FRAGMENTOS do QUOTIDIANO
Verifico que a decisão do PR esta manhã incomoda muita gentinha. Não é novidade, particularmente para comentadeiras, opinião publicada, e certos donos disto tudo que fizeram os percursos de vida que fizeram (mas não apreciam que se lhes lembre)
Uns quantos dizem que ele é parcial, que não entregou a "mesma lista de compras" a Passos Coelho.
Lembrando que o actual titular do órgão de soberania primeiro não me é muito simpático, não consigo deixar de notar em certas pessoas a mesma postura tendenciosa (oposta, no caso) com que acusam o PR.
Mas, comum cidadão que sou, não me parece, por motivos óbvios, que o PR tivesse necessidade de se assegurar que a coligação liderada por Passos Coelho iria respeitar os compromissos internacionais do País e por aí fora. Mas devo ser eu que sou um tendencioso desgraçado. Devo ser eu que estou tantan e a trocar as letras dos partidos pró ou contra Europa e suas regras.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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segunda-feira, 23 de novembro de 2015
quinta-feira, 16 de julho de 2015
OPINIÕES.
De vez enquanto ouço o advogado que gosta de dizer que é Ministro da Defesa Nacional (é apenas um péssimo ministro das Forças Armadas) a lembrar, a propósito de reuniões e protestos, que é a democracia a funcionar.
Não deixa de ser verdade, que essa acções, ou eu a escrever umas frases no meu blogue, o que se verte para os OCS, são representações do que constitucionalmente está consagrado, designadamente quanto à liberdade dentro de certos limites constitucionais, como a liberdade de opinião e de expressão.
Naturalmente que existem abusos. Desde chamar-se palhaço ao presidente da república, e por aí fora.
Naturalmente que muitos dos meus concidadãos insultam, exprimem arrogância, olham apenas ao seu umbigo, não discutem ideias, e são pouco factuais.
Bastante tempo atrás, á minha pergunta um grande amigo respondia-me que - "isto altera-se exactamente na medida em que cada um no seu posto de trabalho, na sua família, em blogues, nos OCS, defenda de cabeça levantada a ética, a moral, os valores incluindo os constitucionais, a honestidade intelectual, o respeito pelos outros".
Do que observo no meu desgraçado País, dia após dia ficam-se dúvidas e angústias.
Desde o inquilino de Belém a dizer que Portugal não vai ser afectado com o problema grego (vai lá agora), ao desvario e verborreia dos irresponsáveis que das poucas vezes que espreito o televisor me entram em casa (Augusto Santos Silva, Helena Roseta, Luís Montenegro, Jerónimo, Passos Coelho, António Costa, etc), ou à desfaçatez dos vários donos disto tudo, não vejo melhoras nisto.
Nos OCS é o que se vê. Em certas redes sociais um nojo.
Em vários blogues, escreve-se honestamente, debatem-se ideias, até com muito humor e inteligência (por exemplo no DO), mas o que na realidade, na coisa concreta, da corrupção ao compadrio, à política externa, ao continuado desgoverno, etc, conseguem modificar os bloguistas do DO, alguns jornalistas de alguns OCS, ou simples cidadãos como eu que procura desabafar apontando o que lhe parece necessitar de urgente inversão de trajectória?
O que de facto conseguimos? É que só com a consciência em sossego, não resolvemos a pouca vergonha que nos envolve.
AC
De vez enquanto ouço o advogado que gosta de dizer que é Ministro da Defesa Nacional (é apenas um péssimo ministro das Forças Armadas) a lembrar, a propósito de reuniões e protestos, que é a democracia a funcionar.
Não deixa de ser verdade, que essa acções, ou eu a escrever umas frases no meu blogue, o que se verte para os OCS, são representações do que constitucionalmente está consagrado, designadamente quanto à liberdade dentro de certos limites constitucionais, como a liberdade de opinião e de expressão.
Naturalmente que existem abusos. Desde chamar-se palhaço ao presidente da república, e por aí fora.
Naturalmente que muitos dos meus concidadãos insultam, exprimem arrogância, olham apenas ao seu umbigo, não discutem ideias, e são pouco factuais.
Bastante tempo atrás, á minha pergunta um grande amigo respondia-me que - "isto altera-se exactamente na medida em que cada um no seu posto de trabalho, na sua família, em blogues, nos OCS, defenda de cabeça levantada a ética, a moral, os valores incluindo os constitucionais, a honestidade intelectual, o respeito pelos outros".
Do que observo no meu desgraçado País, dia após dia ficam-se dúvidas e angústias.
Desde o inquilino de Belém a dizer que Portugal não vai ser afectado com o problema grego (vai lá agora), ao desvario e verborreia dos irresponsáveis que das poucas vezes que espreito o televisor me entram em casa (Augusto Santos Silva, Helena Roseta, Luís Montenegro, Jerónimo, Passos Coelho, António Costa, etc), ou à desfaçatez dos vários donos disto tudo, não vejo melhoras nisto.
Nos OCS é o que se vê. Em certas redes sociais um nojo.
Em vários blogues, escreve-se honestamente, debatem-se ideias, até com muito humor e inteligência (por exemplo no DO), mas o que na realidade, na coisa concreta, da corrupção ao compadrio, à política externa, ao continuado desgoverno, etc, conseguem modificar os bloguistas do DO, alguns jornalistas de alguns OCS, ou simples cidadãos como eu que procura desabafar apontando o que lhe parece necessitar de urgente inversão de trajectória?
O que de facto conseguimos? É que só com a consciência em sossego, não resolvemos a pouca vergonha que nos envolve.
AC
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