terça-feira, 7 de dezembro de 2021

A  PROPÓSITO  de  LIVROS

Pode dizer-se que os livros constituem uma memória da Humanidade.

Onde encontramos os livros? Onde os podemos obter? Naturalmente nas diferentes livrarias, desde há alguns anos até em supermercados. Para além de os adquirir, podemos ficar com livros sempre que familiares e amigos os oferecem como prendas ou em ocasiões muito especiais. Podemos comprar livros nos alfarrabistas. E, modernidade, também online. Percorrer alfarrabistas é aliás um dos desportos mais interessantes, calcorrear ruas à procura deles. E podemos ler livros nas bibliotecas. E podemos pedir livros emprestados a familiares e amigos. Basta só gostar de ler e guardar livros.

Destruir livros, destruir bibliotecas, destruir alfarrabistas ocorreu muitas vezes ao longo da história da humanidade. Da Antiguidade até aos nossos dias. E temos nos tempos contemporâneos a censura velada, disfarçada de democraticidade, de código deontológico ou de livro de estilo. 

Razões para destruição, proibição ou censura? As de sempre e as mais variadas. Políticas, culturais, religiosas, raciais. No fundo, porque em determinadas alturas da história da humanidade, poderosos não aceitavam que se diminuísse a ignorância dos cidadãos por via dos livros. Mas no presente, há países que nos remetem para épocas passadas e por cá, suavemente, também se começa a assistir a censuras veladas sempre que não lhes agrada algo que não encaixe no politicamente correcto, ou nas modas várias. Várias e ardilosas maneiras de censura. Enfim.

AC

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