1. Exclusividade governativa dos PM é regra indiscutível.
Como dos membros dos governos. Devia ser!
4. O caso da empresa familiar de Luís Montenegro ou melhor, Luís Montenegro e a sua inabilidade (propositada ?), levou o país para mais uma desgraçada e lamentável situação.
2. Exclusividade no exercício das funções em que estão investidos devia ser a regra.
Para Presidente da República (no actual não é, pois está sempre a palrar como comentador televisivo) .
Para juízes também não é, veja-se os vários casos em que desempenham cargos fora do sistema de justiça, como por exemplo no futebol, se a memória me não falha.
Se estou enganado, peço desde já desculpa.
3. Exclusividade no exercício de funções devia ser a regra para os deputados.
Mas não é.
Considero que é aliás na AR onde existe a maior promiscuidade, a maior podridão.
4. O caso da empresa familiar de Luís Montenegro ou melhor, Luís Montenegro e a sua inabilidade (propositada ?), levou o país para mais uma desgraçada e lamentável situação.
Montenegro não acautelou o que devia ter acautelado.
É a minha opinião.
5. Hoje foi-me recomendado ir ver as declarações / comentários de Duarte Cordeiro, do PS, ontem, num canal televisivo. Fui ver. Pessoalmente, como já no passado considerei quando ele teve cargo governamental, mantenho a opinião muito positiva deste elemento do PS.
Diz com rigor e de forma clara e simples o que pensa e o que defende, sem ser labrego como outros do seu partido (e como outros dos outros partidos). Educado, assertivo, fala bem.
6. As questões que Duarte Cordeiro enumerou relativamente à clarificação que devia ter havido e não houve quanto à embrulhada em que Luís Montenegro se deixou enredar ou quis mesmo que corresse assim, são basicamente três e todas pertinentes.
Titulei estas linhas como está em cima porque têm sido o PS e o PSD a governar (???) Portugal.
Muito do que aconteceu/ acontece foi e é "manufacturado" nas sedes e distritais desses partidos.
O nojo cobre-os.
Fraude à lei é coisa em que ao longo de décadas têm sido pródigos.
Aguardemos pelos próximos capítulos.
António Cabral (AC)
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