14 de Janeiro próximo vai ser um dia importante.
Duas coisas que me interessam vão acontecer.
A 1ª, a apresentação numa sala no El Corte Inglês de mais um livro de uma excelente historiadora que me distingue e à minha mulher com a sua amizade de longa data.
A 2ª, é a votação anunciada para esse dia a ter lugar no parlamento do UK.
Eu não consigo adivinhar o "euromilhões" menos ainda o resultado dessa votação em Londres.
Como acontecerá com mais alguns, tenho o privilégio de conhecer algumas pessoas que residem e trabalham no UK, pessoas muito bem entrosadas na classe média alta "and up".
E de conhecer, por exemplo também, estrangeiros bem colocados na vida, um dos quais ainda neste passado Sábado durante o jantar à lareira, me deu exemplos inacreditáveis do que se está a passar em vários sectores da vida diária no Reino Unido, coisas das realidades diárias puras e duras, e ainda não está aí nem o 14 de Janeiro nem o 29 de Março. E, parece, muita da população não se apercebe e, claro, ninguém está a alertar.
A questão medicamentos, por exemplo, ou a agropecuária.
É sabido, por outro lado, que a praça Londrina é tida como a mais importante na Europa.
Num Brexit muito ou pouco à bruta, o que vai acontecer?
Paris e Amesterdão vão engordar?
O nosso actual MNE pode dizer o que entender, para além de, aparentemente, o que ele e outros, andarão a fazer força contra um recente relatório da OCDE.
A questão medicamentos, por exemplo, ou a agropecuária.
É sabido, por outro lado, que a praça Londrina é tida como a mais importante na Europa.
Num Brexit muito ou pouco à bruta, o que vai acontecer?
Paris e Amesterdão vão engordar?
O nosso actual MNE pode dizer o que entender, para além de, aparentemente, o que ele e outros, andarão a fazer força contra um recente relatório da OCDE.
Não auguro nada de bom.
AC
AC
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