique (limite 50 Km/h) no sentido para S.Apolónia, zona Xabregas, aproximando-se do semáforo perto da estação BP, um outro energúmeno, Audi A3 MUITO DEVAGARINHO avançou sempre, qual sinal vermelho já bem caído, qual quê, os que começaram a arrancar vindo da travessa à direita, começaram e travaram! Aposto que houve ou cueca suja, ou rosto branco como cal, ou taquicardia violenta. Certamente. A este, também aplicava a varinha mágica.
Enfim!
AC
PS: Sai fotografia de "velhinha" ainda bem jeitosa!!
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